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	<title>ecologia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/ecologia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "ecologia"</description>
	<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 04:29:38 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[A hora de refazer todas as contas]]></title>
<link>http://outrapolitica.wordpress.com/?p=3235</link>
<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 01:29:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Correa Leite</dc:creator>
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<description><![CDATA[Washington Novaes, O Estado de S.Paulo, 10 de outubro de 2008
&#8220;Teremos, a partir da crise fina]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://outrapolitica.files.wordpress.com/2008/10/pegadapraia.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3240" title="pegadapraia" src="http://outrapolitica.wordpress.com/files/2008/10/pegadapraia.jpg?w=249" alt="" width="249" height="300" /></a>Washington Novaes, <a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=59199">O Estado de S.Paulo</a>, 10 de outubro de 2008</p>
<p>"Teremos, a partir da crise financeira, de refazer as contas de tudo. Se não for assim, iremos de recaída em recaída. O que está em jogo são os formatos de viver"</p>
<p>Nos mesmos dias em que o mundo acompanhava, perplexo, o farto noticiário sobre as tentativas de conseguir no Congresso norte-americano a aprovação de um plano de US$ 700 bilhões para conter a crise financeira que já se espalhava por todos os continentes, a comunicação praticamente não deu nenhuma importância à notícia, divulgada pela ONG canadense Global Foot Print Network, de que no dia 23 de setembro a humanidade ultrapassara, este ano, o consumo de todos os recursos que o planeta pode produzir ao longo de 365 dias.<!--more--></p>
<p>A partir daí, ocorre um consumo de recursos e serviços naturais além do que a biosfera terrestre pode repor - um sobreconsumo que agravará a crise, pois aumentará a desertificação e a chamada crise da água, produzirá maior perda de florestas tropicais, gerará a emissão de mais poluentes que contribuirão para mudanças climáticas, etc.</p>
<p>Esse consumo excessivo, que começou a ser avaliado pela ONG em 1986, uma década mais tarde já superava em 15% a capacidade de reposição; em 2007, estava em torno de 25% e ocorreu a partir de 6 de outubro; este ano, a partir de 23 de setembro. É um sistema de avaliação semelhante ao utilizado no Relatório do Planeta Vivo, do WWF. Este, em 2006, já dizia que esse impacto - a "pegada ecológica da humanidade" - mais do que triplicara desde 1961 e já superava a capacidade de reposição em 25%.</p>
<p>Certamente é uma crise mais grave ainda que a financeira, mas que continua a ser minimizada, quando não ignorada. Segue-se tratando da atual crise financeira apenas em termos de quanto afetará ou não o produto bruto mundial e o produto bruto de cada país, inclusive do Brasil, sem preocupação com o quadro de realidade concreta que nos cerca.</p>
<p>Como se a crise se pudesse resolver apenas em termos de crescimento econômico. E vale a pena relembrar, nesse ponto, o pensamento, já mencionado neste espaço, do biólogo Edward Wilson, apontado como o cientista que mais entende de biodiversidade.</p>
<p>Tenta-se, diz ele, acreditar que a solução para os dramas do mundo estará no crescimento econômico puro e simples. Então, pode-se partir da hipótese de que a economia mundial vá crescer 3,5% ao ano - um crescimento modesto, já que se almeja 5% ou 6%, até 10% ao ano, como na China.</p>
<p>Se ela crescer 3,5% ao ano, partindo do atual produto global, superior a US$ 50 trilhões anuais, chegaria a 2050 perto de US$ 160 trilhões. Mas não chegará, porque não há recursos e serviços naturais capazes de suportar o aumento de consumo decorrente desse crescimento.</p>
<p>Será preciso, adverte Wilson, encontrarmos formatos de viver e consumir compatíveis com as possibilidades físicas do planeta - até porque não há outro disponível (embora nosso ministro de Assuntos Estratégicos já ande acenando com essa possibilidade).</p>
<p>Faz falta, nessa hora, uma figura como o falecido José A. Lutzenberger, que foi secretário nacional de Meio Ambiente de 1990 a 1992. No seu livro Fim do Futuro, que é de 1980, ele já advertia que nos encontramos "num divisor de eras": "A crise de energia e matérias-primas que hoje solapa os alicerces da sociedade industrial demonstra que os recursos desta nave espacial, o planeta Terra, são finitos. Esta crise refuta as premissas básicas da sociedade de consumo, com sua ideologia de expansão e esbanjamento ilimitados."</p>
<p>Lutzenberger sabia em que terrenos pisava: "Sempre nos acusaram e continuarão nos acusando de radicais, de líricos, quando não de apocalípticos. Apenas somos realistas. A realidade é grave" (foi exatamente como "apocalíptico" que uma revista de grande circulação o qualificou em título, ao anunciar sua ascensão à Secretaria Nacional do Meio Ambiente em 1990).</p>
<p>Pouco tempo depois, em 1981, ao dirigir-se a uma turma de universitários que o elegera paraninfo, ele insistia: "Nossa política desenvolvimentista, nossos modelos econômicos e tecnológicos são concebidos como se a natureza não existisse, ou apenas estorvasse, como se nós mesmos não fôssemos parte integrante dela, como se pudéssemos sobreviver à sua demolição."</p>
<p>Quem observa a atual crise financeira constata exatamente isso: seu descolamento da realidade física, a começar pelo mercado de hipotecas de imóveis nos EUA, cada uma delas negociada, renegociada muitas vezes, por valores que nada têm que ver com o concreto. Alavancado, como se diz no mercado.</p>
<p>Se quiser, encontrará panorama semelhante nos mercados de commodities, nos quais a safra de um ano de determinado produto pode ser negociada e renegociada por muitas vezes seu valor real. E assim será em muitas áreas.</p>
<p>Lutzenberger seria utilíssimo também para nos ajudar a resolver o drama amazônico, que não sai das manchetes. Foi ele que acabou com os subsídios e incentivos fiscais que estimulavam a derrubada da floresta para plantar soja ou criar bois. Foi ele que mostrou a irracionalidade de inundar a floresta para gerar energia subsidiada destinada a produtos eletrointensivos que os países industrializados não querem fabricar, exatamente por causa do custo da energia.</p>
<p>Foi ele que proibiu o Ibama de emitir guias que eram usadas muitas vezes cada uma, para transportar madeira extraída ilegalmente - e foi isso que lhe custou a saída da secretaria, em 1992, por pressão do lobby das madeireiras. Mas não é só.</p>
<p>Lutzenberger também foi dos primeiros a fazer muitas contas que ficam escondidas até hoje debaixo dos tapetes ("temos de fazer contas de tudo", dizia). Sobre as unidades de energia consumidas para produzir, por exemplo, carnes, e que são superiores às que estão no produto. Ou sobre a água consumida com a mesma finalidade.</p>
<p>São lições indispensáveis ainda hoje. Será inútil manter ilusões e retardar soluções verdadeiras. Teremos, a partir da crise financeira, de refazer as contas de tudo. Se não for assim, iremos de recaída em recaída. O que está em jogo são os formatos de viver.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Yo no quiero tus tatuajes]]></title>
<link>http://todoslosdiasunafoto.wordpress.com/?p=127</link>
<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 23:39:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>elsantodelatorre</dc:creator>
<guid>http://todoslosdiasunafoto.fr.wordpress.com/2008/10/12/yo-no-quiero-tus-tatuajes/</guid>
<description><![CDATA[Cosas como estas dan BRONCA. Si bien desde q el hombre es hombre tiene una mania por dejar trasenden]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Cosas como estas dan BRONCA. Si bien desde q el hombre es hombre tiene una mania por dejar trasendencia de su persona, hay muchas formas de hacerlo, y bastante más creativas. Yo tengo muchos tatuajes, algunos se ven, otros no pero estan. Ninguno de ellos tiene tienta. Se pueden ver de maneras diferentesm desde sicatrices en la piel, hasta algunas de mis actitudes, desde risas hasta llantos... no me arrepiento de ninguno.</p>
<p>Cuando veo cosas como estas estaria bueno q los árboles cobraran vida como en el señor de los anillos y q les peguen un par de ramazos bien puestos para q cuando se miren donde les pegaron vean el tatuaje q les dejó el arbol.</p>
<p><a href="http://todoslosdiasunafoto.files.wordpress.com/2008/10/no_sabian.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-128" title="no_sabian" src="http://todoslosdiasunafoto.wordpress.com/files/2008/10/no_sabian.jpg?w=300" alt="" width="300" height="214" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Starbucks consume tanta agua como la que necesitaría la población de Namibia]]></title>
<link>http://concienciafeminista.wordpress.com/?p=692</link>
<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 22:40:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>feminista</dc:creator>
<guid>http://concienciafeminista.fr.wordpress.com/2008/10/12/starbucks-consume-tanta-agua-como-la-que-necesitaria-la-poblacion-de-namibia/</guid>
<description><![CDATA[La cadena de cafeterías ha sido acusada por The Sun de malgastar 23 millones de litros de agua al d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>La cadena de cafeterías ha sido acusada por The Sun de malgastar 23 millones de litros de agua al día por una política de higiene que obliga a mantener los abiertos los grifos</strong></p>
<p>AGENCIAS - Madrid - 07/10/2008 17:18</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignright size-full wp-image-693" style="margin-left:8px;margin-right:8px;" title="Starbucks" src="http://concienciafeminista.wordpress.com/files/2008/10/starbucks.png" alt="" width="350" height="357" />La cadena estadounidense de cafeterías Starbucks ha sido acusada por un diario británico de <strong>malgastar 23 millones de litros de agua al día </strong>por una política de higiene que obliga a mantener abiertos ininterrumpidamente los grifos de sus 10.000 sucursales.</p>
<p style="text-align:justify;">El tabloide <a href="http://www.thesun.co.uk/"><em>The Sun</em></a> calcula que cada 83 minutos podría llenarse una piscina olímpica con el agua desperdiciada y que <strong>los millones de litros malgastados diariamente servirían para proveer de agua a la población de Namibia</strong>, uno de los países más secos del planeta.</p>
<p style="text-align:justify;">Cada cafetería de Starbucks tiene un fregadero detrás del mostrador que se utiliza para lavar cucharas y otros utensilios y cuyo grifo, de agua fría, está abierto ininterrumpidamente, incluso cuando no hay nada para enjuagar.</p>
<p style="text-align:justify;">El periódico decidió llevar a cabo una investigación tras escuchar la historia de una pareja que se quejó a Starbucks al darse cuenta de que el establecimiento que frecuentaban malgastaba agua. Según esta pareja, la compañía le explicó que los grifos están abiertos como <strong>una medida de higiene para evitar que las bacterias se reproduzcan en las tuberías</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">Tras la repercusión de la noticia, la compañía multinacional, que se define como una firma respetuosa con el medio ambiente, se defendió de las acusaciones alegando que este sistema de limpieza "<strong>asegura o excede los estándares de salud</strong>" dictados por la Organización Mundial de la Salud (OMS) y los organismos competentes de la Unión Europea y EEUU.</p>
<p style="text-align:justify;">En un escenario mundial en el que el agua es un bien cada vez más escaso, <em>The Sun</em> explica que la cantidad de agua desperdiciada por un grifo de la cadena de cafeterías durante tres minutos correspondería a la cantidad que necesitaría un ciudadano africano para sobrevivir un día.</p>
<p><a href="http://www.publico.es/internacional/162482/starbucks/consume/tanta/agua/necesitaria/poblacion/namibia?pagCom=2#comentarios" target="_self">ENLACE A LA FUENTE</a></p>
<h5>*Nota relacionada: <a href="http://news.bbc.co.uk/hi/spanish/business/newsid_6089000/6089054.stm">Acusan a Starbucks de jugar sucio </a></h5>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Peligro ecológico]]></title>
<link>http://teknociencia.wordpress.com/?p=53</link>
<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 21:19:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>portalhispano</dc:creator>
<guid>http://teknociencia.fr.wordpress.com/2008/10/12/peligro-ecologico/</guid>
<description><![CDATA[El buque &#8216;Tawe&#8217; ya ha contaminado 500 metros del litoral
El embarrancamiento de dos merc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>El buque 'Tawe' ya ha contaminado 500 metros del litoral<br />
El embarrancamiento de dos mercantes como consecuencia del temporal amenaza el ecosistema del parque natural del Estrecho de Gibraltar.<br />
Dos cargueros de bandera liberiana, el 'Fedra' y el 'Tawe', permanecen encallados en la bahía de Algeciras (Cádiz). Ayer, la fuerza del mar partió en dos el 'Fedra', al chocar con una de las rocas de Punta Europa. Como consecuencia de ésto, el fuel que llevaba el buque para su propio abastecimiento comenzó a derramarse.<br />
Asimismo, el 'Tawe', encallado en Punta de San García, tiene una grieta en uno de sus tanques de combustible, y el fuel derramado ya ha afectado a 500 metros del litoral.<br />
El plan de emergencia está ya activado y el gobierno de Gibraltar ha colocado barreras anticontaminante para evitar una posible catástrofe natural. </p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/ge61AP7CFGQ'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/ge61AP7CFGQ&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p> videosjaviercheca</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[União Européia substitui lâmpada incandescente por florescente!]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/?p=1315</link>
<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 14:25:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.fr.wordpress.com/2008/10/12/uniao-europeia-substitui-lampada-incandescente-por-florescente/</guid>
<description><![CDATA[

Representantes dos países da União Européia decidiram nesta semana proibir o uso de lâmpadas i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2008/10/eco-light-hanged-old-light.jpg"></a></p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/10/eco_light_bulb-ireland.jpg"></a><a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2008/10/eco_light_bulb.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1317" title="eco_light_bulb" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/10/eco_light_bulb.jpg" alt="" width="450" height="450" /></a></span></p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Representantes dos países da União Européia decidiram nesta semana proibir o uso de lâmpadas incandescentes a partir de 2010.<span>  </span><span> </span>Este é um esforço para generalizar o uso de eletrodomésticos ecologicamente corretos que foi impulsionado por um grupo de industriais, ambientalistas e especialistas em energia, que juntos tentam eliminar o uso das lâmpadas incandescentes em 10 anos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> <a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/10/eco_light_bulb-ireland.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1318" title="eco_light_bulb-ireland" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/10/eco_light_bulb-ireland.jpg?w=300" alt="" width="300" height="223" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span> </span>A troca para as lâmpadas que economizam energia foi primeiro anunciada no ano passado em Bruxelas, como parte de um ambicioso programa de controle do uso de energia para parar as mudanças climáticas em curso.<span>  </span>Este programa foi agora aprovado em Luxemburgo onde os ministros de Energia dos países da União Européia aprovaram modificações na a legislação européia já existente sobre a matéria para adicionar as limitações ao uso da lâmpada incandescente.<span>  </span>Os regulamentos europeus sobre o uso de energia elétrica já afetava inúmeros produtos tais como lavadoras, máquinas de lavar pratos e fornos elétricos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Originalmente esta medida foi impulsionada por uma coligação dos maiores fabricantes de lâmpadas, entre as quais a Royal Philips Electronics da Holanda, lado a lado com o Conselho da Defesa de Fontes Naturais de Energia e mais duas organizações que promovem eficiência no consumo energético pediram padrões específicos de eficiência energética nos níveis estaduais e federais.<span>   </span>Na sexta-feira passada as três maiores fabricantes de lâmpadas – General Electric, Siemens e Royal Philips Electronics --<span>  </span>anunciaram que irão trabalhar incessantemente para que o consumidor europeu tenha uma mudança rápida e eficiente para os novos tipos de lâmpadas cujas emissões de dióxido de carbono contribuem para o aquecimento global.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> <a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2008/10/eco_light_bulb-uk.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1319" title="eco_light_bulb-uk" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/10/eco_light_bulb-uk.jpg?w=255" alt="" width="255" height="300" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">A União Européia concretamente apoiou "a venda de todos os produtos de iluminação doméstica com menor rendimento esteja proibidos a partir de 2010, quando existirem fórmulas de substituição.”<span>  </span>Os ministros alegaram que desejam evitar riscos de falta de oferta no mercado ou qualquer perda de funcionalidade que prejudique os usuários.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">A UE dará incentivos públicos para encorajar consumidores a comprar produtos mais eficientes e ao mesmo tempo estabelecer padrões de desempenho que eliminarão produtos de menor eficiência do mercado europeu.<span>  </span>No momento um grande esforço de conscientização já está tendo resultados <span> </span>com a troca -- <span> </span>nos 27 países membros -- <span> </span>de lâmpadas incandescentes das iluminações de rua e de escritórios do funcionalismo público. <span> </span>O programa agora se expandirá para que as lâmpadas de uso doméstico também sejam alvo do programa. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="EN-US"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Em 2008, um projeto de regulamento que para iniciar o processo gradual que chegue à <span> </span>proibição total de todas as lâmpadas incandescentes e de baixo rendimento, já deve estar em prática.<span>  </span>Esta medida, votada na sexta-feira passada já foi comemorada por grupos ambientalistas como o WWF, que a considerou "um passo adiante positivo".</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> <a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2008/10/eco-light-bulb.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-1320" title="eco-light-bulb" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/10/eco-light-bulb.jpg?w=65" alt="" width="65" height="95" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Segundo cálculos do WWF, o consumo das lâmpadas incandescentes é de três a cinco vezes superior ao das lâmpadas eficientes e sua substituição contribuiria à redução do consumo de energia em 60%, o que equivale cerca de 30 milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano.<span>  </span>O próximo passo, que não pode esperar por muito mais tempo, será a adoção pela EU de <span> </span>uma meta de redução do consumo energético primário em 20% para 2020. <span>  </span><span> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Nem todo mundo está satisfeito com a mudança de tecnologia. <span> </span>As lâmpadas florescentes – que por sinal podem vir em cor branca ou amarelada – levam um pouquinho mais de tempo para esquentarem e podem às vezes piscar. <span> </span>Estes são ajustes mínimos no comportamento do consumidor.<span>  </span>Mais difícil será a adaptação de todos os bocais.<span>  </span>Quando um bocal para a lâmpada é mais antigo – e isso acontece bastante na Europa – às vezes há que ter a troca bocais pois as lâmpadas florescentes tem um bocal um pouco mais longo e espesso. <span>  </span>E o preço inicial destas lâmpadas LED é um pouco maior.<span>  </span>Mas com o uso generalizado seu preço deve cair.<span>  </span><span> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> <a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/10/eco-light-hanged-old-light.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1316" title="eco-light-hanged-old-light" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/10/eco-light-hanged-old-light.jpg?w=234" alt="" width="234" height="300" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Os ministros de energia europeus, que se encontraram em Luxemburgo mencionaram que a redução do consumo anual de energia primária, já figurava em conclusões anteriores mas também se mostraram a favor de uma política integrada em matéria de clima e energia baseada em três objetivos: luta contra a mudança climática, segurança de fornecimento e manutenção da competitividade das economias européias.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Agência Ar lança call center sobre Bonito e Pantanal]]></title>
<link>http://ecoturismoembonito.wordpress.com/?p=117</link>
<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 14:23:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>ecoturismoembonito</dc:creator>
<guid>http://ecoturismoembonito.fr.wordpress.com/2008/10/12/agencia-ar-lanca-call-center-sobre-bonito-e-pantanal/</guid>
<description><![CDATA[Dicas importantes sobre Bonito e Pantanal, como a melhor época para o turista programar a viagem, o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div><img style="float:left;" title="Image" src="http://turismo.news.com.br/images/stories/cavalo-01.jpg" border="0" alt="Image" hspace="6" width="180" height="131" />Dicas importantes sobre Bonito e Pantanal, como a melhor época para o turista programar a viagem, o acesso aos passeios e suas observações quanto a preservação da natureza, informações meteorológicas e o que levar na mala. Tudo isso e muito mais será possível saber pelo telefone de qualquer lugar do Brasil, a partir desta segunda-feira, com a entrada em operação do Call Center (Central de Chamadas) da <a title="Agência de turismo ecológico no Pantanal e em Bonito no MS" href="http://www.agenciaar.com.br.">Agência Ar</a>, operadora sul-mato-grossense especializada em ecoturismo com foco nos dois principais destinos turísticos de Mato Grosso do Sul.</div>
<div>“A procura por Bonito e Pantanal é muito grande e para desafogar os nossos agentes de venda decidimos criar o Call Center, com funcionários especializados em ouvir os clientes e dar informações, com sugestões e orientações sobre esses dois destinos”, disse a diretora-executiva da Agência Ar, Denise Borges.O Call Center vai funcionar 24 horas. De qualquer lugar do Brasil ou do exterior, os turistas poderão ligar para a central de atendimento da Agência Ar em Bonito (67 – 3255 4361), Campo Grande (67 – 3226 8066), Miranda (67 – 3242 3820), São Paulo (11 – 3711 3101), Rio de Janeiro (21 – 3521 7233), Belo Horizonte (31 – 3231 4021), Brasília (61 – 3717 1107) e Curitiba (41 – 3941 5119). O sistema irá possibilitar ligação local a partir de qualquer cidade onde o cliente estiver e conexão direta com Bonito e Pantanal sem custos de interurbano.</p>
<p>“Inovação e coragem, esse é o lema da Agência Ar”, analisa o diretor-presidente da empresa, Alex Furtado. Na sua avaliação, a marca do bom atendimento está atrelada a todas as novidades da Ar, por entender que o sucesso de uma operadora de turismo depende diretamente da satisfação de seus clientes.</p>
<p><img style="float:right;" title="Image" src="http://turismo.news.com.br/images/stories/cavalo-02.jpg" border="0" alt="Image" hspace="6" width="180" height="271" />Assim, o Call Center da Agência Ar, além da função de bem informar o turista sobre quando e como ter o melhor aproveitamento de sua viagem por Bonito e Pantanal, também vai funcionar como um instrumento voltado para a preservação da natureza, considerando a ação educativa que irá desenvolver no seu trabalho com os turistas. Isso porque há uma série de recomendações de cuidados que o turista deve ter ao visitar as duas regiões para que não haja danos ao ambiente natural, a começar pela capacidade receptiva limitada de cada passeio, que só pode ser realizado com hora marcada e acompanhamento de guia treinado.</p>
<p>Também no dia 15 deste mês a Agência Ar irá lançar o seu departamento de telemarketing, com o objetivo de promover um apanhado geral de opiniões de seus clientes em todo o país. Segundo Denise Borges, a proposta da operadora de promover o turismo sul-mato-grossense ainda prevê o Cartão Fidelidade Ar que será lançado durante o mês de outubro.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
A <a title="Agência de turismo em Bonito e no Pantanal" href="http://www.agenciaar.com.br." target="_blank">Agência Ar</a>, em Campo Grande, tem <a title="Pacotes de turismo e viagem para Bonito e Pantanal" href="http://www.agenciaar.com.br/index.php?idcanal=13" target="_blank">pacotes de viagem em Bonito e Pantanal</a> que podem ser escolhidos e montados pelo próprio cliente. Tetefone (67) 3326 8066.</div>
<p>Paulo Nonato de Souza</p>
<p>Fonte: <a title="Noticia sobre call center para esclarecer e informar sobre o turismo no Pantanal e turismo em Bonito" href="http://turismo.news.com.br/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=85&#38;Itemid=1" target="_blank">Campo Grande News</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[ASPECTOS JURIDICOS DOS MEXILHOES]]></title>
<link>http://auxiliotcc.wordpress.com/?p=10</link>
<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 05:10:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>ajudandotcc</dc:creator>
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<description><![CDATA[São cinco os grupos principais de questões jurídicas que afetam ao desenvolvimento da mitilicultu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">São cinco os grupos principais de questões jurídicas que afetam ao desenvolvimento da mitilicultura, a saber:demanda competitiva por terreno e água, contaminação das águas, problemas de jurisdição administrativa, transporte intranacional e internacional de animais vivos e o controle das doenças, e respaldo financeiro.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;"> Este artigo faz parte de uma pesquisa monográfica de base realizada pela <a href="http://www.monografiaalpha.com.br">Alpha Monografias e Monografia TCC</a></p>
<p style="text-align:justify;">Tão cedo se iniciou o debate deste tema, reconheceu-se que no marco jurídico se produziriam somente mudanças se existe um respaldo do público e do sistema, o que unicamente se pode conseguir mediante os esforços persistentes e organizados daqueles concernidos com a aqüicultura. Com freqüência pode ter demandas conflitivas sobre que lugares dedicar à aqüicultura frente a outros usos como agricultura, centrais hidrelétricas, mineração, pesca de captura, indústrias, locais balneários, etc.</p>
<p style="text-align:justify;">Deve ser possível conciliar estas demandas, mas são muitas as considerações que se deve levar em consideração. À hora de adotar decisões pode ser um elemento importante a economia comparada, ainda que a escassez de dados básicos comparáveis sobre os aspectos econômicos da mitilicultura faz muitas vezes esta tarefa sumamente difícil. Apontou-se que poderia ser um método de enfoque mais apropriado o dos custos de oportunidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Existem outros fatores dominantes, como os benefícios sociais, nutricionais e inclusive políticos que poderiam derivar-se da forma de desenvolvimento proposta, os quais mostram claramente a necessidade de um planejamento integrado para conseguir os benefícios nacionais máximos.</p>
<p style="text-align:justify;">Na sessão se reconheceu a necessidade de concentrar a responsabilidade administrativa num organismo ao objeto de favorecer o fomento de produção individualmente nas regiões brasileiras. Instou-se aos governos a criar organismos para evitar os atrasos que nos programas de desenvolvimento produz a intervenção de uma multiplicidade de autoridades. O planejamento e execução bem coordenadas dos programas tornariam possível à mitilicultura desempenhar uma função notável no desenvolvimento costeiro integrado, sobretudo em zonas de rendimentos baixos. Deve-se resolver as ambigüidades com respeito à posição que deve ocupar a mitilicultura na maquinaria administrativa nacional.</p>
<p style="text-align:justify;">Ainda que pode não haver ter leis específicas sobre mitilicultura em um país, fazem-se aplicáveis à atividade muitas outras leis vigentes. As incertezas administrativas produziram grande frustração em empresários familiares ou regionais que querem investir na mitilicultura, sendo essencial que os produtores regionais tenham acesso a um suporte jurídico.</p>
<p style="text-align:justify;">As estruturas jurídicas e institucionais terão de ajustar-se às condições políticas e socioeconômicas em cada caso e terão de ter-se devidamente em conta as situações concretas e os objetivos políticos regionais.</p>
<p style="text-align:justify;"> Há ainda uma preocupação em lutar eficazmente contra a contaminação em águas costeiras usadas para a mitilicultura e proteger as populações osteiras da poluição. Ao próprio tempo terá que dedicar suficiente atendimento à possível contaminação do meio ambiente como resultado da mitilicultura. Conta-se já com técnicas para impedir que tal ação negativa ocorra, pelo que convém fomentar a adoção das mesmas. Sempre que precisar de conhecimento atual e específico, conte com a <a href="http://www.monografiaultra.com.br">Ultra Monografias de suporte para TCC e monografia pronta</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[IMPACTOS SOCIAIS E AMBIENTAIS DA MILITICULTURA]]></title>
<link>http://ajudandotcc.wordpress.com/?p=17</link>
<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 04:33:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>ajudandotcc</dc:creator>
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<description><![CDATA[Os moluscos constituem um grupo importante de organismos cultivados e contribuem atualmente à produ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Os moluscos constituem um grupo importante de organismos cultivados e contribuem atualmente à produção aquícola com mais de 1 milhão de toneladas. Oferecem o melhor meio imediato de fomentar a aqüicultura em águas marinhas. Ao serem bons convertedores de produtos primários, possuem várias vantagens sobre muitas das outras espécies cultivadas e, pelo geral, os custos de produção são relativemente baixos.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Este artigo é componente de uma monografia de base elaborado pela <a href="http://www.monografiaad.com.br">Monografias AD Monografias e Pesquisas de suporte</a> para Mestrandos</p>
<p style="text-align:justify;">Enquanto a maioria das espécies é criada para o consumo humano, algumas são empregadas na produção de ração; assim ocorre, por exemplo, com os mexilhões na Tailândia.</p>
<p style="text-align:justify;">O cultivo das <a href="http://br.geocities.com/hildebrandoesteves/28tax/tax28moluscos.htm">ostras e de outros moluscos</a> para a produção de pérolas, que teve sua origem no Japão, estendeu-se a outros países como China e Austrália. A partir de 1966, em que a produção de pérolas atingiu seu nível máximo, a indústria declinou notavelmente.</p>
<p style="text-align:justify;">Deve-se às técnicas de produção em massa adotadas e à conseguinte deterioração da qualidade das pérolas. A perlicultura se afetou adversamente também pela contaminação das águas, que causa uma alta taxa de mortalidade das ostras perlíferas e a deterioração na qualidade das pérolas. O estudo específico da produção de ostras também é um excelente tema para um <a href="http://www.monografiaad.com.br/19_artigocientifico.html">artigo cientifico ou uma monografia</a> mais complexa.</p>
<p style="text-align:justify;">As ostras e os mexilhões são os moluscos mais importantes que se cultivam atualmente em grande escala. Ainda que a contaminação do meio ambiente e problemas de diversa índole afetaram a produção de mexilhões de algumas regiões, a produção total no mundo está decisivamente aumentando. Seguem empregando-se todos os métodos correntes criados ao longo dos anos, mas se está adotando o cultivo separado do solo em mais zonas que antes.</p>
<p style="text-align:justify;">Para obter rendimentos satisfatórios se deve adotar também métodos de incremento da produção primária tais como a fertilização. As tendências mais significativas quanto a técnicas são o emprego de criadouros para produzir semente, os começos da modificação genética de populações, e os experimentos levados a cabo para cultivar ostras até que atingem uma medida comercial em um meio ambiente controlado.</p>
<p style="text-align:justify;">Cada vez se vai estendendo mais o interesse pela mitilicultura, sendo agora mais as espécies que podem ser cultivadas. O cultivo de Perna perna no Brasil e na Venezuela, Mytilus edulis aoteanus e P. canaliculus na Nova Zelandia constituem novos avanços. No Chile se demonstrou que o Choromytilus choro e o M. edulis chilensis, que são grandes espécies, crescem mais rapidamente do que o M. edulis.</p>
<p style="text-align:justify;">Na mitilicultura se empregam cinco tipos de técnicas, que se adaptam às condições hidrográficas e socioeconômicas de cada localidade. Compreendem o cultivo sobre o fundo segundo se pratica nos Países Baixos, o chamado cultivo em parques ("bouchot") empregado na costa atlântica de França, o cultivo em balsas na Espanha, o cultivo em bastidores que se pratica na Itália e Iugoslávia e o sistema de recolhedores submersos de bambu adotado nas Filipinas. Todos estes sistemas apresentam suas vantagens e seus inconvenientes e as condições socioeconômicas determinam em boa parte o sistema de cultivo adotado numa determinada área.</p>
<p style="text-align:justify;">Um sistema como o praticado nos Países Baixos, em que se empregam embarcações maiores equipadas para a pesca e semeadura de mexilhões, exige empresas de grandes dimensões para tornar remuneradora a aqüicultura, enquanto o sistema usado nas Filipinas funciona em pequena escala, tornando possível, por exemplo, a exploração de tipo familiar. No Brasil, em diversas localidades, o cultivo familiar também apresenta resultados similares</p>
<p style="text-align:justify;">O cultivo sobre o fundo, praticado nos Países Baixos, oferece a vantagem de que pode mecanizarse até um alto grau, o que leva a uma alta produção por homem. Existe um inconveniente, que consiste na ação de predadores como caranguejos ou a estrela de mar, que são ambos depredadores bentônicos, bem como o parasita Mytilicola intestinalis, pode chegar mais facilmente aos mexilhões. O cultivo em suspensão, utilizando uma balsa em zonas com uma grande ação de maré, ou um bastidor quando essa ação é pequena, oferece a vantagem de que podem cultivar-se os mexilhões onde as águas são bastante ricas em plâncton mas onde os depósitos do fundo são demasiado macios e lodosos para permitir a semeadura de mexilhões.</p>
<p style="text-align:justify;">Entre os inconvenientes para os cultivos em suspensão estão as reduzidas possibilidades de mecanização e a incrustração das cordas de mexilhões por ascídios, outros bivalves, hidroides, briozoários e esponjas.</p>
<p style="text-align:justify;">Sugeriu-se que se estudasse este problema para solucioná-lo devidamente. Caso necessite de monografias de base para sua <a href="http://www.monografiaac.com.br">monografia ou seu TCC conte com a AC Monografia</a></p>
<p style="text-align:justify;">Existem sem dúvida grandes possibilidades para a introdução da mitilicultura em países onde existem lugares adequados. Mas a comercialização e promoção de um produto mitilícola podem apresentar problemas em alguns países onde sua aceitação por parte do consumidor é baixa. As condições de produção são geralmente favoráveis em zonas tropicais onde as temperaturas marítimas são elevadas e os custos da mão de obra relativamente baixos. Ainda que se conta com a tecnologia básica para a produção, torna-se essencial melhorar as técnicas atuais e desenvolver outras novas para resolver os problemas com que se enfrentam os produtores.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[2009 será el año internacional del gorila]]></title>
<link>http://codigopgt.wordpress.com/?p=2298</link>
<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 15:06:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>pedroguillermo</dc:creator>
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<description><![CDATA[

La Organización de Naciones Unidas, mejor conocida por su sigla ONU con el objetivo de mejorar la]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0   21   false false false  ES X-NONE X-NONE              MicrosoftInternetExplorer4              &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;                                                                                                                                            &#60;![endif]--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><a href="http://codigopgt.wordpress.com/files/2008/10/1b010a9b517a3f5db86e6babce7.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2299" title="1b010a9b517a3f5db86e6babce7" src="http://codigopgt.wordpress.com/files/2008/10/1b010a9b517a3f5db86e6babce7.jpg" alt="" width="414" height="568" /></a><a href="http://codigopgt.wordpress.com/files/2008/10/49df31dbfc65cfece8b4b30ccdb42.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2300" title="49df31dbfc65cfece8b4b30ccdb42" src="http://codigopgt.wordpress.com/files/2008/10/49df31dbfc65cfece8b4b30ccdb42.jpg" alt="" width="414" height="269" /></a><a href="http://codigopgt.wordpress.com/files/2008/10/3632d6d2d69efa5345a3e65f59f5b3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2303" title="3632d6d2d69efa5345a3e65f59f5b3" src="http://codigopgt.wordpress.com/files/2008/10/3632d6d2d69efa5345a3e65f59f5b3.jpg" alt="" width="414" height="269" /></a><a href="http://codigopgt.wordpress.com/files/2008/10/95fab38d51a76eb5a6801718541b.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2301" title="95fab38d51a76eb5a6801718541b" src="http://codigopgt.wordpress.com/files/2008/10/95fab38d51a76eb5a6801718541b.jpg" alt="" width="414" height="568" /></a><a href="http://codigopgt.wordpress.com/files/2008/10/585c6a4e411b7d06247785f7423a.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2302" title="585c6a4e411b7d06247785f7423a" src="http://codigopgt.wordpress.com/files/2008/10/585c6a4e411b7d06247785f7423a.jpg" alt="" width="414" height="568" /></a><a href="http://codigopgt.files.wordpress.com/2008/10/a8a155bf1589989a915ed2e017c5c1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2306" title="a8a155bf1589989a915ed2e017c5c1" src="http://codigopgt.wordpress.com/files/2008/10/a8a155bf1589989a915ed2e017c5c1.jpg" alt="" width="414" height="246" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">La Organización de Naciones Unidas, mejor conocida por su sigla ONU con el objetivo de mejorar la protección de esta especie, que en África está en peligro de extinción.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Los animales están especialmente amenazados porque su carne es utilizada como fuente de alimentación así como para la medicina naturalista.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Además, está amenazado su hábitat por la deforestación, la minería y los conflictos armados.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">La declaración formal se hará el próximo primero de diciembre, en Roma.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><a href="http://actualidad.es.msn.com/galeria.aspx?cp-documentid=10034044">2009 será el año internacional del gorila</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Confronto aperto…]]></title>
<link>http://giuseppegiustolisi.wordpress.com/?p=273</link>
<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 09:27:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Giuseppe Giustolisi</dc:creator>
<guid>http://giuseppegiustolisi.fr.wordpress.com/2008/10/11/confronto-aperto%e2%80%a6/</guid>
<description><![CDATA[Si è tenuto all’interno del palazzo municipale giorno 09/10/2008 il primo incontro ufficiale tra ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Si è tenuto all’interno del palazzo municipale giorno 09/10/2008 il primo incontro ufficiale tra Amministrazione Comunale e Comitato civico "<strong>Makarisi</strong>" su invito del Difensore Civico Dott. Iacona per avviare un confronto sulle problematiche ambientali del nostro territorio.</p>
<p align="justify">Il comitato, costituitosi con la finalità di difendere la <em>salute pubblica locale</em>, ha posto una serie di questioni riguardanti la discarica emergenziale, la raccolta di percolato, il trattamento di bio-gas e la ricopertura dei rifiuti solidi urbani. Presente, tra gli altri il responsabile UTC dell’ente e l’ufficio ecologia.</p>
<p align="justify">E’ stato un incontro positivo dove non si è evinto una semplice contrapposizione all’Amministrazione Comunale, ho avuto modo di apprezzare la volontà del comitato di voler costruire un futuro dove l’impatto ambientale non sia una problematica secondaria. Quando basta, quindi, per avviare un confronto costante e aperto per definire una programmazione condivisa in ambito ecologico.</p>
<p align="justify">I lavori per la raccolta di bio-gas sono ormai in fase avanzata, abbiamo realizzato l’80% dell’opera, entro l’anno, penso, che l’impianto entri in funzione. Grazie ai lavori della Messa In Sicurezza (MIS) abbiamo eliminato le perdite di percolato che interessavano il lotto 2/A, lì abbiamo visti, grazie al contributo di Blochin, anche su internet, ho cercato in buona sostanza di dimostrare che l’operato amministrativo ha attenzionato l’eliminazione di problemi non nuovi, che interessavano lotti di discariche chiuse.</p>
<p align="justify"><em><strong>Per alcuni giorni alcune zone del centro abitato potranno essere investite da odori maleodoranti, questo perché nelle vasche dismesse della discarica abbiamo effettuato la coltivazione di vegetazione, essendo il terreno argilloso per poter farla attecchire abbiamo distribuito 200q di compost (concime naturale) prodotto dall’impianto di Kalat-ambiente in Grammichele. Il problema a detta dei tecnici si presenterà per 4-5 giorni massimo</strong></em>.</p>
<p align="justify">L’impegno mio e dell’Amministrazione è quello che il comitato costituitosi possa rapportarsi costantemente con le istituzione, per questo intendo fissare un appuntamento mensile, magari allargandolo a tutte le associazioni locali interessate, in l’attività di monitoraggio del territorio è qualcosa che non può che essere apprezzato.</p>
<p align="justify">Normative Europee da rispettare, accorpamento degli Ato, raccolta differenziata e modalità di smaltimento dei rifiuti potrebbero cambiare radicalmente le nostre abitudini, tutta l’azione programmatica sarà prontamente resa pubblica.</p>
<p align="justify">Stesso confronto vorremmo avviarlo in seno al <strong>Consiglio Comunale</strong>, in un momento di grande difficoltà economiche e finanziaria che investe l'economia globale, in un momento dove anche la solidità delle banche viene messa in discussione, la contrapposizione politica non giova a nessuno, ma questo è un altro discorso…</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[webs de casas de paja]]></title>
<link>http://ardein.wordpress.com/?p=7</link>
<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 06:53:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>archivodeinternet</dc:creator>
<guid>http://ardein.fr.wordpress.com/2008/10/11/webs-de-casas-de-paja/</guid>
<description><![CDATA[www.casasdepaja.org
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="www.casasdepaja.org">www.casasdepaja.org</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CÁDIZ: EL COLECTIVO ECOLOGISTA AGADEN SUFRE ACOSO INMOBILIARIO]]></title>
<link>http://identidadandaluza.wordpress.com/?p=6391</link>
<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 05:22:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>identidadandaluza</dc:creator>
<guid>http://identidadandaluza.fr.wordpress.com/2008/10/11/cadiz-el-colectivo-ecologista-agaden-sufre-acoso-inmobiliario/</guid>
<description><![CDATA[La Asociación para el Estudio y Defensa de la Naturaleza (AGADEN), esta sufriendo medidas de presi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://identidadandaluza.files.wordpress.com/2008/10/accion_contra_la_especulacion.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6392" title="accion_contra_la_especulacion" src="http://identidadandaluza.wordpress.com/files/2008/10/accion_contra_la_especulacion.jpg?w=300" alt="" width="300" height="69" /></a>La Asociación para el Estudio y Defensa de la Naturaleza (AGADEN), esta sufriendo medidas de presión y acoso inmobiliario por parte de la empresa Águilas S.A.. Dicha empresa se encuentra en la actualidad terminando las obras del hotel que se construye en la Casa del Almirante, situado en el Barrio del Pópulo. El colectivo ha convocado una reunión para el miércoles 8 a las 21:00 en su local (la Plaza de San Martín) para gestionar la reacción. Por otra parte se aprovechara la reunión para hablar sobre el incumplimiento por parte del Ayuntamiento de Cádiz de la normativa urbanística en la construcción de los bares de la Caleta y el parque situado en los antiguos cuarteles de Varela, lya que, os distintos colectivos que formamos la Plataforma por un PGOU Alternativo estan estudiando la posibilidad de iniciar medidas legales contra dicho Ayuntamiento. Os mostramo la nota de prensa enviada por el colectivo donde se detalla la situación. <!--more--></p>
<p style="margin-bottom:0;"> </p>
<p style="margin-bottom:0;">La Asociación para el Estudio y Defensa de la Naturaleza (AGADEN), desea poner de manifiesto su total rechazo ante las medidas de presión y acoso inmobiliario que viene padeciendo por parte de la empresa Águilas S.A.. Dicha empresa se encuentra en la actualidad terminando las obras del hotel que se construye en la Casa del Almirante, situado en el Barrio del Pópulo.</p>
<p style="margin-bottom:0;"> </p>
<p style="margin-bottom:0;">Todo el conflicto comenzó hace tres años cuando Águilas S.A. compró la Casa del Almirante para iniciar las obras que transformarían dicha finca en un hotel de lujo. El primer problema surgió, en Agosto de 2005, tras la compra del inmueble, que no fue notificada por escrito a Agaden ni se dio número de cuenta bancaria para que esta asociación pudiera ingresar el importe de los dos locales que tenía alquilados.</p>
<p style="margin-bottom:0;"> </p>
<p style="margin-bottom:0;">Tres meses más tarde Honorio Aguilar, director de Águilas S.A., se puso en contacto con Agaden para comunicar el cambio de propiedad del edificio, la nueva cuenta bancaria y tener un primer cambio de impresiones con las personas que dirigían la asociación. En esta primera entrevista el Sr. Honorio ya puso de manifiesto que no tenía ningún inconveniente, a pesar de las obras que pensaba iniciar de manera inmediata, en que Agaden siguiera ocupando los dos locales situados en la planta baja del edificio.</p>
<p style="margin-bottom:0;"> </p>
<p style="margin-bottom:0;">No obstante, la directiva de Agaden le ofreció a Honorio Aguilar la posibilidad de pactar un desalojo voluntario de uno de los dos locales, pero esta oferta fue rechazada.</p>
<p style="margin-bottom:0;"> </p>
<p style="margin-bottom:0;">Los bajos de la Casa del Almirante conforman la oficina de Agaden (bajo izquierdo); el bajo derecho es la tienda Pangea, donde Agaden ha llevado a cabo un proyecto de rehabilitación modélico y pionero en el Barrio del Pópulo. La asociación, realizando un enorme esfuerzo económico, restauró, en muchos casos con el trabajo de sus propios socios, un local que llevaba varias décadas completamente abandonado. La idea consistía en crear la primera tienda de productos artesanales ecológicos de la ciudad de Cádiz, creando también en un espacio anexo una sala de exposiciones y actos de tipo cultural, abierto a todos los artistas, artesanos y colectivos sociales en general que lo quisieran utilizar. Agaden pretendía con esta iniciativa, entre otras cosas, fomentar el consumo de productos respetuosos con el medio ambiente, rehabilitar, restaurar y poner en valor una parte de la Casa del Almirante, contribuyendo también al desarrollo cultural y económico del Barrio del Pópulo. Durante más de dos años tuvieron lugar exposiciones de pintura, escultura, fotografía, forja, abanicos, actuaciones musicales y un largo etcétera. Durante ese tiempo la tienda Pangea se fue convirtiendo en un referente cultural y social dentro del barrio.</p>
<p style="margin-bottom:0;"> </p>
<p style="margin-bottom:0;">Así estaban las cosas cuando se produjo la venta del inmueble. Agaden acogió la futura creación de un hotel con la esperanza de que sería un elemento dinamizador, que sin duda contribuiría al desarrollo económico del barrio y por extensión, de la ciudad.</p>
<p style="margin-bottom:0;"> </p>
<p style="margin-bottom:0;">Desde la asociación creíamos que el inicio de las obras podría ser compatible con nuestras actividades. Sin embargo, pronto empezaron a aparecer los primeros inconvenientes: en cuanto comenzaron las obras nos cortaron el agua del local de la oficina y hasta el momento de escribir estas líneas no nos ha sido restituida, ni por Águilas S.A., ni por Aguas de Cádiz, que se ha negado a darnos de alta un contrato, para no entrar, dijeron ellos, en el conflicto que se estaba abriendo entre la empresa constructora y nosotros. El local de la tienda se inundó en diferentes ocasiones con agua proveniente de las obras, los revestimientos de las paredes se deterioraron, los productos de la tienda se estropearon, y el sistema eléctrico quedó dañado de manera permanente. Con lo cual nos quedamos también sin luz en la tienda Pangea; todo esto unido al hecho de que por parte de las propias personas que están restaurando la casa se nos impide acceder a nuestros contadores de luz y acceder a la finca para solucionar los problemas derivados de la restauración. Pese a todo, el colectivo decide que Pangea debía seguir teniendo actividad y en la sala de exposiciones una chica de la asociación comenzó a dar clases de Danza del Vientre. Eso sí, a la luz de las velas… Con el desarrollo constante de los trabajos en la finca y pese a que nuestra actitud era colaboradora con la empresa (habíamos incluso llegado a permitir que para hormigonar el suelo de la primera planta nos llenaran la oficina de puntales), nuevos inconvenientes han ido apareciendo: suciedad, caída de arena, cascotes, trozos de ladrillo, más agua, depósito de materiales obstaculizando la entrada a la oficina (todo ello atestiguado por la Policía Local de Cádiz a quienes fuimos denunciando estos hechos), también se cortó el suministro eléctrico de nuestra oficina y la avería provenía casualmente del contador que se encontraba dentro del recinto de la obra… Todo ello nos ha decidido a tomar medidas judiciales contra la constructora, que a su vez nos ha demandado, sin éxito, por un retraso en el pago del alquiler en un par de ocasiones. Finalmente Águilas S. A. nos ha remitido un escrito en el que nos invita a marcharnos del local de la oficina antes del 31 de Diciembre bajo amenaza de emprender acciones legales contra nosotros.</p>
<p style="margin-bottom:0;"> </p>
<p style="margin-bottom:0;">Desde Agaden queremos manifestar nuestra más firme oposición a abandonar el local en el que se encuentra nuestra sede desde hace más de veinte años. Creemos que hemos tenido una actitud cooperadora hacia la empresa Águilas S.A. durante bastante tiempo y no hemos cambiado de actitud hasta que las repetidas molestias y perjuicios de la obra nos han obligado a ello.</p>
<p style="margin-bottom:0;"> </p>
<p style="margin-bottom:0;">Queremos dejar muy claro que Agaden apoya la construcción del hotel de la Casa del Almirante y cualquier otra iniciativa que redunde en beneficio del Barrio del Pópulo y sus vecinos. También consideramos que es compatible la puesta en funcionamiento del hotel con la permanencia Agaden en uno de sus locales, puesto que el local de Pangea en el año 2012 pasará a formar parte de dicho hotel, al expirar su contrato de arrendamiento.</p>
<p style="margin-bottom:0;"> </p>
<p style="margin-bottom:0;">Por otra parte pedimos el apoyo de asociaciones, colectivos ciudadanos, partidos políticos y particulares interesados en que una asociación que viene defendiendo el medio ambiente y una mayor calidad de vida para los ciudadanos de Cádiz, desde hace treinta años, no se tenga que trasladar de un lugar por todos conocido. Por último queremos también señalar que la pretensión de Águilas S.A. de expulsar a Agaden del Barrio del Pópulo se inscribe en un marco más amplio, que es la pretensión de algunos poderes económicos de reducir los espacios públicos y de ámbito ciudadano, sustituyéndolos por otros de carácter exclusivamente privado.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Fuente: <a href="http://www.redasociativa.org/gas/noticias/cadiz-el-colectivo-ecologista-agaden-sufre-acoso-inmobiliario">gas</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[II Torneo de Limpieza por la Bahía de Zihuatanejo]]></title>
<link>http://revistasociable.wordpress.com/?p=493</link>
<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 04:47:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>revistasociable</dc:creator>
<guid>http://revistasociable.fr.wordpress.com/2008/10/11/torneo-de-limpieza/</guid>
<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://revistasociable.files.wordpress.com/2008/10/torneo-de-limpieza.gif"><img class="alignnone size-large wp-image-492" title="torneo-de-limpieza" src="http://revistasociable.wordpress.com/files/2008/10/torneo-de-limpieza.gif?w=468" alt="" width="468" height="740" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El Parlamento Europeo aprobó ayer medidas más severas para cumplir el Protocolo de Kioto]]></title>
<link>http://calentamientoglobal.wordpress.com/?p=512</link>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 23:02:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>impulsoverde</dc:creator>
<guid>http://calentamientoglobalclima.org/2008/10/11/el-parlamento-europeo-aprobo-ayer-medidas-mas-severas-para-cumplir-el-protocolo-de-kioto/</guid>
<description><![CDATA[
A pesar de la que está cayendo con la crisis financiera global, el Parlamento Europeo aprobó ayer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://meteor.iespana.es/arxius/cas/diaris/20010310/10032001_ue_cat.jpg" alt="" width="626" height="607" /></p>
<p><span style="font-weight:bold;">A pesar de la que está cayendo con la crisis financiera global, el Parlamento Europeo aprobó ayer medidas más severas para cumplir el Protocolo de Kioto, que incluyen multas a los países que no reduzcan sus emisiones: 100 euros por cada tonelada de CO2 por encima del límite nacional.</span></p>
<p>La Comisión de Medio Ambiente del Parlamento Europeo ha aprobado por amplia mayoría compromisos más ambiciosos en la lucha contra el cambio climático, entre ellos, el fin de la gratuidad de los derechos de emisión de las eléctricas a partir de 2013. Las eléctricas son las primeras que deben olvidarse de ellos pero todos los sectores deberán hacer lo mismo de forma paulatina hasta 2020. Los países que exceden las cuotas asignadas de emisión de gases serán multados a razón de 100 euros por tonelada de CO2 de exceso.</p>
<p>La voluntad del Parlamento Europeo de cumplir con Kioto es tan firme que pretende ir más allá y lograr para 2020 una reducción de la emisión de gases de efecto invernadero no del 20% como había planteado en 2007 la Comisión Europea sino del 30% respecto a los niveles de 1990. También hay propuestas de recorte a largo plazo: del 50% en 2035 y entre el 60 y 80% en 2050.</p>
<p>"El clima económico ha ido de mal en peor, pero el más grave reto al que nos enfrentamos es el cambio climático y no se puede esperar a que haya liquidez en los bancos o que aumente el producto interior bruto", declaró ayer Avril Doyle, la conservadora irlandesa que ha sacado adelante el plan. También Stavros Dimas, comisario de Medio Ambiente de la UE, apunta en esa dirección: “la crisis económica está aquí un día y al siguiente ha desaparecido; la del cambio climático estará siempre y hay que afrontarla”.</p>
<p>La comisión parlamentaria también presentó criterios para evitar que la “fuga de carbono” –en referencia a las compañías que abandonen la UE para evitar las exigencias medioambientales europeas– perjudique competitivamente a las compañías que hacen un uso intenso de la energía. En este sentido, sugirió que se aumente el límite para entrar a formar parte del sistema de comercio de emisiones de 10.000 toneladas anuales de CO2 a 25.000.</p>
<p>Otro punto acordado por la comisión de Medio Ambiente se refiere a la captura y almacenamiento de dióxido de carbono procedente de las emisiones. La UE se había comprometido a poner en marcha antes de 2015 entre 10 y 12 proyectos, pero sin concretar de donde procederían los fondos para financiarlos. Los eurodiputados defienden que se cubran los gastos con parte de los beneficios que se obtengan cuando la concesión de derechos de emisión gratuitos que ahora practican los países sea sustituida por un sistema de subasta a partir de 2013, informa Efe.</p>
<p>Quieren que los beneficios de la venta de 500 millones de toneladas de CO2 (unos 10.000 millones de euros, según cálculos del eurodiputado liberal Chris Davies) financien los proyectos. Los informes aprobados hoy por la comisión parlamentaria no serán votados en el pleno de la Eurocámara hasta diciembre.</p>
<p>Fuente: <a href="http://www.energias-renovables.com/paginas/Contenidosecciones.asp?ID=14&#38;Cod=14670&#38;Tipo=&#38;Nombre=Noticias">Energias Renovables</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mi vida es un cable...]]></title>
<link>http://zermagla.wordpress.com/?p=116</link>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 21:56:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Brenda Ailin Segurel</dc:creator>
<guid>http://zermagla.fr.wordpress.com/2008/10/10/mi-vida-es-un-cable-2/</guid>
<description><![CDATA[Mi vida es un cable.
O mejor dicho, quiero mundializar el sistema wireless. 
Ordenando mi habitació]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span lang="ES"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">Mi vida es un cable.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span lang="ES"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">O mejor dicho, quiero mundializar el sistema wireless. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span lang="ES"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">Ordenando mi habitación (una especie de maqueta a escala reducida de Kosovo) me vengo a enterar que el mejor regalo de cumpleaños puede llegar a ser una zapatilla para conectar la infinidad de cosas que tienen cable y enchufes con patas de mil formas y tamaños.<span>  </span>Además, por supuesto, de un adaptador para diferentes tipos de enchufes, un estuche para llevar cuanto cable anda dando vueltas y un vale para una serie de sesiones con el psicólogo porque esto me está causando un stress terrible.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span lang="ES"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">Y eso que yo no soy muy adepta a la tecnología. Lo que hay en esta habitación es por regalo o por necesidad. Ya estoy extrañando mi ex mundo sin tecno. Estábamos tanto más comunicados y tanto más felices…</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span lang="ES"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">Veamos qué tengo por acá:</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span lang="ES"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">*PC: trae dos cables: el que va del transformador a la PC y el que va de la corriente al transformador. Le tengo que agregar que como el cable de corriente tiene tres patas redondas (cable a tierra prácticamente inexistente por estas latitudes) tiene un adaptador…Entre la vagancia de escribir a mano una tesis y la falta de PC en mi casa, fue opción mía comprar. No me quejo, aunque la próxima inversión va a ser una wireless sí o sí (si el presupuesto da, obviamente). </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span lang="ES"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">*Mp4: cable USB (no voy a contar el enriendo que tienen los auriculares porque eso es ser quisquillosa y un poco despelotada). Fue un regalo. Completamente innecesario: camino en la calle sin escuchar música y en casa tengo un equipo que vuelve locos a mis vecinos, jeje. Pero bueno, vale como pendrive, así que… acá está, haciendo bulto entre mis cosas.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span lang="ES"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">*Celular: cable para corriente. Completamente de más: el que me quiera ubicar puede llamar a mi casa. Pero bueno, entre la inseguridad del mundo y la necesidad de rastrillaje de mi familia… acá está, bah... por ahí anda. Como me dijeron hace un tiempo: el celular de hoy es como el fax de hace unos años, el teléfono hace un poco más atrás… ¡en qué terminaremos! Curiosidad para el futuro.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span lang="ES"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">*Cámara digital:<span>  </span>sisisisisi, completamente de acuerdo en que las analógicas son mejores, pero bueh, ésta es más económica. Si bien es de mi hermano (hola hermanito, gracias por la cam, jaja) está acá y me está enredando las patas con tanto cablerío: USB, cargador + cable de corriente, adaptador para TV como con cinco patas… Terrible, pero ya volverá a manos de mi hermano, jejeje (Cuack).</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span lang="ES"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">*Handy: de uso laboral, también de mi hermano. El cargador creo que es más grande que el handy, pero bueh no queda otra que cargarlo o sino gritar en la montaña… ah! El handy también tiene un micrófono para poner en la campera y no tener que andar sacándolo cuando hace un frio digno de hipotermia, pero no lo voy a contar porque eso es una paquetería que da gusto tener (aunque en este momento está enredado con el USB de la cámara y los auriculares del mp4… sí, se cuenta!). Asi que con el handy sumamos un cargador, un cable de corriente y micrófono.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span lang="ES"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">En total son como nuevo o diez cables que terminan haciendo bulto y peso en cualquier mochila. Sumado a adaptadores, zapatillas, etc la mochila termina pesando más que un baúl de inmigrante.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span lang="ES"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">A esta descripción podría agregarle el velador, la tele, el equipo de música, el secador de pelo, la máquina de cortar pasto, la batidora, la depiladora, etc, etc… pero son cosas que tienen cable a las que uno ya se acostumbró y con las que no anda por la vida acarreándolas. Bah, por lo menos yo no me llevo de vacaciones a la multiprocesadora… </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span lang="ES"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">Ahora estoy en casa, pero no me veo trasladándome a otro lugar con todo esto. Además de la mochila de ropa y la de viaje con documentos… ¿tengo que llevar una tercer mochila con adaptadores, transformadores, y cajas cuadraditas con colores vistosos y alta tecnología? Uff, me quedo en casa. No quiero un pico de stress por si esa mochila es olvidada o sustraída… </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span lang="ES"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">O demasiada tecnología nos mejora la vida o nos la complica, no lo se. Sí me parece que hay una conspiración entre quienes realmente agravar la crisis energética mundial y los vendedores de adaptadores de corriente…</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span lang="ES"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">Los desafío a contar la cantidad de cables que hay en este momento en la habitación en la que se encuentran… a ver quién es el más enredado.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span lang="ES"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">Saludos</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span lang="ES"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">Bren.</span></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La ciudad, la bici y yo, 5.]]></title>
<link>http://aquiparis.wordpress.com/?p=282</link>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 21:44:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>tallerdelruido</dc:creator>
<guid>http://aquiparis.fr.wordpress.com/2008/10/10/la-ciudad-la-bici-y-yo-5-2/</guid>
<description><![CDATA[
No se ve por el retrovisor, ni en el túnel del metro pero en la ciudad llegó también el otoño, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://aquiparis.files.wordpress.com/2008/10/bicicletas-verticales.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-283" title="bicicletas-verticales" src="http://aquiparis.wordpress.com/files/2008/10/bicicletas-verticales.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>No se ve por el retrovisor, ni en el túnel del metro pero en la ciudad llegó también el otoño, las hojas caen y las bicis aparcadas se yerguen, atadas y bien atadas, para que no se las lleve el viento.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[“Tá nervoso? Vai pescar.” Dizem os cientistas.]]></title>
<link>http://ceticismo.wordpress.com/?p=2252</link>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 21:39:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lealcy B. Junior</dc:creator>
<guid>http://ceticismo.fr.wordpress.com/2008/10/10/%e2%80%9cta-nervoso-vai-pescar%e2%80%9d-dizem-os-cientistas/</guid>
<description><![CDATA[O cérebro pode produzir antidepressivos naturais quando corretamente estimulado, o que sugere que m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2246" style="margin:4px;" title="vai_pescar" src="http://ceticismo.wordpress.com/files/2008/10/vai_pescar.jpg" alt="" width="257" height="205" />O cérebro pode produzir antidepressivos naturais quando corretamente estimulado, o que sugere que meditar ou ir a lugares especiais realmente funciona, segundo um estudo científico publicado na quarta-feira.</p>
<p style="text-align:justify;">Ratos forçados a nadar infinitamente, até que preferissem apenas flutuar e esperar o afogamento, recuperavam a vontade de viver quando ouviam um tom associado à segurança.</p>
<p style="text-align:justify;">Isso sugere a capacidade de replicar esse estímulo em humanos e de desenvolver medicamentos melhores contra a depressão, segundo Eric Kandel, do Instituto Médico Howard Hughes e da Universidade Columbia, de Nova York, que dirigiu a pesquisa. <a href="http://ceticismo.net/2008/10/10/ta-nervoso-vai-pescar-dizem-os-cientistas/">Read more »</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Polar Whale's Appeal]]></title>
<link>http://teknociencia.wordpress.com/?p=44</link>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 20:36:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>portalhispano</dc:creator>
<guid>http://teknociencia.fr.wordpress.com/2008/10/10/a-polar-whales-appeal/</guid>
<description><![CDATA[En los años finales de Yanqui Whaling , el capitán de un ballenero escribió un artículo titulado]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>En los años finales de Yanqui Whaling , el capitán de un ballenero escribió un artículo titulado Un Whale polars Appeal.<br />
Este artículo, que es una narración en primera persona hablada por una ballena de Bowhead, es una súplica a nombre del Ballena Nation para poner fin a la matanza de su especie. Fue publicada en La Honolulu Friend el 15 de octubre de 1850. Publicaron este artículo en los archivos del museo de la pesca de ballenas de New Bedford en Massachusetts mientras que conducían la investigación para el establecimiento de Oceanía Project en 1987.</p>
<p>In the final years of 'Yankee Whaling', the Captain of a whaling vessel wrote an article entitled 'A Polar Whale's Appeal'. This article, which is a first person narrative spoken by a Bowhead Whale, is a plea on behalf of the 'Whale Nation' to put an end to the killing of his species. It was published in 'The Honolulu Friend' on October 15, 1850.<br />
We came across this article in the archives of the New Bedford Whaling Museum in Massachusetts while conducting research for the establishment of 'The Oceania Project' in 1987.</p>
<p>The Oceania Project's<br />
19th Whale Research Expedition<br />
August 2008:<br />
<a title="http://oceania.org.au/expedition/expedition.html" rel="nofollow" href="http://oceania.org.au/expedition/expedition.html" target="_blank"><span style="color:#0033cc;">http://oceania.org.au/expedition/expe...</span></a></p>
<p>DVDs  Downloads:<br />
<a title="http://oceania.org.au/iwhales/portal/home.php?cat=297" rel="nofollow" href="http://oceania.org.au/iwhales/portal/home.php?cat=297" target="_blank"><span style="color:#0033cc;">http://oceania.org.au/iwhales/portal/...</span></a></p>
<p> </p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/5Mn5BU5hm2Q'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/5Mn5BU5hm2Q&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Video youtube.com <span style="color:#666666;">:</span> <a class="hLink fn n contributor" href="http://www.youtube.com/user/TheOceaniaProject"><strong><span style="color:#0033cc;">TheOceaniaProject</span></strong></a></p>
<p><span><strong>Articulo original</strong></span></p>
<div><span>We kindly thank Mr. R. Carlos Nakai for allowing us to add his Native American Cedar Flute to this film:<br />
<a title="http://www.rcarlosnakai.com" rel="nofollow" href="http://www.rcarlosnakai.com/" target="_blank"><span style="color:#0033cc;">http://www.rcarlosnakai.com</span></a></span></div>
<div><span>'Mitakuye Oyasin' - Lakota for 'We are all related'.<br />
~A prayer of oneness and harmony with all forms of life: humans, animals, birds, insects, trees, plants and even rocks.</span></div>
<p><span>"The earth and myself are of one mind"<br />
~ Chief Joseph - Hinmaton-yalatkit<br />
~ 'Thunder coming from the Ocean up over the Land'</p>
<p>A Polar Whale's Appeal<br />
October 15, 1850<br />
Anadir Sea, North Pacific</p>
<p>The second Year of Trouble.</p>
<p>Mr. Editor, - In behalf of my species, allow an inhabitant of this sea, to make an appeal through your columns to the friends of the whale in general.</p>
<p>A few of the knowing old inhabitants of this sea have recently held a meeting to consult respecting our safety, and in some way or other, if possible, to avert the doom that seems to await all of the whale Genus throughout the world, including the Sperm, Right and Polar whales.</p>
<p>Although our situation and that of our neighbors in the Arctic, is remote from our enemy's country, yet we have been knowing to the progress of affairs in the Japan and Ochotsk seas, the Atlantic and Indian oceans, and all the other "whaling grounds."</p>
<p>We have imagined that we were safe in these cold regions; but no; within these last two years a furious attack has been made upon us, an attack more deadly and bloody, than any of our race ever experienced in any part of the world.</p>
<p>I scorn to speak of the cruelty that has been practised by our blood-thirsty enemies, armed with harpoon and lance; no age or sex has been spared. Multitudes of our species (the Polar), have been murdered in "cold" blood.</p>
<p>Our enemies have wondered at our mild and inoffensive conduct; we have heard them cry, "there she blows," and our hearts have quailed as we saw their glittering steel reflecting the sun beams, and realized that in a few moments our life-blood oozing out, would discolor the briny deep in which we have gambolled for scores of years.</p>
<p>We have never been trained to contend with a race of warriors, who sail in large three-masted vessels, on the sterns of which we have read "New Bedford," "Sag Harbor," "New London." Our battles have hitherto been with simple Indians in their skin canoes. We have heard of the desperate encounters between these whale-killing monsters and our brethren the Right whales on the North-west coast.</p>
<p>Some from that quarter have taken shelter in the quiet bays of our sea, others of the spermaceti species from Japan, have also visited us and reported their battles and disasters; they have told us it is no use to contend with the Nortons, the Tabers, the Coffins, the Coxs, the Smiths, the Halseys, and the other families of whale-killers.</p>
<p>We polar whales are a quiet inoffensive race, desirous of life and peace, but, alas, we fear our doom is sealed; we have heard the threat that in one season more we shall all be "cut up," and "tried out." Is there no redress?</p>
<p>I write in behalf of my butchered and dying species. I appeal to the friends of the whole race of whales. Must we all be murdered in cold blood? Must our race become extinct? Will no friends and allies arise and revenge our wrongs? Will our foes be allowed to prey upon us yet another year?</p>
<p>We have heard of the power of the "Press;" pray give these few lines a place in your columns, and let them go forth to the world. I am known among our enemies as the "Bowhead," but I belong to the Old Greenland family.</p>
<p>Yours till death,</p>
<p>POLAR WHALE</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
