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	<title>folclore &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/folclore/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "folclore"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 05:12:46 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Opinix: Kleiton e Kledir]]></title>
<link>http://ideiafix.wordpress.com/?p=396</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 19:02:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlão</dc:creator>
<guid>http://ideiafix.wordpress.com/?p=396</guid>
<description><![CDATA[Hoje volto com um assunto musical.

Vocês conhecem a dupla isso a dupla de MPB, Kleiton e Kledir?]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;">Hoje volto com um <strong>assunto musical</strong>.</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.mvhp.com.br/kledir1.jpg&#38;imgrefurl=http://www.mvhp.com.br/kleitonkledirentrevista.htm&#38;h=344&#38;w=500&#38;sz=33&#38;hl=pt-BR&#38;start=1&#38;tbnid=CD2bgNp0uXHxuM:&#38;tbnh=89&#38;tbnw=130&#38;prev=/images%3Fq%3DKleiton%2Be%2BKledir%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG"><img class="alignright" style="border:1px solid;" src="http://tbn0.google.com/images?q=tbn:CD2bgNp0uXHxuM:http://www.mvhp.com.br/kledir1.jpg" alt="" width="130" height="89" /></a></p>
<p style="text-align:left;">Vocês conhecem a dupla isso a dupla de MPB, <strong>Kleiton e Kledir</strong><strong>? </strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong>NÃO</strong>???? Então eu vou tentar apresentá-los...</p>
<p style="text-align:left;">Nascidos em Pelotas/RS, os irmãos Kleiton e Kledir Ramil sempre viveram em um ambiente musical, mas a careira deles começou mesmo quando se mudaram para Porto Alegre, onde foram para vida universitária.</p>
<p style="text-align:left;">Na década de 70, com mais 3 amigos, formaram o grupo <strong>"Almôndegas"</strong> na qual começaram a mostrar o que a música popular gaúcha tinha. A banda lançou 4 discos e depois de muito sucesso em seu estado natal se mudaram para o Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align:left;">No início da década de 80 os dois se lançaram como uma dupla, e ai o sucesso foi total.</p>
<p style="text-align:left;">Com letras bem humoradas que retratavam (e ainda retratam) o folclore gaúcho, sem esquecer da temática amorosa - utilizando para isso muitos termos regionais -  eles se firmaram no cenário musical nacional.</p>
<p style="text-align:left;">Suas composições foram gravadas por Simone, Fafá de Belém e muitos outros. Fora do Brasil elas estão presentes no repertório dos argentinos Fito Paez e Mercedes Sosa.<a href="http://ideiafix.files.wordpress.com/2008/07/kkfoto2.jpg"><img class="size-medium wp-image-404 alignright" src="http://ideiafix.wordpress.com/files/2008/07/kkfoto2.jpg?w=297" alt="" width="206" height="208" /></a><br />
Alguns sucessos são "<strong>Paixão</strong>" e " <strong>Vira Virou</strong>".<br />
Veja um pedacinho da "<strong>Deu pra Ti</strong>", um outro sucesso da dupla:</p>
<p><em>Quando eu ando assim meio down</em><br />
<em> Vou pra Porto e...bah! Tri legal<br />
Coisas de magia, sei lá</em><br />
<em> Paralelo 30</em></p>
<p style="text-align:left;">Quer saber mais??</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://kleitonekledir.uol.com.br/">http://kleitonekledir.uol.com.br/<br />
http://letras.terra.com.br/kleiton-e-kledir/<br />
</a></p>
<p style="text-align:left;">Até Sexta que vem!!</p>
<p style="text-align:left;">(<strong>Nota do Frank</strong>:  Para os imundos que só leram as palavras "<em>gaúcho", "Pelotas, "almôndegas" ,"vira virou"</em> e depois viram a foto, um aviso: Ambos são casados e têm filhas que justificam a fama gaúcha das belas mulheres. Mais um detalhe: a expressão "Deu pra Ti" significa <em>basta</em>, <em>chega</em>.... E que não fiquem mal entendidos!)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nação Maracambuco]]></title>
<link>http://poemia.wordpress.com/?p=306</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 14:24:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Caburé</dc:creator>
<guid>http://poemia.wordpress.com/?p=306</guid>
<description><![CDATA[Retirado de Ministério da Cultura
24 de julho de 2008
Nação Maracambuco
Grupo de Maracatu promove]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="dataPost">Retirado de <a href="http://www.cultura.gov.br/site/2008/07/24/nacao-maracambu/" target="_blank">Ministério da Cultura</a></p>
<p class="dataPost">24 de julho de 2008</p>
<h2>Nação Maracambuco</h2>
<h4>Grupo de Maracatu promove 'Folclore na Vila 2008', no dia 1º de agosto, em Olinda</h4>
<p>O Maracatu Nação Maracambuco realizará no dia 1º de agosto, o <strong>Folclore na Vila 2008</strong>, evento que já se tornou uma tradição da comunidade da Vila Popular, em Olinda, onde vem sendo promovido há sete anos.</p>
<p>A programação - que insere-se nas comemorações do <em>Mês do Folclore</em>, em Pernambuco - contará com apresentações culturais de grupos e artistas locais e da comunidade Peixinhos, também da cidade que foi a primeira capital pernambucana.</p>
<p>Durante a festa, ainda será celebrado o aniversário de 10 anos de promulgação pela Assembléia Legislativa do Estado de Pernambuco, da Lei nº 11.506/97, que institui a data de 1º de agosto como <em>Dia Estadual do Maracatu</em>.</p>
<p><strong>Manifestação Cultural</strong></p>
<p><a class="thickbox" href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2008/07/nacao-maracambuco-web.jpg"><img class="size-medium wp-image-13654 alignleft" style="margin-left:10px;margin-right:10px;" src="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2008/07/nacao-maracambuco-web-244x163.jpg" alt="" width="244" height="163" /></a>O Maracatu é uma expressão da cultura afro-indígena pernambucana, cujo mais remoto registro data de 1711, em Olinda, e fala de uma apresentação artística que compreendia teatro, música e dança. Uma festa para celebrar e homenagear a coroação do Rei do Congo.</p>
<p>Atualmente, são dois os ritmos dessa manifestação cultural: Baque Virado e Baque Solto.</p>
<p>Também conhecido como Maracatu Nação, o Baque Virado é caracterizado, principalmente, por sua origem nas Congadas. Tem uma percussão forte, em ritmo frenético, baseada em tambores grandes (chamados alfaias), caixas, taróis, ganzás e um gonguê.</p>
<p>Já o Baque Solto, ainda chamado Maracatu Rural, se distingue da outra modalidade pela ausência da figura do rei. Os personagens mais conhecidos são os Caboclos de Lança e no ritmo muito rápido destacam-se chocalhos, surdo, cuíca e instrumentos de sopro.</p>
<p><strong>Fundação Maracambuco -</strong> A organização tem o objetivo de montar e promover eventos gratuitos levando entretenimento para a sua comunidade, com apresentações de grupos culturais de base pernambucana, que possui trabalhos sociais com seus integrantes, dessa forma abre espaço para disseminação da arte e cultura popular produzida em Olinda. Saiba mais no <em>site</em> da instituição: <a href="http://www.maracambuco.com.br/index.php" target="_blank">www.maracambuco.com.br</a>.</p>
<p>(Texto: Marcelo Lucena, Comunicação Social/MinC)<br />
(Fonte: Fundação Maracambuco)</p>
<ul class="creditos">
<li>Publicado por <a title="Posts de Sheila Sterf/Comunicação Social" href="http://www.cultura.gov.br/site/author/sheila/">Sheila Sterf/Comunicação Social</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um Pouco Sobre Dinara Pessoa]]></title>
<link>http://poemia.wordpress.com/?p=301</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 16:41:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Caburé</dc:creator>
<guid>http://poemia.wordpress.com/?p=301</guid>
<description><![CDATA[Retirado de JCOnline
Dinara Pessoa tomou gosto pelo pastoril desde o tempo de infância
A pesquisado]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Retirado de <a href="http://www2.uol.com.br/JC/_2000/0212/cc0212_2.htm" target="_blank">JCOnline</a></p>
<p>Dinara Pessoa tomou gosto pelo pastoril desde o tempo de infância</p>
<p>A pesquisadora, que chegou a participar de jornadas, viu-se obrigada a pagar com dinheiro do próprio bolso a nova fornada de discos para atender aos pedidos</p>
<p>A pernambucana Dinara Helena Pessoa, desde a infância, está ligada à cultura popular e ao pastoril, particularmente. “Quando pequena, dancei mais de 50 vezes o pastoril”, contou. Acompanhada da mãe, seguia o folguedo na Festa da Mocidade, na quermesse do colégio, em Casa Amarela ou Itamaracá, interpretando os diversos personagens que compõem a apresentação do pastoril. Onde estivesse os cordões azul e vermelho, lá estava ela.</p>
<p>Com o interesse pela música, e pelo piano principalmente, Dinara deixou de dançar e passou a tocar nas apresentações de pastoril. “Deixei de ser brincante para ser uma entusiasta do folguedo”. O seu envolvimento com a música só fez aumentar com a entrada no Conservatório Pernambucano e, posteriormente, a licenciatura e o bacharelado em piano na UFPE.</p>
<p>Para juntar o estudo da cultura popular com este lado acadêmico e erudito, Dinara fez uma pós-graduação em Etnomusicologia, no Centro para las Culturas Populares y Tradicionales, da Venezuela. A formação etnomusical ajudou na pesquisa que ela empreendeu a partir dos anos 70. “A partir de 1970, através do historiador Leonardo Dantas, o Recife passou a abrigar vários concursos de pastoril, muitos deles com a minha presença nas comissões julgadoras”.</p>
<p>Após aposentar-se da UFPE e da Escola Técnica Federal e desempenhar algumas funções na administração cultural do Recife, Dinara decidiu colocar no papel os mais de 20 anos que passou recolhendo dados e sons dos pastoris do Estado. “Mas eu não tinha nenhuma perspectiva, nem condições financeiras de bancar um projeto como este”. Como quem não quer nada, inscreveu o projeto na Lei de Incentivo do Recife e aguardou. “Tomei um susto quando fui selecionada, era a certeza de que o projeto virava realidade”.</p>
<p>O apoio garantiu a produção de duas mil cópias do disco, que se esgotaram rapidamente. Este ano ela voltou a fazer mais cópias, desta vez com o dinheiro do próprio bolso. “As pessoas me procuravam, queriam ter o disco, então tive que mandar fazer mais”.</p>
<p>Para quem estava satisfeita com a recepção da obra, o prêmio do Iphan foi outra grande surpresa. “Depois da premiação do Centro Luiz Freire e da Fundação de Cultura do Recife no ano passado, as pessoas passaram a me dar incentivo, mas não acreditava que pudesse ganhar”. Foram 36 ações selecionadas pelo instituto, distribuídas em cinco categorias. O projeto pernambucano concorreu com outros cinco na categoria de Inventário de Acervos e Pesquisa.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Calango]]></title>
<link>http://poemia.wordpress.com/?p=295</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 14:52:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Caburé</dc:creator>
<guid>http://poemia.wordpress.com/?p=295</guid>
<description><![CDATA[Retirado de Jangada Brasil
O Calango — baile típico da Baixada Fluminense
Wilson W. Rodrigues
Uma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Retirado de <a href="http://www.jangadabrasil.com.br/revista/maio66/fe66005b.asp" target="_blank">Jangada Brasil</a></p>
<p>O Calango — baile típico da Baixada Fluminense<br />
<strong>Wilson W. Rodrigues</strong></p>
<p>Uma das mais curiosas formas de coreografia popular da Baixada Fluminense, na zona de influência da estrada de penetração para a região Serra-acima (Estrada velha de Petrópolis, atual estrada Automóvel Clube) é o calango. O calango, como, em geral, acontece nessas designações é baile, dança, canto e música. É realizado debaixo de latadas especialmente construídas para a "função" e parece ser o gênero típico que predomina nessa parte da Baixada Fluminense. Tivemos ocasião de assistir a diversos calangos, e baseados em observações diretas de nosso trabalho de campo é que fazemos, pela primeira vez, o registro dessa tradição fluminense.</p>
<p>Registro</p>
<p>Nome: Calango</p>
<p>Região: Parada Angélica, distrito de Imbariê, município de Duque de Caxias, estado do Rio do Janeiro. Localidade rural por excelência, na qual predomina a lavoura da banana. O estilo da habitação é o da casa de sopapo coberta de sapê. Predomina na população a influência negra. Largo consumo de cachaça. Alimentação básica: aipim, feijão, angu, carne seca, banana e comumente, caça local. A recreação típica é o calango. Não existe igreja na localidade, e conseqüentemente há ausência de festas religiosas, a não ser a comemoração do dia de São João. É costume a reza das ladainhas como culto doméstico.</p>
<p>Origem: O calango parece ser de proveniência mineira e resultar de duas fontes étnicas: a européia e a negro-africana. É a interência que tiramos de sua denominação. Dos europeus recebemos o habitualismo de dar o nome de bicho as danças (cf. Pavana de pavo; tarantela, de tarântula; etc.); calango é também nome de certo iguanídeo, o camaleão. Dos negros recebemos o vocábulo "calango" que, cf. Jacques Raimundo em O elemento afro-negro na língua portuguesa, deriva de ambundo kalanga ou rikalanga, que significa lagartixa. O étimo, porém nos sugere a hipótese de que a forma primitiva do calango fosse uma dança imitativa. Os dançarinos nesse caso imitariam o "passo do calango"; o arrasta-pé característica que ainda hoje se observa nesse folguedo, talvez seja ainda o vestígio do andar arrastado do réptil. Ora, em se tratando, além de uma dança, também é um desafio, é possível que o étimo negro-africano, não seja propriamente kalanga significando "lagartixa", mas o verbo de kibumdo, kalanga que significa  "prevenira; cf. Pereira do Nascimento em seu Dicionário sobre o kimbundo, registra: Prevenir, v. a. Kalanga. Ficar de prevenção (ensina o africanólogo luso) em kimbundo é o verbo kanga. Ora, num desafio ambos contendores se encontram sempre de prevenção. Não será excesso ligar o calango desafio com o verbo kalanga (prevenir).</p>
<p>Caráter: Dança recreativa em que tomam parte ambos os sexos.</p>
<p>Formação: Dança de parelha</p>
<p>Dança: Os pares dançam arrastando pé: o arrasta-pé acompanha o ritmo musical.</p>
<p>Canto: É um gênero de desafio com dois cantadores ou mais cantadores. Cada cantador é independente na sua cantoria e apenas o "pé de cantiga" une os assuntos; os temas às vezes não possuem nenhuma conexão entre si; apenas o "pé de cantiga" religa-os. O canto não tem nenhum caráter de polêmica, nem de sátira. Embora haja verso improvisado, a contextura do calango é ordinariamente tradicional. Cantam quase sempre em falsete, e não deixa de ser curioso se ver negro forte e de voz grossa cantando fino e em tom anasalado.</p>
<p>Texto: Os seguinte textos foram recolhidos em Parada Angélica.</p>
<p>Ninguém fale do calango<br />
Que o calango é meu xará<br />
Quem quiser cachaça boa<br />
Manda o calango buscar<br />
Que o calango é bem mandado<br />
Vai depressa e volta já.<br />
Amigo patrão, meu amo<br />
Eu agora vou falar... etc.</p>
<p>Estribilho<br />
O-lê-lê<br />
Calango deu<br />
O-lê-lê<br />
Calango dá</p>
<p>Música: Compasso binário. Repetição de notas nos fragmentos melódicos. Tonalidade em bemol.</p>
<p>Instrumentos: Viola, cavaquinho, sanfona, chocalho.</p>
<p>Observações: Ainda não foi feito o registro cinematográfico do calango. Ao que nos conste esta é a primeira comunicação a respeito.</p>
<p>(Rodrigues, Wilson W. "O calango; baile típico da Baixada Fluminense". Vanguarda. São Paulo, 18 de setembro de 1953)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre Wilson Woodrow Rodrigues]]></title>
<link>http://poemia.wordpress.com/?p=293</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 14:49:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Caburé</dc:creator>
<guid>http://poemia.wordpress.com/?p=293</guid>
<description><![CDATA[Retirado de JGAraujo
Wilson Woodrow Rodrigues
Nasceu a 6 de julho de 1916. na cidade do Salvador, Es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Retirado de <a href="http://www.jgaraujo.com.br/antologia/wilson_woodrow_rodrigues.htm" target="_blank">JGAraujo</a></p>
<p><strong>Wilson Woodrow Rodrigues</strong></p>
<p>Nasceu a 6 de julho de 1916. na cidade do Salvador, Estado da Baia, filho do Cel. Julio Rodrigues de Sousa e de D. Josina Parente Rodrigues. Desde menino revelou vocação para a poesia, tendo publicado as suas primeiras composições em periódicos escolares. Foi jornalista.</p>
<p>Bibliografia:<br />
"Sombra de Deus".<br />
"Pai João".<br />
"Lendas do Brasil".</p>
<p>(Antologia da Nova Poesia Brasileira - J.G . de  Araujo Jorge - 1ª ed., 1948)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Festival delle province nel Parco di Pietra (Roselle-Grosseto) ]]></title>
<link>http://sentinelladelbraccagni.wordpress.com/?p=114</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 13:27:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fidanzi</dc:creator>
<guid>http://sentinelladelbraccagni.wordpress.com/?p=114</guid>
<description><![CDATA[Il programma si aprirà sabato 2 agosto quando sul palco salirà Elidio Benelli (classe 1921) insiem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Il programma si aprirà sabato 2 agosto quando sul palco salirà Elidio Benelli (classe 1921) insieme a Irene Marconi. I due se la vedranno con i colleghi di Rieti Alessio Runci e Paolo Santini, e da L'Aquila Marcello Patrizi e Bernardino Perilli. Domenica 3 agosto sarà la volta di Alessandro e Francesco Cellini (forse il più giovane poeta in attività) che si esibiranno con Umberto Lozzi, detto "Volpino" o "Puntura". Con loro ci sarà il giovane  Enrico Rustici, che ormai da 10 anni si confronta con i coleghi più anziani. Lunedì 4 agosto ancora Enrico Rustici con Niccolino Grassi e Elino Rossi. Concluderà il Festival Eugenio Finardi. Il 26 luglio Enrico Rustici e Irene Marconi porteranno la poesia a braccio maremmana a Torino il 26 luglio al Festival dell'oralità popolare.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Artesanato Acreano]]></title>
<link>http://poemia.wordpress.com/?p=283</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 18:06:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Caburé</dc:creator>
<guid>http://poemia.wordpress.com/?p=283</guid>
<description><![CDATA[Retirado de Overmundo
Artesanato acreano - www.artesanatoacreano.com.br
Quem não tem um colar de ja]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Retirado de <a href="http://www.overmundo.com.br/guia/artesanato-acreano-quem-nao-tem-um-colar-de-jarina-ou-a-pulseira-de-acai" target="_blank">Overmundo</a></p>
<p>Artesanato acreano - <a href="www.artesanatoacreano.com.br" target="_blank">www.artesanatoacreano.com.br</a></p>
<p>Quem não tem um colar de jarina ou a pulseira de açaí?<br />
<em>Por Fabiana Mesquita</em></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://www.overmundo.com.br/_guia/img/1216242637_guia_002.jpg" alt="" width="421" height="316" /></p>
<p>De todo o trabalho tradicional do Acre, desde a retirada do leite da seringueira, da castanha e sementes até a composição de remédios com plantas locais, o que mais chama atenção, tanto do turista quanto do próprio acreano, é o artesanato.</p>
<p>A vocação do artesão acreano, adquirida das contribuições de nordestinos e indígenas, manifesta-se nos trabalhos com fibras típicas da região, cerâmica, ouriço da castanha, jarina (marfim vegetal), madeira, cestaria (palha, cipó, titica, timbó e ambé), látex, couro vegetal e sementes.</p>
<p>Quem visita o Estado não pode sair sem uma peça. Os colares de jarina e as pulseiras de sementes de açaí são acessórios essenciais das mulheres da região. Apreciadores da arte ficam impressionados com a qualidade do produto feito com a utilização de sementes florestais de forma delicada e diferente. Além de colares e pulseiras, encontramos brincos, luminárias, porta-retratos, imãs de geladeiras que descrevem costumes locais e uma infinidade de peças decorativas.</p>
<p>Atualmente, com a criação da Gerência do Artesanato pela Secretaria de Cultura, os artistas ganharam mais apoio e ampliação das oportunidades de comercialização dos seus produtos. É possível encontrar as peças em feiras, mostra e exposições oferecidas constantemente por todo Estado. Em Rio Branco encontramos barracas de artesãos nas praças e mercados do centro.</p>
<p>Alguns Estados já se interessaram pelos produtos. É possível encontrar peças acreanas em feiras e lojas especializadas de São Paulo, Pará, Mato Grosso, Ceará, Brasília e outros.</p>
<p><strong>Onde fica:</strong><br />
Em Rio Branco:<br />
Casa do Artesão - Parque da Maternidade<br />
Mercado Velho - Praça da Bandeira, margem esquerda do Rio Acre<br />
Praça do José de Melo - Av. Ceará, centro</p>
<p><strong>quando ir:</strong><br />
Todo dia</p>
<p><strong>quanto custa:</strong><br />
O preço das peças varia entre 5,00 e 25,00 reais.</p>
<p>Saiba mais: <a href="www.artesanatoacreano.com.br" target="_blank">www.artesanatoacreano.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Principais Danças, Ritmos e Folguedos no Mato Grosso]]></title>
<link>http://poemia.wordpress.com/?p=279</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 17:25:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Caburé</dc:creator>
<guid>http://poemia.wordpress.com/?p=279</guid>
<description><![CDATA[Retirado de MTNews
Principais Danças, Ritmos e Folguedos no Mato Grosso
Texto do músico e pesquisa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Retirado de <a href="http://www.mtnews.com.br/cultura/danca.htm" target="_blank">MTNews</a></p>
<p>Principais Danças, Ritmos e Folguedos no Mato Grosso<br />
Texto do músico e pesquisador <strong>Milton Pereira de Pinho</strong> - Guapo</p>
<p>Em período fértil no terreno cultural, Mato Grosso cria novos passos e ritmos, com novos grupos de folclore assimilando culturas e confirmando a fama de ser o mais brasileiro de todos os Estados da Nação.</p>
<p><strong>Siriri </strong>-  O siriri é uma dança das mais populares do folclore mato-grossense, praticada especialmente nas cidades e na  zona rural da baixada cuiabana, fazendo parte das festas de batizados, casamentos e festejos religiosos. É uma dança que lembra os divertimentos indígenas. Segundo a pesquisadora Julieta de Andrade - "siriri é uma suite de danças de expressão hispano-lusitana, fortemente cultuada no ritmo e no andamento, com expressão africana". e compara o siriri com o  fandango do litoral brasileiro.</p>
<p>É o siriri dançado por homens, mulheres e até crianças, numa coreografia bastante variada e sem uma interpretação definida, sendo praticada em sala de casa ou mesmo em terreiros. A música é simples e bastante alegre, falando de coisas da vida. Os tocadores são também os cantadores, em solo ou em côro com os participantes da dança. Os instrumentos musicais usados no acompanhamento da dança são basicamente a viola de côcho, o ganzá e o mocho ou tamboril.</p>
<p><strong>Cururu </strong>-  O Cururu é importante componente do folclore mato-grossense. A dança do cururu se classifica em sacra e profana. A sacra, também chamada de função, geralmente acontece as orações aos santos de devoção popular e tem o objetivo de louvar ou homenagear aquele determinado Santo. A profana é aquela dança acompanhada pelos desafios e versos dos repentistas, por trovas de amor e uma variada coreografia.</p>
<p>O cururu, na cuiabania, é dança de roda, só para homens, ao som de desafios cantado, com acompanhamento instrumental; é função de cururu.</p>
<p><strong>Congadas </strong>-  Outra dança característica do folclore mato-grossense, é a Dança de Congos, também chamada Congadas. É de origem autenticamente africana. Esta dança geralmente fazia parte das comemorações festivas de Nossa Senhora do Rosário e de São Benedito. A Dança de Congos é de característica dramática e a indumentária colorida associada ao uso de espadas, simboliza a luta entre dois potentes africanos, um representando a nação do Rei de Portugal, o dominador e o outro representando a nação do Rei Congo (ou seja, a África negra dominada) .</p>
<p>A dança constitui-se de duas partes bem distintas, a cantiga e a embaixada. Além da baixada cuiabana, as Congadas são tradicionalmente cultuada na primeira capital mato-grossense, a cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade.</p>
<p><strong>Cana verde</strong> - A  Cana Verde é uma dança em desuso, hoje é considerada uma variação mais longínqua do Siriri. Também é dança típica da baixada cuiabana.<br />
Basicamente é uma dança de roda simples, onde homens, mulheres e crianças dançam numa fila, dando dois passos para cada lado. A duração da dança depende do fôlego dos cantadores, da suas possibilidades de desafio; e eles cantam sem parar, eis que cada um faz a segunda voz para o outro, alternadamente, enquanto se "atazanam". - Julieta de Andrade - Pesquisa de Folclore em Mato Grosso.</p>
<p><strong>Troika Pantaneira</strong> - Expressão coreográfica criada em Barão de Melgaço, pelo professor João Gonçalves. O nome "troika" é de origem russa, significando uma espécie de cordão de saideira, com síntese do Cururu, Siriri, Rasqueado, Chamame, Quadrilha, Pericón e São Gonçalo.<br />
A dança caracteriza-se por passos marcantes. A indumentária é da catadeira de algodão (saia cor de ponche c/ abertura ) , para mulheres. Para os homens a indumentária é de peão pantaneiro ( bota, chapéu, lenço, laço, etc ).</p>
<p>A Troika  Pantaneira não atem data certa para apresentação, mas sabe-se ocorre em qualquer festa junina.<br />
É comum aos turistas que visitam as exuberantes baías de Chacororé e Siá Mariana, se depararem com dançarinos, às margens do glorioso Rio Cuiabá ensaiando passos e números inéditos da gostosa dança.</p>
<p><strong>Chalana</strong> - Desta nova safra, destacam-se os integrantes do grupo folclórico Chalana, da cidades de Cáceres, que filtrou da música gaúcha e mato-grossense um ritmo alucinante e envolvente, fazendo com que as pessoas que o assistem, tornem-se apreciadores desta novidade cultural. Há que destacar, que o migrante, ao vir para Mato Grosso, trouxe consigo sua tradição, e junto, um certo ranço bairrista. Daí a observar-se em cidades do interior diferentes tipos de manifestações folclóricas, das quais, algumas jamais vistas em nosso Estado.<br />
<strong><br />
Dança do Zinho Preto</strong> - A dança do Zinho Preto é digna de registro. É praticada por um grupo de dançarinos no município de Jauru, cidade que fica entre as vertentes dos rios Guaporé e Jauru, no oeste mato-grossense.</p>
<p>É uma dança que envolve somente homens, diversas fases são desenvolvidas, sempre ao som de uma sanfona e pandeiro. Os dançarinos vestem-se com roupas em tons berrantes usam penachos na cabeça. Frequentemente pulam garrafas (vazias) dispostas em linha reta, no chão, usando também espadas (de madeiras), simbolizando uma luta. A Dança do Zinho Preto de Jauru tem características indígenas e africanas.</p>
<p><strong>Dança do Facão </strong>-  Uma das manifestações de maior destaque no interior mato-grossense, é a Dança do Facão. É um folfolguedo tipicamente gauchesco, sendo apresentado principalmente nos CTGs - Centro de Tradições Gaúchas, esparramados por todos os rincões do Estado, inclusive na capital, Cuiabá.<br />
Esta dança agrada a todos que vêem, pela riqueza do figurino e agilidade dos dançarinos.</p>
<p><strong>Dança dos Lenços</strong> - A dança originária da cidade pantaneira de Barão de Melgaço, criada por dona Leodina Oliveira da Silva. Segundo a própria Leodina, esta expressão saiu dos passos do Siriri, chamado Barco do Alemão. A dança é uma declaração de amor no sentido mais singelo e sublime.</p>
<p><strong>Milonga</strong> - Expressão que nasceu na região platina e que virou toada pública no Rio da Prata. Existe a milonga pampeana e a da cidade. A Milonga é poeticamente fruto da preguiça do tempo e das horas de ausência do gaúcho ou base melódica para o Payador (repentista do sul). Em Mato Grosso, a milonga chegou com os migrantes gaúchos, notadamente a partir da década de setenta, assim como outros ritmos.</p>
<p><strong>Chote</strong> - Dança de origem alemã ou húngara, trazida para Espanha e portugal, mais tarde para a América, a qual fixou-se no sul e nordeste brasileiro. o nome vem do alemão Schottish, parecido com a mazuca e com a polca. E chote no sul é mais conhecido no Rio Grande do Sul, na Província de missiones ( Argentina) e algumas regiões fronteiriças do Uruguai. Tornou-se dança popular, criando característica própria. Veio para o Mato Grosso com os gaúchos e nordestinos, especialmente a partir dos anos setenta.</p>
<p><strong>Fandango</strong> - Dança espanhola e portuguesa, foi trazida para o Brasil no século passado. O Fandango é um tipo de baile rural em Portugal, acompanhado de sanfona e viola, enquanto que na Espanha, de violão e castanhola. É uma expressão que existe em vários estados brasileiros e Mato Grosso somente recebeu suas influências há poucas décadas. O Fandango é tocado pelos conjuntos  musicais em bailes gaúchos.</p>
<p><strong>Vanerão </strong>- Assim como vanera, vanerinha, segundo o pesquisador Paixão Côrtes, nasceu da habanera e esta por sua vez nasceu em Havana - Cuba. Daí o seu nome habanera que quer dizer de habana. A habanera foi a primeira música genuinamente afro-latino-ameriacana que foi levada para salões europeus do século XVII. Mais tarde, já deformada na sua estrutura primordial devido às modalidades nelas aplicadas  pelos músicos europeus, voltou com os imigrantes portugueses  e espanhóis, alojando-se em diversas cidades da América Latina. De acordo com nossas pesquisas, a habanera deu origem no maxixe brasileiro, e grande expressão popular argentina, o tango. Quanto ao vanerão, foi mais uma alteração  dessa música e se tornou, ao lado do chote, bugio, fandango, etc, uma das danças populares do Rio Grande do Sul. Também foi trazida a Mato Grosso pelos povos do sul.</p>
<p><strong>Cateretê</strong> - De provável origem africana, disseminada nas regiões sudeste e Estado de Goiás. Dança em fileiras opostas e cantada, cujo nome indica origem tupi, mas que coreograficamente se mostra muito influente pelos processos de dançar catira. O cateretê é cultivado em Mato Grosso na região do Médio Araguaia.</p>
<p><strong>Bugio</strong> - Dança popular gaúcha. É  considerada a mais autêntica  de todas as outras. A denominação  bugio vem da imitação que os pares fazem durante o desenrolar da dança. O bugio apareceu em Mato Grosso com o movimento migratório gaúcho.</p>
<p><strong>Moda de Viola</strong> - Canção rural a duas vozes, em terças, com acompanhamento de viola de pinho. Seus temas enfocam sagas de boiadeiros, amores não correspondidos e sempre cantada com vernáculos locais. Em Mato Grosso é facilmente encontrada em toda extensão araguaiana, trazida pelos migrantes de Minas Gerais, São Paulo e Goiás, onde é muito comum.</p>
<p><strong>Toada</strong> - Qualquer cantiga de melodia simples e monótona, texto curto, sentimental ou brejeiro, estrofe e refrão.</p>
<p><strong>Pastorinhas ou Pastoril</strong> - Pequena representação dramática, composta de várias cenas (jornadas), durante as quais se sucediam cantos, danças, partes declamadas e louvações e que se realizava diante do presépio, entre o dia de natal e o de Reis, para festejar o nascimento de Jesus. Folguedo comum em Barra do Garças - Vale do Araguaia.</p>
<p><strong>Música Nordestina</strong> - Denominação dada a toda nebulosa telúrica da cultura musical nordestina. A música nordestina tem vários ritmos, folguedos e cantorias. Em Mato Grosso o chamado forró é mais conhecido devido a ser uma coletânea de danças populares nordestinas, como o baião, xaxado, chote ... A música nordestina influenciou Mato Grosso em toda região do Vale do Araguaia e norte do Estado, principalmente depois da fundação de Brasília.<br />
<strong><br />
Catira</strong> - Considerada a mais contundente expressão rural originada do Lundu, ao lado  do Cateretê, Cururu Paulista, Arrasta-Pé, Balanço, Calango Mineiro, Pagode...etc. Com sapateado ou improvisações de versos mostrando uma das facetas de fandango luso-espanhol, a catira marca no seu desenrolar toda uma saga de chamada música caipira e seu canto, em primeira e segunda voz, que hoje é uma das bases vocais da música sertaneja. A catira desenvolveu-se em diversas regiões mato-grossense; Chapada dos Guimarães, Vale do Araguaia, do Rio Garças e do rio Vermelho.</p>
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<title><![CDATA[Terminologia Musical]]></title>
<link>http://tianix.wordpress.com/?p=29</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 18:50:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tiago de Lima Castro</dc:creator>
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<description><![CDATA[A algum tempo estive pesquisando sobre a história do violão, e ao chegar no site Violão Mandrião]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A algum tempo estive pesquisando sobre a história do violão, e ao chegar no site <a title="Violão Mandrião" href="http://www.violaomandriao.mus.br/historia/histcap10.htm" target="_blank">Violão Mandrião</a>, na página em que ele fala sobre Gaspar Sanz, verifiquei algo muito interessante que cito a seguir:</p>
<blockquote><p><span style="font-family:Arial,Arial,Helvetica;"> "Estes livros contém varias instruções sobre como improvisar e executar a música de guitarra usando dois métodos: <em>el tañer de rasgueado</em> (método italiano) e <em>el tañer de punteado</em> (método español).</span><span style="font-family:Arial,Arial,Helvetica;"> Sanz acreditava que p primeiro método se adaptava melhor com as danças musicais. Os acordes de rasqueado eram escritos com letras do alfabeto, da mesma maneira da notação italiana. Mas a maior parte de suas composições estavam escritas em tablatura onde as linhas representam as cordas da guitarra e os números o traste onde a corda deve ser presa.</span><span style="font-family:Arial,Arial,Helvetica;">"</span></p></blockquote>
<p>O fato interessante é que no universo da Viola Caipira, o termo Pontear ainda é muito utilizado. O termo Rasgueado é utilizado, também, entre violonistas, mas o termo ponteio foi caindo em desuso.</p>
<p>O Aurélio nos apresenta que ponteio é a arte de pontear, e pontear significado:</p>
<blockquote><p>"1. Marcar com pontos, pontilhar. 2. Marcar com os pontos de costura ou com alinhavo 3. Mús. Colocar os dedos  nos pontos de (instrumento de corda dotado de ponto ou de trastos), enquanto a mão direita dedilha; tanger, tocar; dedilhar. 4 Dedilhar (cordas de instrumento). [Conjug.: v. frear]"</p></blockquote>
<p>E, no mesmo dicionário, como ele descreve o vocábulo dedilhar:</p>
<blockquote><p>1. Fazer vibrar com os dedos 2. Mús. Executar com os dedos (peça ou trecho musical) em instrumentos de cordas. 3. Mús. Indicar por algarismo o dedo de que o executante  se deve servir para cada nota em (peça ou trecho de peça musical)</p></blockquote>
<p>Vejamos agora que definções nos traz o dicionário Michaelis:</p>
<p><!-- /busca --> <!-- conteudo --></p>
<p><!-- /busca --> <!-- conteudo --></p>
<blockquote><p><span class="palavra">dedilhar</span><br />
<span class="palavraComPontos">de.di.lhar</span><br />
<span class="descricao"><em> </em>(<em>dedo</em>+<em>ilhar</em>)<em> vtd</em><strong> 1</strong> Fazer vibrar com os de­dos­ as cordas de (instrumento de música):<em> Dedilhavam ambos bandolins desafinados</em>.<strong> 2</strong> Executar (tre­cho de música) em instrumento de cordas que se­ toca com os dedos (harpa, violão etc.): <em>Pegou da vio­la e dedilhou uma toada sertaneja. Com uma só­ das mãos dedilhou umas toadas bem conhecidas</em>.<strong> 3</strong> Mover com os dedos as teclas de instrumento de sopro: <em>Mestre Olivier dedilhava com virtuo­sis­mo o clarinete.</em><strong> 4</strong> Indicar, por algarismos, o dedo de­ que se deve servir o executante para cada nota (de­ trecho musical).</span></p>
<p><span class="palavra">pontear<sup>1</sup></span><br />
<span class="palavraComPontos">pon.te.ar<sup>1</sup></span><br />
<span class="descricao"><em> </em>(<em>ponta</em>+<em>ear</em>)<strong> </strong><em>vtd</em> e <em>vint</em> <strong>1</strong><em> </em>Ir na ponta ou à frente do rebanho (falando de animais): "Leôncio... reconheceu o animal tordilho a<em> </em>pontear a tropa" (Francisco Marins). <em>Vinha o baio ponteando.</em><strong> </strong><em>vtd </em><strong>2</strong><em> Escult</em> Desbastar pedra com ponta ou ponteiro.</span></p>
<p><span class="palavra">pontear<sup>2</sup></span><br />
<span class="palavraComPontos">pon.te.ar<sup>2</sup></span><br />
<span class="descricao"><em> </em>(<em>ponto</em>+<em>ear</em>)<em> vtd</em><strong> 1</strong> Cobrir ou marcar com pontos:<em> Pontear</em> <em>um mapa, um desenho.</em><strong> 2</strong> Alinhavar, coser:<em> </em>"Pontear a bainha de um lenço" (Morais).<strong> 3</strong><em> Mús</em> Dedilhar, tanger, tocar (instrumentos de corda).</span></p>
<p><span class="palavra">ponteio</span><br />
<span class="palavraComPontos">pon.tei.o</span><br />
<span class="descricao"><em> sm </em>(<em>der </em>regressiva de <em>pontear</em>)<em> Mús</em> Ato ou efeito de pontear<sup>2</sup></span></p></blockquote>
<p>Pelo que vemos o termo pontear já é encontrado no <a title="Método de Gaspar Sanz" href="http://tianix.wordpress.com/2008/07/01/instruccion-de-musica-sobre-la-guitarra-espanola-de-gaspar-sanz/" target="_self">método de Gaspar Sanz (o qual foi postado neste blog)</a> e cada um dos dicionários consultados apresentam o termo ou como movimento da mão sobre os trastes, neste caso o Aurélio; ou como sinônimo de dedilhar, neste caso o Michaelis.</p>
<p>Ao escutar os violeiros vemos que o termo pontear é usado para todo momento que tocamos alguma melodia na viola, diferente do ragueado, referente a quando se "acompanha" com os acordes.</p>
<p>Poderíamos falar sobre a forma dos Ponteios escritos por compositores de musica de concerto, mas isto para outra ocasião....</p>
<p>A conclusão é que o termo é bem antigo e não é errado, incrível como no interrior do país se manteve um termo utilizado na Guitarra Barroca (logo vamos discutir sobre sua ligação com a Viola Caipira) e mantido pela tradição, a parte que nas zonas urbanas o termo caiu em desuso, sendo utilizado, no sentido de tocar alguma melodia com o instrumento na linguagem popular, o termo dedilhar.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Arraiá com Samba]]></title>
<link>http://sambadobrasil.wordpress.com/?p=737</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 18:05:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>sambadobrasil</dc:creator>
<guid>http://sambadobrasil.wordpress.com/?p=737</guid>
<description><![CDATA[Neste fim de semana a estrela guia de Padre Miguel realiza o 1º Arraia dos Compositores da Mocidade]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:12pt;"><a href="http://sambadobrasil.wordpress.com/files/2008/04/mocidade-bandeira.jpg"><img class="size-medium wp-image-64 alignleft" src="http://sambadobrasil.wordpress.com/files/2008/04/mocidade-bandeira.jpg?w=130" alt="" width="130" height="130" /></a>Neste fim de semana a estrela guia de Padre Miguel realiza o 1º Arraia dos Compositores da Mocidade. A entrada é franca e contará com concurso de quadrilhas de roça e de salão, bandas de forró, gincanas, rifas relâmpago, pescaria, barracas típicas, touro mecânico e parquinho de diversão.</span></span><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:12pt;"> </span></span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:Georgia;">A festa começa às 18h no sábado e às 14h no domingo, na quadra da escola - Rua Coronel Tamarindo, 38 – Padre Miguel.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Participá de la Bienal con tu diseño.]]></title>
<link>http://diseniodeindumentaria2.wordpress.com/?p=185</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 13:46:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>chulavistadigital</dc:creator>
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<description><![CDATA[La 5ª Bienal Nacional de Arte Joven que se desarrollará en Mar del plata incluye la categoría de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>La 5ª Bienal Nacional de Arte Joven</strong> que se desarrollará en Mar del plata incluye la categoría de Diseño de Indumentaria. Ésta es una oportunidad genial para participar con tu diseño. Aca copie las bases que me mandó Valeria -mil gracias!!- y las animo a que participen. Si necesitan ayuda, consulten!!</p>
<p>Cada disciplina tendrá un reglamento específico que podrá ser solicitado por e-mail a <a href="mailto:programación@cultura.mardelplata.gov.ar">programación@cultura.mardelplata.gov.ar</a> con copia a: <a href="mailto:artejovenmdq@yahoo.com.ar">artejovenmdq@yahoo.com.ar</a> ó <a href="mailto:juventud@mardelplata.gov.ar">juventud@mardelplata.gov.ar</a> con copia a: <a href="mailto:juventudmardelplata@yahoo.com.ar">juventudmardelplata@yahoo.com.ar</a></p>
<p>La Subsecretaría de Cultura de la provincia de Neuquén invita a los artistas neuquinos, hasta 31 años, a participar en la Bienal Nacional de Arte Joven organizada por la Municipalidad del Partido de General Pueyrredón (Mar del Plata)</p>
<p>Con el objetivo de potenciar el arte joven y la producción artística, generando un marco de intercambio y aprendizaje para incorporar a los artistas a nuevos circuitos culturales como verdaderos protagonistas, se ha organizado la 5ª Bienal Nacional de Arte Joven.</p>
<p>Esta edición contará con charlas, talleres, conferencias y clases magistrales a cargo de destacadas figuras locales y nacionales. Las disciplinas serán: Pintura, fotografía, danza (contemporánea, jazz, danza-teatro, hip-hop), teatro, historieta y humor gráfico, video, música (rock, tango, folclore, jazz), dibujo, diseño de indumentaria, arte digital.</p>
<p>La primera Bienal se desarrolló en el año 1996 para realizarse nuevamente en los años 1998, 2000 y 2006 con gran repercusión a nivel local y nacional. Es uno de los acontecimientos culturales más importantes de la ciudad exhibiendo un marcado crecimiento en cada edición.</p>
<p>--<br />
Dirección de Difusión y Protocolo<br />
Subsecretaría de Cultura</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crossover literário]]></title>
<link>http://mjcoffeeholick.wordpress.com/?p=57</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 04:08:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>mjcoffeeholick</dc:creator>
<guid>http://mjcoffeeholick.wordpress.com/?p=57</guid>
<description><![CDATA[
Olá Buenas?
Em pleno domingo do dia do rock , venho anunciar uma jogada bem legal que vai acontece]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img207.imageshack.us/img207/4511/top03bj9.jpg" alt="" width="536" height="94" /></p>
<p>Olá Buenas?</p>
<p>Em pleno domingo do dia do rock , venho anunciar uma jogada bem legal que vai acontecer entre 3 blogs, o meu ,  o de um amigo o <a href="http://friendfeed.com/febox">Febox</a> e do amigo dele J.</p>
<p>A idéia é a seguinte : 3 pessoas, 3 blogs e a mesma história !</p>
<p><span style="color:#ffff00;"><strong>"Mantenha seus olhos na estrada"</strong></span></p>
<p>É o Título do texto e cada um escreve um capitulo, que passa a bola pra o outro dar continuidade.<br />
Cada capitulo terá uma "historia" divertida ( ou séria ) escrita por pessoas diferentes.</p>
<p>Vamos torcer pra dar MUITO certo e que o miniprojeto seja difundido por ai nessa mundão da internet afora.<br />
<img src="http://img143.imageshack.us/img143/838/div03ox8.jpg" alt="" /></p>
<p>O 1° capitulo será em breve postado no blog Do Fe:</p>
<p class="title"><a href="http://febox.blogspot.com/">http://febox.blogspot.com/</a></p>
<p>Depois no meu:</p>
<p><a title="mj-coffeeholick’s Weblog" href="http://mjcoffeeholick.wordpress.com">http://mjcoffeeholick.wordpress.com</a></p>
<p>e Por último no blog Do jonas:</p>
<p><a href="http://baseadonaquilo.blogspot.com/">http://baseadonaquilo.blogspot.com/</a></p>
<p>até breve !</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Prométeme (Emir Kusturika, 2007)]]></title>
<link>http://babel36.wordpress.com/?p=232</link>
<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 13:49:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>babel</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Cada vez que veo una película de Emir Kusturica me llevo la misma impresión: por un lado, refuerz]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:justify;"><a href="http://img181.imageshack.us/img181/7714/prometemecartelse9.png"><img style="float:right;width:230px;cursor:pointer;margin:0 0 10px 10px;" src="http://img181.imageshack.us/img181/7714/prometemecartelse9.png" border="0" alt="" /></a><br />
Cada vez que veo una película de Emir Kusturica me llevo la misma impresión: por un lado, refuerza mi imagen de este director como un personaje muy positivo, capaz de reírse de sí mismo y de su Yugoslavia, a pesar de la situación en la que se encuentra; por otro, un empacho tremendo de folclorismo que no me desagrada, pero que me provoca la misma sensación que cuando, de pequeña, una se atiborraba de pastel de merengue hasta la saciedad (y me encantaba!), llegando a ese punto en que la ingesta es tan grande que quedas extasiada, desbordada por lo grato, y prefieres no oír hablar del susodicho merengue en una larga temporada.</div>
<p style="text-align:justify;">Sus excéntricos relatos sobre las tribulaciones de la vida en los Balcanes, a pesar de haber recogido críticas muy opuestas, han cosechado premios en casi todos los festivales de renombre, habiendo logrado ser de los pocos cineastas que ya poseen dos Palmas de Oro en el Festival de Cannes.</p>
<div style="text-align:justify;">Este último trabajo, "Prométeme", es puro Kusturica: Tsane, un joven pueblerino, viaja a Sarajevo con su vaca Cvetka a fin de cumplir las tres promesas que le ha hecho a su abuelo moribundo: Vender la vaca, comprar un icono y conseguir una esposa. <a href="http://img148.imageshack.us/img148/222/56293284rq3.png"><img style="float:left;width:270px;cursor:pointer;margin:0 10px 10px 0;" src="http://img148.imageshack.us/img148/222/56293284rq3.png" border="0" alt="" /></a>Una cinta excéntrica, pintoresca, divertida, visualmente imponente, audaz en su desarrollo, y a la vez con un trasfondo absolutamente irónico, en el que se ríe descaradamente de los tópicos del capitalismo, de las potencias mundiales, de la Unión Europea y hasta de las controversias futboleras, dando una colleja política en más de una ocasión a la vieja Europa por su papel en la reciente guerra balcánica y, como no, al árbitro mundial, EEUU, cuando (a modo de ejemplo) en una escena entre dos mafiosos uno de ellos le dice al otro: "Hitler invadió Polonia por odio; ahora, las invasiones y las guerras se hacen por compasión".</div>
<div style="text-align:justify;">Durante toda la película está omnipresente la música, mezcla de folclore, ritmos gitanos, punk y jazz; trabajo a cargo de su hijo, Stribor Kusturika, habitual colaborador de su padre en este terreno. La banda sonora martillea al espectador mientras la cinta es un sin parar de personajes a cual mas extravagante, como si estuviesen sacados de un cómic caricaturesco o de una película de Jeunet (algunos recuerdan bastante la estética de "Delicatessen").</div>
<div style="text-align:justify;"><a href="http://img295.imageshack.us/img295/1667/prometeme1wv8.jpg"><img style="float:right;width:270px;cursor:pointer;margin:0 0 10px 10px;" src="http://img295.imageshack.us/img295/1667/prometeme1wv8.jpg" border="0" alt="" /></a>Recomiendo a los que vayáis a verla y no conozcáis nada de Kusturica, lo hagáis cuando estéis de buen humor, con ganas de ver una cinta diferente, colorida, disparatada, procaz y frenética. Porque depende mucho del estado de ánimo del espectador para que resulte una propuesta hilarante y muy original, o dos horas de humor tedioso (por lo excesivo) a los que haya que añadir el torpedeo constante del folclorismo musical. Los que conozcáis ya su cine, no encontraréis mucho de nuevo en este último trabajo: La excentricidad de los personajes de "Gato negro, gato blanco", la acidez humorística de "Underground", el frenesí narrativo de "La vida es un milagro" o la brillante dirección de "El tiempo de los gitanos": Un compendio de todo Kusturica empaquetado en dos horitas de cuento hermoso con final feliz. Personalmente, no sólo me ha encantado, sino que me parece uno de sus mejores legados; sin embargo, mi acompañante, quien no había visto nada hasta ahora del cineasta, ha prometido venganza...</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[cerrado por vacaciones]]></title>
<link>http://santiagodelrio.wordpress.com/?p=1205</link>
<pubDate>Sat, 12 Jul 2008 04:47:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Santiago del Río</dc:creator>
<guid>http://santiagodelrio.wordpress.com/?p=1205</guid>
<description><![CDATA[Les aconsejo que tomen un poco de aire puro, en lugar de estar como unos zonzos encerrados delante d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#00ff00;">Les aconsejo que tomen un poco de aire puro, en lugar de estar como unos zonzos encerrados delante de esta computadora. Si el encierro les es inevitable, por lo menos les dejo algunas cosas que he disfrutado o me he emocionado mucho publicando.</span></h4>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#00ff00;">Apreten arriba del subrayado para ver las entradas.</span><span style="color:#00ff00;"> </span></h4>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://santiagodelrio.wordpress.com/2007/11/22/la-tierra-helada/" target="_self">LA TIERRA HELADA</a>: ES UNA HISTORIA DE AQUELLA VEZ EN QUE SE CONGELARON LAS AGUAS DEL RÍO PARANÁ.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://santiagodelrio.wordpress.com/2007/12/19/gubedtu-a-correr-que-se-acaba-la-vida/" target="_self">GUBEDTU, A CORRER</a>: UN CHICO QUE NO SE ANIMA A VIVIR.</p>
<p style="text-align:center;"> <a href="http://santiagodelrio.wordpress.com/2008/01/28/soy-escondido/" target="_self">SOY ESCONDIDO</a>: UN BIOQUÍMICO EN EL CHACO, TRATANDO DE ENAMORAR CON LA DANZA A UNA DAMITA.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://santiagodelrio.wordpress.com/2008/02/03/el-ceibo-de-las-dadivas/">EL CEIBO DE LAS DÁDIVAS</a>: UN ÁRBOL QUE CUMPLE DESEOS.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://santiagodelrio.wordpress.com/2008/02/07/paisaje-sin-voces-el-valle-del-silencio/" target="_self">EL VALLE DEL SILENCIO</a>: DETRÁS DE LA QUEBRADA DEL CONDORITO SE ESCONDE ESTE PARAÍSO.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://santiagodelrio.wordpress.com/2008/02/13/el-creador-de-saint-terriens-calixto/" target="_self">CALIXTO</a>: EL CREADOR DE SAINT TERRIENS.</p>
<p style="text-align:center;">SIRENAS CON COLA DE PLÁSTICO (<a href="http://santiagodelrio.wordpress.com/2008/02/19/fin-de-semana-en-victoria/" target="_self">PRIMERA PARTE</a>) (<a href="http://santiagodelrio.wordpress.com/2008/05/19/sirenas-con-cola-de-plastico-segunda-parte/" target="_self">SEGUNDA PARTE</a>): VIAJES POR EL DELTA DEL PARANÁ.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://santiagodelrio.wordpress.com/2008/02/21/pobre-calixto-va-a-tener-que-pagar-para-que-borre-esto/" target="_self">CALIXTO Y DEL RÍO ACTORES</a>: DESPUÉS DE VER UNA OBRA SOBRE BOLIVAR Y SAN MARTÍN.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://santiagodelrio.wordpress.com/2008/02/26/feliz-cumple-pocho-pocho-de-saint-terriens/" target="_self">EL ANGEL DE LA BICICLETA</a>: RECORDANDO A POCHO LEPRATTI.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://santiagodelrio.wordpress.com/2008/02/28/paula-poesia-para-creer/" target="_self">PAULA</a>: POESÍA DEL ARROYO SAN LORENZO. HOY EN DÍA LA NUEVA LEY DE ARRENDAMIENTO (VICTORIA-2004) SIGUE EXPULSANDO ISLEROS DE SUS TIERRAS.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://santiagodelrio.wordpress.com/2008/03/08/el-robo-de-la-camara/" target="_self">EL ROBO DE LA CÁMARA</a>: LA FOTO MÁS HERMOSA JAMÁS SACADA POR UN NIÑO. EL QUE CAMINA POR ALLÁ ATRÁS ES EL AUTOR, SIN HABERSE DADO CUENTA DE LO QUE ESTABA PASANDO.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://santiagodelrio.wordpress.com/2008/03/15/la-pena-triunfal-de-los-cazadores-de-hombres-topo-entera/" target="_self">CAZADORES DE HOMBRES TOPO</a>: LA PEÑA TRIUNFAL, Y LAS PALABRAS DEL INTENDENTE. MIREN ESE VIDEO.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://santiagodelrio.wordpress.com/2008/03/30/visitando-un-antiguo-asentamiento-indigena-indiana-jones-es-un-poroto/" target="_self">CEMENTERIO INDÍGENA</a>: EL DÍA QUE ENCONTRAMOS UNO.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://santiagodelrio.wordpress.com/2008/04/04/viejo-con-perro-y-guitarra-con-la-bici-y-en-montiel/" target="_self">VIEJO CON PERRO Y GUITARRA</a>: EN BICI POR ENTRE RÍOS.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://santiagodelrio.wordpress.com/2008/04/18/el-arroyo/" target="_self">EL ARROYO</a>: UN CAUCE SIN FIN.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://santiagodelrio.wordpress.com/2008/05/08/el-crespin/" target="_self">EL CRESPÍN</a>: CRIATURA MISTERIOSA DE LOS MONTES.</p>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#ff9900;">Pásenla lindo. Nos vemos pasado el receso invernal. </span></h4>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#ffff99;">Vivan, salgan, no miren tele, sean felices, enamórense, sufran desengaños, lloren, sientan, no se echen, escupan para arriba, no lleven paraguas, pórtense mal pero háganla bien, saquen fotos, miren cada atardecer, aprendan a leer los cuartos de la luna, búrlense de los perritos eukanuba, no compren lo que no necesitan, hagan el amor todo lo que puedan, no se laven los dientes tres veces por día, no regalen cosas materiales, dibujen, jueguen con barro, anden desnudos si no hace frío, no coman cosas fritas, ríanse del espejo, salgan a ver la tierra, no apoyen ni al campo ni al gobierno —sí a la gente desterrada o usada por punteros—, no le teman a los pobres, siéntense al lado de un croto y pídanle que les cuente una historia, escríbanle una poesía bien fea y sentida a la persona que les gusta, apaguen de una vez esta computadora.</span></h4>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#ffffff;">CHAU O, COMO DECIMOS EN SAINT TERRIENS: SLAUTEM, CAMARADAS.</span></h4>
<p style="text-align:center;"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A pesca das estrelas -- Wilson W. Rodrigues]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/?p=166</link>
<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 13:09:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
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<description><![CDATA[


Céu estrelado, 2007, Douglas Soares ( MG, Brasil)
 


Hoje, arrumando uma prateleira de livros ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/07/a-moonlight-at-camp.jpg"></a></p>
<div></div>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"></p>
[caption id="attachment_168" align="aligncenter" width="211" caption="Céu estrelado, 2007, Douglas Soares ( MG, Brasil)"]<a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2008/07/1-ceu_estrelado-ilustracao-douglas-soares-2007-mg.jpg"><img class="size-medium wp-image-168" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/07/1-ceu_estrelado-ilustracao-douglas-soares-2007-mg.jpg?w=211" alt="Céu estrelado, 2007, Douglas Soares ( MG, Brasil)" width="211" height="300" /></a>[/caption]
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<div></div>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">Hoje, arrumando uma prateleira de livros que quase não uso, deparei-me com um volume comprado num sebo, de Wilson W. Rodrigues, poeta brasileiro, sobre quem sei muito pouco. <span> </span>Não tenho nenhuma de suas poesias, mas além de poeta, Wilson W. Rodrigues foi um folclorista, arrecadando histórias e compilando-as. <span> </span>Aproveito para repassar aqui um trechinho mínimo encontrado pela manhã.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><strong><em><span style="color:#333399;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">A PESCA DAS ESTRELAS</span></span></span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="color:#333399;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="color:#333399;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>            </span>Pai João menino foi à pescaria. <span> </span>E estava alegre porque os negros diziam que iam pescar estrelas na lagoa onde morrera o Quiçambé.</span></span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="color:#333399;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>            </span>Quando chegaram, as águas do lago estavam cheinhas de estrelas. <span> </span>Tomaram as canoas e jogaram as redes.</span></span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="color:#333399;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>            </span>-- A pesca vai ser boa.</span></span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="color:#333399;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>            </span>O moleque só queria uma estrela ou uma estrelinha.</span></span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="color:#333399;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>            </span>Quando puxaram a rede, ela veio cheia, mas todas as estrelas se transformaram em peixes.</span></span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong><em>Pai João menino</em></strong>, de Wilson W. Rodrigues, Editora Publicitan (Coleção Mãe Maria, vol.2): s/d, Rio de Janeiro, página 97. <span> </span>[texto datado, Distrito Federal, 1949]</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Wilson Woodrow Rodrigues, nasceu em 1916 em Salvador, BA.<span>  </span>Foi poeta, folclorista e jornalista.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Palavras mais procuradas quando o assuto é Vestuário]]></title>
<link>http://vestuario.wordpress.com/2008/07/10/palavras-mais-procuradas-quando-o-assuto-e-vestuario/</link>
<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 20:05:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogymodas</dc:creator>
<guid>http://vestuario.wordpress.com/2008/07/10/palavras-mais-procuradas-quando-o-assuto-e-vestuario/</guid>
<description><![CDATA[artigos do vestuario, audaces vestuario, audaces vestuário, comercio de vestuario, comercio vestuar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>artigos do vestuario, audaces vestuario, audaces vestuário, comercio de vestuario, comercio vestuario, dicas de vestuario, el vestuario, empresa de vestuario, empresas de vestuario, evolução do vestuário, fabrica de vestuario, feira do vestuario, folclore, folclore vestuario, franquia vestuario, higiene do vestuario, historia do vestuario, história do vestuário, industria de vestuario, industria do vestuario, industria do vestuário, industria vestuario, indústria de vestuário, indústria do vestuário, indústria vestuário, jogos de vestuario, loja de vestuario, loja vestuario, lojas de vestuario, lojas de vestuário, lojas vestuario, lojas vestuário, mercado de vestuario, mercado de vestuário, mercado vestuario, mercado vestuário, moda, moda e vestuario, moda vestuario, moda vestuário, modelagem vestuario, modelagem vestuário, peças de vestuário, peças do vestuário, plantas no vestuario, roupa, senai vestuario, senai vestuário, setor de vestuario, setor de vestuário, setor vestuario, setor vestuário, sindicato da industria do vestuario, sindicato da indústria do vestuário, sindicato das industrias do vestuario, sindicato das indústrias do vestuário, sindicato do vestuario, sindicato do vestuário, sindicato dos trabalhadores nas industrias do vestuario, sindicato vestuario, sindicato vestuário, tecnico em vestuario, tecnologia do vestuario, tecnologia do vestuário, tipos de vestuario, trajes tipicos, vestimenta, vestuario, vestuario africano, vestuario afro, vestuario americano, vestuario anos 60, vestuario anos 70, vestuario anos 80, vestuario antigo, vestuario arabe, vestuario brasil, vestuario brasileiro, vestuario chines, vestuario country, vestuario da africa, vestuario da gestante, vestuario da grecia, vestuario da idade media, vestuario da regiao norte, vestuario da regiao sul, vestuario da região norte, vestuario da região sul, vestuario de minas gerais, vestuario de portugal, vestuario do brasil, vestuario do egito, vestuario do folclore, vestuario do indio, vestuario do irã, vestuario do mexico, vestuario do nordeste, vestuario do sul, vestuario dos anos 60, vestuario dos anos 70, vestuario dos anos 80, vestuario dos indios, vestuario dos negros, vestuario egipcio, vestuario em ingles, vestuario espanhol, vestuario esportivo, vestuario femenino, vestuario feminino, vestuario folclorico, vestuario gaucho, vestuario grego, vestuario indiano, vestuario indigena, vestuario indigenas, vestuario infantil, vestuario italiano, vestuario japones, vestuario junino, vestuario masculino, vestuario medieval, vestuario mexicano, vestuario na idade media, vestuario no brasil, vestuario nordestino, vestuario portugues, vestuario romano, vestuario tipico, vestuarios, vestuário, vestuário africano, vestuário afro, vestuário anos 60, vestuário anos 70, vestuário anos 80, vestuário brasileiro, vestuário da região norte, vestuário da região sul, vestuário dos anos 60, vestuário dos indios, vestuário dos índios, vestuário espanhol, vestuário esportivo, vestuário feminino, vestuário grego, vestuário indigena, vestuário indígena, vestuário infantil, vestuário italiano, vestuário japonês, vestuário masculino, vestuário medieval, vestuário mexicano, vestuário na idade média, vestuário no brasil, vestuário nordestino</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[São Gonçalo]]></title>
<link>http://tianix.wordpress.com/?p=12</link>
<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 16:06:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tiago de Lima Castro</dc:creator>
<guid>http://tianix.wordpress.com/?p=12</guid>
<description><![CDATA[São Gonçalo de Amarante (Santo dos Violeiros)
São Gonçalo, o santo violeiro&#8230; Tantas dança]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[wp_caption id="attachment_13" align="alignleft" width="178" caption="São Gonçalo de Amarante (Santo dos Violeiros)"]<a href="http://tianix.wordpress.com/files/2008/07/sao_goncalo.jpg"><img class="size-medium wp-image-13" src="http://tianix.wordpress.com/files/2008/07/sao_goncalo.jpg?w=178" alt="São Gonçalo de Amarante (Santo dos Violeiros)" width="178" height="300" /></a>[/wp_caption]
<p>São Gonçalo, o santo violeiro... Tantas danças, festas ao longo do Brasil, este não é só uma figura do folclore, foi uma pessoa real, conhecida em Portugal como São Gonçalo de Aramante. Mas quem foi esse "caboco"? Porque tantas comemorações em seu nome?????</p>
<p>Ele viveu entre 1187 e 1258. Ao se tornar padre, passou a usar a maior parte do dinheiro da paróquia para cuidar dos pobres, chegou mesmo a visitar a "Terra Santa" e quando retornou entrou na vida de medingância e eremita por ter ver sue sobrinho se aproveitando do dinheiro arrecado. Depois entro para a Ordem Dominicana, mas tem um "causo" sobre isso...</p>
<p>Contem que enquanto morando numa caverna, ele viu a Virgem Maria após ter rezado e pedido a sua aparição, desta visão ele entrou para a Ordem Dominicana.</p>
<p>Contam que ele também realizou várias curas...</p>
<p>Mas ficou muito conhecido pela forma que pregava, com canções misturando danças populares com letras de caráter religioso na língua do povo, não no Latim. Isto é similar ao que faziam os Franciscanos, e posteriormente a Igreja Protestante e atualmente com os carismáticos. Não podemos deixar de pensar que essa mistura do profano com o sacro também influenciaria a estética musical Renascentista anos depois.</p>
<p>Enquanto animava os bailes com suas canções, e recolhia algumas doações, ajudou muitas viúvas e moças sem dote a conseguirem um casamento., Também fez o mesmo para evitar que muitas prostitutas não trabalhassem, e dizem que algumas ele até encaminhou ao casamento.</p>
[wp_caption id="attachment_14" align="alignright" width="100" caption="São Gonçalo com a Viola"]<a href="http://tianix.wordpress.com/files/2008/07/sgoncalo.jpg"><img class="size-medium wp-image-14" src="http://tianix.wordpress.com/files/2008/07/sgoncalo.jpg?w=100" alt="São Gonçalo com a Viola" width="100" height="270" /></a>[/wp_caption]
<p>Cada causo não? Quem diria que naquela época haveria um pregador que entendesse o papel da mulher numa sociedade onde sem um marido, ou uma família, a lhe sustentar o único caminho era a prostituição, seguindo o exemplo daquele moço lá (como diria o violeiro Paulo Freire) que quando iam atirar pedras na prostituta arrependida diria "Ocêis aí, atira a pedra o caboco que nunca pecou..."</p>
<p>Por isso vamos então dança para São Gonçalo, além de santo violeiro, e dizem que violeiro ganha até do próprio tinhoso, via mais que muita gente....</p>
<p>Para saber mais sobre o "Santo Violeiro" tem uns sites muito bons:</p>
<ul>
<li><a title="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gon%C3%A7alo_de_Amarante" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gon%C3%A7alo_de_Amarante" target="_blank">http://pt.wikipedia.org/wiki/Gon%C3%A7alo_de_Amarante</a></li>
<li><a title="http://www.revistaviolacaipira.com.br/link25.htm" href="http://www.revistaviolacaipira.com.br/link25.htm" target="_blank">http://www.revistaviolacaipira.com.br/link25.htm</a></li>
<li><a title="http://www.revista.akademie-brasil-europa.org/Internet-Corres3/CM84-03-p.htm" href="http://www.revista.akademie-brasil-europa.org/Internet-Corres3/CM84-03-p.htm" target="_blank">http://www.revista.akademie-brasil-europa.org/Internet-Corres3/CM84-03-p.htm</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bambi nasceu na &Aacute;frica]]></title>
<link>http://recantodaspalavras.wordpress.com/2008/07/10/bambi-nasceu-na-frica/</link>
<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 03:03:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jorge Alberto</dc:creator>
<guid>http://recantodaspalavras.wordpress.com/2008/07/10/bambi-nasceu-na-frica/</guid>
<description><![CDATA[Pode parecer que esta palavra designe pejorativamente torcedores de um clube de futebol que tem seu ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Pode parecer que esta palavra designe pejorativamente torcedores de um clube de futebol que tem seu estádio num bairro paulistano chamado Morumbi. Porém, a verdade desta informação eu passo após folhear aleatoriamente o <em><strong>Novo Dicionário Banto</strong></em>, oganizado por Nei Lopes, que esta palavra é de origem banta. <em>Mbambi</em> significa antílope pequeno. Logo, antílopes e cervos são primos e o que me chamou atenção, mesmo que haja um sentido desabonador na palavra que citei, foi o fato de perceber que, no mundo capitalista não se joga pra perder. Pois bem, quem aqui deixou de ver o desenho animado <em>Bambi</em>? Pouquíssimos, imagino. E não é que o Disney teve esta sacada para nomear um de seus personagens mais famosos? Bom, isto eu não posso afirmar. Mas que é interessante, não podemos negar.</p>
<p align="justify">Logicamente que não farei um glossário das palavras africanas e também das nativas que utilizamos na Língua Portuguesa falada no Brasil. Acho que por termos esta característica da incorporação dos vocábulos destas duas de nossas origens, podemos até falar em uma Língua Brasileira. Esta discussão ficará para os lingüistas, dicionaristas e filólogos.</p>
<p align="justify">Vamos ver algumas palavras originárias do tronco lingüístico Banto[1], que é composto por cerca de 500 línguas. Nós recebemos grande afluxo de negros que falavam línguas deste tronco, não que o tronco lingüístico sudanês esteja relegado ao um segundo plano. Ele apenas era encarado como o predominante erroneamente. Talvez isto se deva pela presença religiosa e cultural da língua nagô, dos iorubás, que nós utilizamos regularmente no Brasil para designar os utensílios e práticas da tradição dos orixás.</p>
<blockquote><p align="justify"><strong>Arengueiro</strong> - Brigão. Do quicongo <strong>lenga</strong>, que não acaba mais<br><strong></strong></p>
<p align="justify"><strong>Bambi</strong> - Antílope pequeno. Do quimbundo <em><strong>mbambi</strong></em>, veado<br><strong></strong></p>
<p align="justify"><strong>Cafuné</strong> - Ato de coçar levemente a cabeça de alguém para fazê-la dormir. Do quimbundo <em><strong>kifune</strong>, </em>estalidos produzidos com as pontas das unhas do indicador e do polegar.<br><strong></strong></p>
<p align="justify"><strong>Dunga</strong> - Homem bravo, valente. Do quicongo<em> <strong>ndunga</strong></em>, pessoa de grande porte<br><strong></strong></p>
<p align="justify"><strong>Fuzuê</strong> - Festa, confusão. Do quicongo, <em><strong>fusu</strong></em>, turbilhão nas águas de um rio<br><strong></strong></p>
<p align="justify"><strong>Gingar</strong> - Bambolear o corpo. Do quimbundo <em><strong>jingala</strong></em>, bambolear ou <em>jinga</em>, rodear, remexer<br><strong></strong></p>
<p align="justify"><strong>Iaiá/Ioiô</strong> - Tratamento dado a esposa<em> (Sinhá)</em> e o senhor <em>(Sinhô)</em> de escravos). Do quicongo<em> <strong>yayá</strong></em>, Mãe<br><strong></strong></p>
<p align="justify"><strong>Jagunço</strong> - Do quibundo <em><strong>jugunzu</strong></em>, Soldado ou do iorubano <em><strong>jagun-jagun</strong></em>, Guerreiro<br><strong></strong></p>
<p align="justify"><strong>Lengalenga</strong> - Conversa, narrativa enfadonha. Do umbundo <em><strong>lengalenga</strong></em><br><strong></strong></p>
<p align="justify"><strong>Macaca</strong> - Riso solto (hoje estou com a macaca). Do quicongo <em><strong>ma-káaka</strong></em>, ataque de riso<br><strong></strong></p>
<p align="justify"><strong>Macumba</strong> - Designação pejorativa dos ritos afro-brasileiros. Do quicungo <em><strong>makumba</strong></em>, plural de <em><strong>dikumba</strong> (xamãs, xamã).</em> Tem o significado de fechamento (de corpos) nos rituais<br><strong></strong></p>
<p align="justify"><strong>Nenê/Neném</strong> - Criança recém-nascida ou pequena. Do umbundo <em><strong>nene</strong></em>, pedacinho<br><strong></strong></p>
<p align="justify"><strong>Paparicar</strong> - Mimar. Do quicungo <em><strong>papidika</strong></em>, tornar vaidoso<br><strong></strong></p>
<p align="justify"><strong>Pomba-Gira</strong> - Espécie de porção feminina de Exu. Do quimbundo <em><strong>pambuanjila</strong>, <strong>pambu a njîla</strong></em>, Encruzilhada<br><strong></strong></p>
<p align="justify"><strong>Quindim</strong> - Doce feito de gema de ovo, coco e açúcar. Do quicungo <em><strong>kénde</strong></em>, grande pudim de mandioca ou milho fresco<br><strong></strong></p>
<p align="justify"><strong>Ranzinza</strong> - Birrento, teimoso. Do quicungo <em><strong>nzinzi</strong></em>, mosca doméstica<br><strong></strong></p>
<p align="justify"><strong>Samba</strong> - Nome genérico de várias danças populares brasileiras. Do quicongo e quioco <em><strong>semba</strong></em>, umbigada<br><strong></strong></p>
<p align="justify"><strong>Trambique</strong> - Negócio fraudulento. Do quimbundo <strong><em>tala</em> </strong><em>(ver)</em> + Do quicongo <em><strong>mbiki </strong>(adivinho)</em>.<br><strong></strong></p>
<p align="justify"><strong>Umbanda</strong> - Religião brasileira de base africana. Do umbundo e quimbundo <em><strong>mbanda</strong></em>, curandeiro<br><strong></strong></p>
<p align="justify"><strong>Xepa</strong> - Últimas mercadorias vendidas nas feiras livres. Do nhugue <em><strong>chepa</strong></em>, ser inferior e do ronga <em><strong>txipa</strong></em>, ser barato<br><strong></strong></p>
<p align="justify"><strong>Zanzar</strong> - Vaguear, andar à toa. Do quimbundo <em><strong>nzanza</strong></em>, andar a esmo.</p>
</blockquote>
<p align="justify">[1] Os negros trazidos para o Brasil pertenciam, principalmente, a dois grandes grupos étnicos: os sudaneses, originários da Nigéria, Daomé e Costa do Marfim, e os bantos, capturados no Congo, Angola e Moçambique. Estes foram desembarcados, em sua maioria, em Pernambuco, Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Os sudaneses ficaram na Bahia. Calcula-se que entre 1550 e 1855 entraram nos portos brasileiros cerca de quatro milhões de africanos.</p>
<p align="justify">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pr&ecirc;mios Liter&aacute;rios e Monografias]]></title>
<link>http://recantodaspalavras.wordpress.com/2008/07/07/prmios-literrios-e-monografias/</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 00:18:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jorge Alberto</dc:creator>
<guid>http://recantodaspalavras.wordpress.com/2008/07/07/prmios-literrios-e-monografias/</guid>
<description><![CDATA[Até o próximo dia 15 de agosto, estarão abertas as inscrições para o PRÊMIO SESC DE LITERATURA]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Até o próximo dia <font color="#ff0000">15 de agosto</font>, estarão abertas as inscrições para o PRÊMIO SESC DE LITERATURA 2008 nas categorias Conto e Romance.
<p align="justify">Podem participar autores brasileiros e estrangeiros residentes no Brasil. As obras inscritas deverão ser inéditas e escritas em Língua Portuguesa.
<p align="justify">A comissão julgadora será composta por professores, escritores, jornalistas e críticos literários escolhidos pelo SESC.
<p align="justify">Os resultados serão divulgados em janeiro de 2009 e o vencedor de cada categoria terá seu livro publicado por uma grande editora brasileira, recebendo 10% de direitos autorais sobre o preço de capa de cada exemplar vendido.
<p align="justify">Maiores informações no <a href="http://www.sesc.com.br/premiosesc/premioSESC2008_edital.pdf" target="_blank"><strong><font color="#0000ff">Edital em formato .pdf</font></strong></a></p>
<p align="justify"><strong>===============================================================</strong></p>
<p align="justify">CONCURSO SILVIO ROMERO DE MONOGRAFIAS SOBRE FOLCLORE E CULTURA POPULAR.</p>
<p align="justify">O Ministério da Cultura, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular informam que estão abertas até o dia <font color="#ff0000">31 de julho de 2008</font>, as inscrições para o CONCURSO SILVIO ROMERO DE MONOGRAFIAS SOBRE FOLCLORE E CULTURA POPULAR.</p>
<p align="justify">Os prêmios são R$ 10 mil e R$ 7 mil reais para o primeiro e segundo colocados.</p>
<p align="justify">As monografias deverão ser inéditas e tratarem de temas da cultura popular e folclore brasileiros.</p>
<p align="justify">A entrega dos trabalhos deverá ser no Centro Nacional do Folclore e Cultura Popular (RJ).</p>
<p align="justify">Maiores informações no <a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2008/06/regulamento-silvio-romero-2008.pdf" target="_blank"><strong><font color="#0000ff">Edital em formato .pdf</font></strong></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O gorro do saci]]></title>
<link>http://beatriznassif.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 01:30:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bibi</dc:creator>
<guid>http://beatriznassif.wordpress.com/?p=3</guid>
<description><![CDATA[Como vocês sabem, quando alguém pega o gorro do saci, o homenzinho passa a ser seu escravo e faz t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Como vocês sabem, quando alguém pega o gorro do saci, o homenzinho passa a ser seu escravo e faz tudo o que você quiser até coseguir seu gorro de volta.</p>
<p>Uma vez, eu estava passeando quando achei um gorro e achei que era do saci, mas não tinha certeza. Então eu ouvi uma voz dizendo:</p>
<p>- Eu não quero ser seu escravo. Eu não quero ser seu escravo.</p>
<p>Agora sim fiquei pensando realmente se era ou não era um saci.</p>
<p>Então eu fui dormir.</p>
<p>No outro dia eu voltei para o mesmo lugar e disse:</p>
<p>- Estou procurando o meu escravo que eu acho que existe e que é um saci.</p>
<p>Ouve um grande silencio durante uns 10 minutos. Então eu disse:</p>
<p>- Alôô. Tem alguém aí?</p>
<p>Ouve outro silencio. E de repente....Buuuuuuu!!!!!</p>
<p>De repente eu vi as minhas amigas e amigos e eu disse:</p>
<p>- O que está acontecendo aqui?</p>
<p>- 1º de abril!!!</p>
<p>- Mas hoje é dia 27 de setembro!!!</p>
<p>E todos riram:</p>
<p>- Hahahahaha!!!</p>
<p><strong>Fim</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dois de julho, 2008: instantâneos (3) ]]></title>
<link>http://estereotipos.wordpress.com/?p=1147</link>
<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 16:52:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.wordpress.com/?p=1147</guid>
<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a title="P1050523 by memanoel, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/memanoel/2634819322/"><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3035/2634819322_3028e53539.jpg" alt="P1050523" width="451" height="339" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pouco mais sobre o Folclore de Mato Grosso]]></title>
<link>http://poemia.wordpress.com/?p=257</link>
<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 19:28:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Caburé</dc:creator>
<guid>http://poemia.wordpress.com/?p=257</guid>
<description><![CDATA[Retirado de Coisas de Mato Grosso
Folclore / Manifestações Populares
VIOLA-DE-COCHO
Instrumento ti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Retirado de <a href="http://www.coisasdematogrosso.com.br/site/matogrosso/index.asp?cod=19" target="_blank">Coisas de Mato Grosso</a></p>
<p>Folclore / Manifestações Populares</p>
<p><strong>VIOLA-DE-COCHO</strong></p>
<p>Instrumento tipicamente mato-grossense, é utilizado nas tradicionais festas, onde há dança de Cururu e Siriri, tanto na capital como nas regiões ribeirinhas e pantaneiras.<br />
Confeccionada, artesanalmente, a partir de um tronco de madeira inteiriça, ainda verde, é esculpida no formato de uma viola que é escavada no corpo até que suas paredes fiquem bem finas, obtendo-se assim o cocho propriamente dito.<br />
As primeiras violas-de-cocho tinham suas cordas feitas de tripa de macaco, ouriço ou da película de folha de tucum, o que tornava o som diferente; hoje em dia, elas já são feitas de cordas de nylon por motivos ambientais.<br />
A cola usada era da bolsa respiratória pulmonar de peixes, como Pintado, Jaú e Piranha.<br />
Sua ressonância, que varia entre maiôs ou menor, de acordo coma música a ser tocada, depende da espessura das paredes do tampo. As violas geralmente medem 70 cm de comprimento.São usadas tanto no cururu quanto no siriri e até em qualquer outro tipo de música.</p>
<p><strong>SIRIRI</strong></p>
<p>O siriri é uma das danças mais populares do folclore mato-grossense. Praticada na cidade e na zona rural, tem presença indispensável em festas, batizados, casamentos e festejos religiosos. É uma dança que lembra celebrações indígenas. Dando por homens, mulheres e até crianças, numa coreografia bastante variada e sem um interpretação definida, acontece em sala de casas, varandas ou mesmo terreiros. A música é simples, falando de coisas da vida, desde o nascimento, família e a presença de amigos. Os tocadores são também os cantadores e quem dança também faz o coro. As vozes são estridentes, entoam tristeza e nostalgia nas melodias tristes, e alegria e descontração nas canções de festejo. Torna-se irresistível para quem vê; logo quer entrar na dança, que transmite respeito à vida e o culto à amizade.<br />
Ainda é desconhecida a origem do nome; há duas versões: uma de ser originado de uma palavra portuguesa e outra do nome de um cupim de asas que tem o mesmo nome e o vôo parecido com os passos da dança.<br />
<strong><br />
CURURU</strong></p>
<p>O Cururu é um canto primordial do folclore mato-grossense. A cantoria do cururu se classifica em sacra e profana.<br />
A sacra, também chamada de função ou porfia, tem função religiosa e foi criada por fiéis. Geralmente acontece após as orações aos santos de devoção popular, na casa de amigos ou comunidade da igreja, e tem o objetivo de louvar ou homenagear aquele determinado santo.<br />
A profana é aquela acompanhada pelos desafios e versos dos trovadores, por trovas de amor, declarações e desabafos ou desafio a alguém que roubou uma mulher amada e uma variada coreografia totalmente masculina.<br />
Os cururueiros fazem roda caminhando no sentido horário, iniciam a dança com passo simples de pé esquerdo, pé direito, e vice-versa. “Fazem frô”, floreiam à vontade, que é o movimento de ajoelhar-se até dar rodopios completos, ou seja, embelezar a dança. Os instrumentos da cantoria são viola-de-cocho e um ganzá ou cracachá. A festança, onde estão presentes cururu e siriri, duram toda noite, até os primeiros raios de sol. Os foliões se divertem, expressando essa pura riqueza cultural.<br />
<strong><br />
RASQUEADO</strong></p>
<p>A definição de rasqueado, segundo o dicionário, é: “arrastar as unhas ou um só polegar sobre as cordas sem as pontear.” Em Mato Grosso, o Rasqueado Cuiabano traz em sua história o final da Guerra do Paraguai quando prisioneiros e refugiados não retornaram ao seu país, integrando-se com as populações ribeirinhas, especialmente da margem direita do rio Cuiabá, onde hoje está a cidade de Várzea Grande. Esta integração influenciou costumes, linguajar e principalmente danças folclóricas, como por exemplo a polca paraguaia e o siriri mato-grossense. Da fusão das duas nasceu o pré-rasqueado, que se limitou aos acordes do siriri e cururu, devido ao seu desenvolvimento na viola-de-cocho, recebendo outros nomes como liso, crespo, rebuça-e-tchuça, para mais tarde participar de festas juninas, carnaval ou qualquer manifestação dos ribeirinhos. Com a proclamação da república os senhores de classe, precisando se aproximar do povo ribeirinho, tornaram o rasqueado um ritmo popular e de gosto geral, levando-o para praças e mais tarde para os salões de festa. Ainda foi discriminado nos saraus e rodas de poesia dos intelectuais, até que a juventude dos anos 20 e 30 trouxe para esses ambientes.</p>
<p><strong>DANÇA DO CONGO</strong></p>
<p>Dedicada a São benedito, a Dança do Congo ou Congada é de origem autenticamente africana. Em Mato Grosso, é uma manifestação que ocorre tradicionalmente em duas cidades: Vila Bela da Santíssima Trindade e Nossa Senhora do Livramento.<br />
Em Vila Bela, primeira capital de Mato Grosso, a Dança do Congo representa a resistência dos negros que continuaram na região, após a transferência da capital para Cuiabá, em 1835. Faz parte da festa de São benedito, que ocorre sempre no mês de julho, em uma segunda-feira, quando comemoram o dia do santo negro.<br />
A Dança do Congo é a dramatização de uma luta simbólica travada entre dois reinados africanos. O Embaixador de um outro reino pede ao Rei do Congo a mão de sua filha em casamento; o Rei rejeita o pedido e, então, o Embaixador declara guerra ao Rei do Congo. O motivo da negativa teria sido que o Rei do Congo desconfiava que o Embaixador queria fazer uma traição ao reinado: após o casamento, ele tomaria o poder, possivelmente, matando o Rei, o Secretário e o Príncipe, ficando com a coroa. Em uma outra versão, o Embaixador é o mensageiro do Rei de Bamba, que manda pedir a mão da Princesa em casamento.<br />
Os personagens do reinado do Congo são o Rei, o Príncipe e o Secretário de guerra; do reino adversário aparecem o Embaixador e soldados. A nobreza usa mantos, coroas e bastões coloridos e ornamentados com flores, como instrumentos; o Príncipe e o Secretário de Guerra vestem também saiote com armação de arame e peitoral em forma de coração como escudo. Os soldados usam espadas, capacetes com pena de ema, flores e fitas, e o cantil que contém bebida chamada “Kanjinjim”, feita à base de cachaça, gengibre, canela, cravo e mel que serve para estimular os dançantes.<br />
As flores na indumentária servem para reverenciar São Benedito; como os personagens não podem ficar próximos ao oratório do santo, durante a dança, onde colocariam suas flores para promessa, eles arrumam um lugar no capacete, e as fitas representam o próprio oratório.<br />
A movimentação da Dança do Congo é a caracterização da marcha dos soldados; o pulso vertical dos corpos, os movimentos dos braços com as espadas e o ritmo dos pés, dançando ou caminhando, remetem à marcha. A dança ocorre pela cidade toda, onde os participantes cantam e marcham ao som do ganzá, bumbo e cavaquinho que são tocados pelos músicos-soldados. Os dançantes têm por função também proteger os festeiros, que são o Rei, a Rainha, o Juiz e a Juíza, que carregam objetos sagrados, e ainda as promesseiras que acompanham o cortejo levando flores em homenagem a São Benedito.</p>
<p><strong>DIVINO ESPÍRITO SANTO</strong></p>
<p>A festa do Divino é uma festividade folclórico-religiosa. Tem início no domingo da Ascensão com o “levantamento do mastro” e termina na festa de Pentecostes, com a caracterização de uma Sala do Trono, onde o Imperador, a Imperatriz, e o Capitão do Mastro são os personagens centrais da festa. A festa do Divino remonta há séculos; trata-se de um paralelo entre o folclórico e o litúrgico, com um fundamento histórico trazido de Portugal durante a colonização.<br />
Sendo uma festa originariamente portuguesa, ganhou nuances caboclas com a agregação de usos e costumes tipicamente regionais. Às cinco horas da manhã, há repique de sinos e espocar de fogos, ocasião em que as bandeiras do Divino percorrem as ruas centrais da cidade. Após a alvorada, é servido aos participantes iguarias típicas, cuja confecção nos foi legada pelos indígenas. Há cânticos e danças misturadas ao incessante bater dos pilões. Três personagens são encontrados na festa: a Imperatriz, o Imperador e o Capitão do Mastro.<br />
A história da Imperatriz Isabel é contada com muita devoção pelos fiéis católicos. Era uma época conturbada no Brasil Português, quando a vida econômica agravava-se devido às lutas internas, políticas e bastidores, perturbando a administração e pondo em risco a segurança do trono. Foi então que a soberana teve a atitude insólita, abdicando a coroa em favor do Divino Espírito Santo. Profundamente religiosa e possuidora de uma fé inabalável, a soberana resolveu que, enquanto não fossem solucionados os graves problemas, reinaria sobre Portugal a terceira pessoa da Santíssima Trindade.<br />
A Imperatriz recolheu-se a um convento e aguardou os acontecimentos. Atendendo aos apelos do povo, a Imperatriz resolveu retornar ao trono, realizando novo cortejo à Catedral, revestindo-se de sua realeza. A prtir de então, a Imperatriz repetia todos os anos, no dia de Pentecostes, a cerimônia de consagração do reino do Divino Espírito Santo, em ação de graças pela felicidade e prosperidade.<br />
Com músicas apropriadas, tanto as de rua como as sacras, na sua maioria criação dos músicos locais, a igreja ricamente ornamentada, com seus paramento de cores berrantes, portais, altares, púlpitos, realiza a festa, que é comemorada com grande alegria e respeito religioso. O pão bento, a ser distribuído ao povo, é confeccionado pela fina flor mato-grossense, em casa escolhida para esse fim.</p>
<p><strong>CAVALHADA</strong></p>
<p>A Cavalhada é uma das mais ricas manifestações da cultura popular da cidade de Poconé, que rende homenagem a São Benedito. Uma festa organizada por famílias tradicionais da região, carrega o Pantanal para uma longínqua Idade Média. Trata-se de uma disputa entre mouros e cristãos. Nesta luta são utilizados dezenas de cavalos e cavaleiros que têm por objetivo salvar uma princesa presa em uma torre permanentemente vigiada.<br />
Além do preparo dos cavaleiros, seus animais também revelam grande precisão de movimentos. A maior parte deles são cavalos pantaneiros, que souberam se adaptar às características do Pantanal.<br />
Em dia de Cavalhada, a cidade de Poconé amanhece azul e vermelha, as cores que representam os cristãos e os mouros, um exemplo puro de cultura e paixão por suas raízes.</p>
<p><strong>DANÇA DOS MASCARADOS</strong></p>
<p>Típica do município de Poconé, é uma mistura de contradança européia, danças indígenas e ritmos negros. A maior peculiaridade desta dança é o fato de participarem apenas homens, aos pares, metade dos quais vestidos de mulher, com máscaras e roupas coloridas onde predominam o vermelho e o amarelo. Para participar é necessário ser bom dançarino. Os componentes escolhem o modo de se apresentar, seja no papel de homem ou de mulher, e sentem orgulho do que fazem. A dança tem expressão muito forte e chega a comover aos que estão assistindo.<br />
A Dança dos Mascarados não encontra semelhanças com nenhuma outra manifestação no Brasil e sua origem ainda é um mistério, porém a origem pode estar ligada aos índios que habitavam a região.</p>
<p><strong>FESTA DE SÃO BENEDITO<br />
</strong><br />
Geralmente realizada entre a última semana de junho e a primeira de julho, movimenta milhares de fiéis, em procissão com bandeiras e mastros tão criativos quanto singelos. Ao final da procissão é levantado o mastro em homenagem ao santo de devolão. Reza a lenda que o mastro, ao sabor do vento, sempre aponta para a direção da morada de quem vai conduzir as rédeas dos festeiros posteriores.Dias antes do festejo há um ritual no qual os festeiros percorrem as ruas da cidade levando a bandeira do santo de casa em casa e recebendo donativos.Durante os dias de festa há fartura de comida e diversas iguarias, com distribuição de alimentos, produzidos com muito capricho e carinho.</p>
<p><strong>DANÇA DO CHORADO</strong></p>
<p>Dança afro, da região de Vila Bela da Santíssima Trindade, surgiu no período colonial, quando escravos fugitivos e transgressores eram aprisionados e castigados pelos Senhores e seus entes solicitavam o perdão dançando o Chorado. Com o passar do tempo a dança foi introduzida nos últimos dias da Festa de São Benedito, pela mulheres que trabalhavam na cozinha. Com coreografia bem diferente da demais danças típicas, são equilibradas garrafas na cabeça das dançarinas que cantam e dançam um tema próprio. Procuram manter a garrafa na cabeça, para mostrar que estão sóbrias, isto é, que apesar da festança ninguém está embriagado. Este passou a ser o significado atual da Dança do Chorado.</p>
<p>Referência:<br />
Mato Grosso e seus Municípios; João Carlos Vicente Ferreira<br />
Xandbureau Publicidade</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Folclore e Festas Mato Grosso]]></title>
<link>http://poemia.wordpress.com/?p=256</link>
<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 19:25:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Caburé</dc:creator>
<guid>http://poemia.wordpress.com/?p=256</guid>
<description><![CDATA[Retirado de Ache Tudo e Região







O folclore está                historicamente incorporado co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Retirado de <a href="http://www.achetudoeregiao.com.br/MT/folclore_festas.htm" target="_blank">Ache Tudo e Região</a></p>
<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="0" width="100%" bgcolor="#ffffff">
<tbody>
<tr>
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;">
<table border="0" cellspacing="5" cellpadding="0" width="100%" bgcolor="#ffffff">
<tbody>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;" height="140"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">O folclore está                historicamente incorporado como uma base científica para o estudo                e conhecimento do comportamento popular. Tem em Mato Grosso as                mais diversificadas formas de expressão, representadas basicamente                pelas danças, lendas e contos que na sua grande maioria sintetizam                a herança, principalmente, do índio e do negro. </span><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">Nas lendas                indígenas, nas crendices na solidão da selva, assim como nas                peripécias pelos campos, forjou-se um psicológico mesclado como o                cristianismo . É notável também a transferência de lendas de                outras regiões, nesse ecletismo de crença, nasceu a ambigüidade da                fé, isto é, contra o Pé de Garrafa, Pai do Mato, Minhocão do Pari,                Lobisomem, e outras, as rezas e orações católicas. O psicológico                do mato-grossense é forjado dentro dessas crenças e também                sortilégio mouro-cigano. Tais povos se mesclaram muito com a                população ribeirinha. </span></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">Isso explica o                gosto pela dança, música, cores fortes, brincos de argola de ouro,                truco espanhol e impetuosidade românticas" - Milton Pereira de                Pinto - O Guapo. As danças e os folguedos populares                mato-grossenses são variadas, e nem todas são típicas do Estado,                ocorrendo em vários outros recantos do Brasil. É o enriquecimento                gradual e benéfico da cultura popular de Mato Grosso em função da                formação cultural através dos tempos.<br />
</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;">
<div>
<table style="border-collapse:collapse;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr bgcolor="#3333ff">
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;" height="16" bgcolor="#ffffff">
<div><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"><strong> <span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">OS DIAS MAIS FESTEJADOS</span></strong></span></div>
</td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;" height="2"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">08 de Janeiro:                  Santo Rei </span></td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;" height="2"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">10 de Janeiro: São                  Gonçalo (casamenteiro das velhas e curador das doenças dos                  ossos) </span></td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;" height="12"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">20 de Janeiro: São                  Sebastião </span></td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;" height="6"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">21 de Março: São                  Bento </span></td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;" height="6"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">13 de Junho: Santo                  Antonio (Casamenteiro das moças)</span></td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;" height="6"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">24 de Junho: São                  João </span></td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;" height="6"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">29 de Junho: São                  Pedro</span></td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;" height="6"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">26 de Julho:                  Sant'Ana </span></td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;" height="6"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">16 de Agosto: São                  Roque (Considerado curador) </span></td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;" height="2"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">50 dias após                  páscoa: Senhor Divino </span></td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">04 de Outubro: São                  Francisco </span></td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">05 de Outubro: São                  Benedito (Em Cuiabá é comemorado a partir de Junho) </span></td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">07 de Outubro:                  Nossa Senhora do Rosário </span></td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;" height="2"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">08 de Dezembro:                  Nossa Senhora da Conceição Sem dia definido: Nossa Senhora da                  Guia</span></td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">13 de Dezembro:                  Santa Luzia (Protetora da visão) </span></td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">25 de Dezembro:                  Senhor Menino </span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;">
<table border="0" cellspacing="5" cellpadding="0" width="100%" bgcolor="#ffffff">
<tbody>
<tr bgcolor="#3333ff">
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;" colspan="2" height="8" bgcolor="#ffffff">
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>FESTA DO DIVINO</strong></span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;" width="63%" height="366" bgcolor="#ffffff">
<p align="center"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;"> Celebrado em diversos municípios de Mato Grosso, a Festa do Divino                é representada pela Pomba, símbolo da paz, que figura em grandes                bandeiras de cetim vermelho e branco.</span></p>
<p align="center"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">Os                festeiros, responsáveis pela festa, geralmente são escolhidos num                concorrido sorteio solene. Cada festeiro assume uma insígnia                sagrada, que carrega durante toda a esmola e procissão: a coroa é                levada pelo Imperador, o centro, pela Imperatriz, a bandeira rica                pelo Alferes da Bandeira e a bandeira pobre pelo Capitão do                Mastro. </span></p>
<p align="center"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;"><br />
O principal elemento desse ritual é o mestre, que guarda detalhado                conhecimento das práticas rituais, aptidão para música e                capacidade de liderança. O seu mandato é vitalício. Quando há a                presença dos "foliõezinhos", é também o mestre o responsável pela                escolha e treino dos meninos, que entoarão os cantos sagrados                durante a esmola e a festa propriamente dita. </span></p>
<p align="center"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;"><br />
Os músicos ou tocadores são, com frequência, em número de três: o                mestre, tocando a viola, o contra-mestre, que é o tocador de                sanfona e um "bumbeiro", que toca a caixa.<br />
A Festa do Divino, no seu dia, é comemorada com toque de sino,                fogos de artifícios e muitos cantos e músicas, realizados pelos                músicos e foliões.</span></td>
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;" width="37%" height="366">
<table style="border-collapse:collapse;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="99%">
<tbody>
<tr>
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;" height="154"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> <img src="http://www.achetudoeregiao.com.br/MT/MT.GIF/mato_festa_divino.gif" border="0" alt="" width="301" height="182" /></span></td>
</tr>
<tr>
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;" height="181"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> <img src="http://www.achetudoeregiao.com.br/MT/MT.GIF/mato_festa_divino1.jpg" border="0" alt="" width="301" height="182" /></span></td>
</tr>
<tr>
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> <img src="http://www.achetudoeregiao.com.br/MT/MT.GIF/mato_festa_divino2.jpg" border="0" alt="" width="300" height="185" /></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;">
<table border="0" cellspacing="5" cellpadding="0" width="100%" bgcolor="#ffffff">
<tbody>
<tr bgcolor="#3333ff">
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;" colspan="2" height="8" bgcolor="#ffffff">
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>FESTA DE SÃO BENEDITO</strong></span></div>
</td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;" colspan="2" height="66">
<p align="left"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;"><br />
É importante lembrar que a festa de São Benedito (geralmente                realizada na última semana de junho, e com encerramento no 1º                domingo de julho), apesar de ter características semelhante à do                Senhor Divino, não tinha a mesma magnitude , uma vez que na                primeira predominava a participação popular, enquanto na segunda,                era a alta sociedade cuiabana que liderava os festejos. Nestas                festas, bem como na Nossa Senhora do Rosário era comum a                realização da dança de Congos, vale dizer a semelhança entre a                desta do Senhor do Divino e a de São Benedito diz respeito a todo                ritual que acontece dias antes, no qual os festeiros percorrem as                ruas da cidade levando de casa em casa a bandeira dos santos e                recebendo donativos que serão transformados em alimentos para                serem servidos no dia da festa propriamente dita. Neste dia após a                missa da madrugada é servido, a toda a população que queira                participar, alimento o dia todo, começando pelo chá com bolo e                adentrando a noite com danás regionais e pratos típicos da                culinária mato-grossense.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;">
<table border="0" cellspacing="5" cellpadding="0" width="100%" bgcolor="#ffffff">
<tbody>
<tr>
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;" height="11" bgcolor="#ffffff">
<div><span style="font-family:Verdana;"><strong><span style="font-size:x-small;">BOI-À-SERRA</span></strong></span></div>
</td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;" height="1186">
<p align="center"><span style="letter-spacing:-1pt;"> <span style="font-weight:700;font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#008000;"> <a href="http://www.achetudoeregiao.com.br/MT/folclore_festas.htm">Topo</a></span></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;"><br />
Em várias regiões do Brasil encontramos manifestações folclóricas                que falam sobre a vida e a morte de bois bravos e vaqueiros                destemidos. Temos, no Maranhão, o Boi-à-Serra; em Santa Catarina,                o Boi-de-mamão, no Pará, a Dança do Boi, em São Paulo e em Mato               <img src="http://www.achetudoeregiao.com.br/MT/MT.GIF/mato_boia_serra.gif" border="2" alt="" width="150" height="99" align="right" />Grosso;                o Boi-à-Serra; Luiz Câmara Cascudo, em seu "Dicionário do Folclore                Brasileiro", nos fala sobre a origem dessas danças no Brasil:                "Pelas regiões da pecuária, vive uma literatura oral louvando o                boi, suas façanhas, agilidade; força, decisão. Desde fins do                século XVIII os touros valentes tiveram poemas anônimos,                realçando-lhes as aventuras bravias." Houve tempo em que o                Boi-à-Serra foi muito difundido em Mato Grosso, principalmente nas                localidades de Santo Antônio do Leverger, Varginha, Carrapicho,                Engenho Velho, Bom Sucesso e Maravilha, onde existiam grandes                canaviais e a atividade econômica predominante eram os engenhos de                açúcar. A dança do Boi-à-Serra hoje, consegue ainda manter suas                características iniciais apenas na localidade de Varginha, no                município de Santo Antônio do Leverger. Lá as pessoas ainda cantam                uma toada que conta toda a trajetória de vida e morte de um boi                que é capturado por destemidos vaqueiros, enquanto dançam. Em                outras localidades, como em Cuiabá e Santo Antônio do Leverger,                encontramos a dança do Boi-à-Serra já muito modificada, ou                inserida num outro folguedo popular: o Siriri.</span></p>
<p><strong>Época em que se realiza</strong></p>
<p><span style="color:#000000;">O Boi-à-Serra é um folguedo do carnaval                mato-grossense. Durante os festejos do carnaval, as pessoas                brincavam ou ainda brincam, em alguns lugares, o Siriri, o                Entrudo, o Boi-à-Serra e também o Cururu, que é uma manifestação                quase sempre ligada à religiosidade do povo. Porém, segundo alguns                tiradores, o Boi-à-Serra pode ser dançado em qualquer festa.<br />
</span><br />
<strong>0 Nome do Boi </strong></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> <span style="color:#000000;">É comum, nas localidades onde existe a dança                do Boi-à-Serra, o responsável por sua confecção dar o nome ao boi.                Este nome é dado através de alguma característica que o mesmo                tenha, ou seja, devido à cor do tecido que o reveste, ao brilho                deste ou a alguma parte cômica da figura do boi. </span></span></p>
<p><strong>Instrumentos Usados no Boi à Serra </strong></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><br />
<img src="http://www.achetudoeregiao.com.br/MT/MT.GIF/mato_mocho.gif" border="2" alt="" width="122" height="124" align="left" /><span style="color:#000000;">Os                instrumentos musicais usados no Boi-à-Serra são a viola de cocho e                o ganzá, mas sempre que o Boi-à-Serra surge inserido na dança do                Siriri, nota-se ainda a presença do mocho. Em depoimento,                tiradores lembram-se de ter visto pessoas dançarem o Boi-à-Serra                sem utilizar qualquer instrumento de corda, só de percussão.                Quanto ao número de instrumentos que usam no folguedo, varia                muito, pode ocorrer de uma a quatro violas e ganzás. </span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>Viola de Cocho</strong><br />
<span style="color:#000000;">Típica do Estado de Mato Grosso, é fabricada                artesanalmente a partir de um tronco de madeira inteiriça,                esculpida no formato de uma viola que é escavada no corpo até que                suas paredes fiquem bem finas, obtendo-se assim o cocho                propriamente dito (a maior ou menor ressonância depende da                espessura das paredes e do tampo). As violas geralmente medem 70                cm de comprimento. </span><br />
</span></p>
<p align="justify"><strong><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Mocho </span> </strong></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> <span style="color:#000000;">Espécie de banco de madeira, cujo assento ë                feito com couro cru, que é recortado e molhado ao ser pregado                sobre o banco. É percutido com duas baquetas de madeira de,                aproximadamente, "um palmo e meio" de comprimento. Pode-se usar o                mocho pendurado no pescoço ou, se for de tamanho maior, colocado                no chão e tocado por uma ou até duas pessoas, ao mesmo tempo. Na                falta do mocho, usa-se uma bruaca (saco ou; mala de couro cru,                para transporte de objetos e mercadorias sobre animais) ou um                couro inteiro de boi, enrolado, no qual bate-se com dois pedaços                de madeira. Até mesmo uma caixa de madeira pode ser usada para a                percussão, na falta do instrumento.<br />
</span><br />
<strong>Figurantes da dança</strong><br />
</span></p>
<ul>
<li><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">Boi.<br />
</span></li>
<li><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">Chamadores do                  Boi .<br />
</span></li>
<li><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">Toreador.<br />
</span></li>
<li><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">Mascarado.<br />
</span></li>
<li><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">Cabeça de Apá                  .<br />
</span></li>
<li><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">Bico de Brasa                  .<br />
</span></li>
<li><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">Jacaré, Veado,                  Ema, Macaco.<br />
</span><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><br />
</span></li>
</ul>
<p><strong><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">O Boi</span></strong></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><br />
<span style="color:#000000;">0 Boi, a figura principal da dança, é                confeccionado pelos próprios membros da comunidade. 0 encarregado                da missão de fazer o Boi para a festa começa a reunir o material                com antecedência. Esse material consiste basicamente em:<br />
</span></span></p>
<ul>
<li><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">algumas ripas                  de madeira<br />
</span></li>
<li><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">algumas                  taquaras<br />
</span></li>
<li><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">barbante ou                  cipó<br />
</span></li>
<li><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">a carcaça da                  cabeça de um boi<br />
</span></li>
<li><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">um cobertor                  grande ou um pedaço de chitão florido<br />
</span></li>
<li><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">enfeites para                  o boi<br />
</span></li>
</ul>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">As ripas de                madeira devem ser finas, pois todo o material tem que ser muito                leve para facilitar a movimentação da pessoa que carrega o Boi. A                carcaça deve ser bem seca pelo mesmo motivo, quanto mais seca,                mais leve. Para a cabeça do Boi também pode-se usar outro                material, qualquer armação que se pareça com uma cabeça de Boi,                pode ser inclusive confeccionada de gesso. Para enfeitá-lo,                costuma-se usar flores de papel, brilhos, fitas, enfim, isso                depende muito do gosto e dos recursos de que a comunidade dispõe.                Com as ripas e taquaras é feita uma armação, tudo muito bem                amarrado para que fique firme. As ripas de madeira formam o "lombo                do Boi" e têm o comprimento aproximado ao do animal que se procura                imitar. Os arcos, que dão o formado arredondado ao corpo do Boi,                são feitos de taquara por serem mais flexíveis.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;">
<table border="0" cellspacing="5" cellpadding="0" width="100%" bgcolor="#ffffff">
<tbody>
<tr bgcolor="#3333ff">
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;" height="14" bgcolor="#ffffff">
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>CAVALHADA</strong></span></div>
</td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td style="font-size:12px;font-family:Arial,Verdana;" height="924"><span style="font-size:x-small;font-family:Trebuchet MS,Arial,Helvetica;"> <span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;"><br />
É a Cavalhada uma demontração da força do folclore mato-grossense,                apesar de ser difundida em outros estados brasileiros, foi trazida                há séculos por imigrantes europeus, permanecendo entre nós até os                dias de hoje, sendo especialmente difundida na cidade de Poconé,                rica em cultos às tradições. É uma batalha simulada em que figuram                cavaleiros, representando mouros e cristãos, disputando a posse de                uma princesa. Foi trazida há séculos pelos imigrantes europeus,                permanecendo no folclore mato-grossense, principalmente em Poconé. </span> </span><span style="font-size:x-small;font-family:Trebuchet MS,Arial,Helvetica;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">De acordo com                Rubens de Mendonça, em seu Roteiro Histórico e Sentimental da Vila                Real do Bom Jesus de Cuiabá, a Cavalhada foi realizada pela                primeira vez em 20 de julho de 1769, em Cuiabá, na comemoraçãopela                chegada do Capitão-General e 3º Governador da Capitania de Mato                Grosso, Luís Pinto de Souza Coutinho. Foram três tardes de                Cavalhadas, em que participaram as pessoas da nobreza,                provavelmente foram realizadas no largo da Mandioca. </span></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:Trebuchet MS,Arial,Helvetica;"> </span><span style="font-size:x-small;font-family:Trebuchet MS,Arial,Helvetica;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">Em Mato Grosso, a                representação da batalha campal costumava ser uma mistura da                lendária Guerra de Tróia com as lutas religiosas das Cruzadas,                caracterizadas pelas guerras entre mouros e cristãos. Após o                término das festas religiosas do Divino, formava-se um campo                improvisado na forma de um retângulo, cujos lados maiores eram                tomados por grandes palanques para os espectadores, que tomavam o                espaço todo. Dentro do retângulo traçava-se uma circunferência com                cal. O público que lotava o local era formado por famílias que                vinham em trajes elegantes, e pela massa popular que se acomodava                nas sombras formadas pelos palanques. Todos chegavam desde o                início da tarde da Cavalhada. Por fora da praça da batalha                encontravam-se inúmeras tendas ou botequins. </span></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:Trebuchet MS,Arial,Helvetica;"> </span><span style="font-size:x-small;font-family:Trebuchet MS,Arial,Helvetica;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">Uma banda musical                dava o sinal do início do folguedo, executando uma composição                simples que se dizia o hino do Divino. Depois entravam os                cavaleiros ao som de uma marcha. Entre os cavaleiros                encontravam-se os mais destros da sociedade, montados nos mais                belos espécimes de cavalos preparados com capricho. </span></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:Trebuchet MS,Arial,Helvetica;"> </span><span style="font-size:x-small;font-family:Trebuchet MS,Arial,Helvetica;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">A batalha se                iniciava com o assalto ao castelo, feito de bambu e pano de                algodão, armado a um canto da praça, de lá se retirava a Princesa                e o castelo era incendiado, representando o rapto de Helena                descrita na Ilíada. Do rapto de Helena passava-se, em um salto de                tempo, para a luta entre mouros e cristãos, que trocavam golpes de                lanças, espadas e disparos de pistolas, tornadas mais realistas                através de quatro cabeças, feitas de massa, espetadas em estacas                simetricamente plantadas pelo terreno. </span></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:Trebuchet MS,Arial,Helvetica;"> </span><span style="font-size:x-small;font-family:Trebuchet MS,Arial,Helvetica;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">Ao ritmo de                tambor e cornetas realizavam-se outros jogos, tais como os do                limão, em que dois cavaleiros disparavam em uma corrida na qual                alvejavam-se com limões. Ao final do evento ocorria a jogo da                argolinha, que consistia em uma competição na qual erguia-se na                extremidade de uma raia, em linha reta, uma pequena argola presa                por uma corda no alto de um varal, que algumas vezes era de ouro                ou prata; cada cavaleiro devia tentar tirá-la, passando em                disparada, com a ponta da lança, quem conseguisse recebia como                prêmio essa argola, mais valiosa ainda se fosse de ouro ou de                prata. </span></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:Trebuchet MS,Arial,Helvetica;"> </span><span style="font-size:x-small;font-family:Trebuchet MS,Arial,Helvetica;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">A Cavalhada                permaneceu por décadas esquecida, foi resgatada no final da década                de oitenta, principalmente em Poconé, Cáceres e Porto Espiridião,                que retomaram a tradição. Neste resgate da batalha simulada,                permaneceu a luta entre os cavaleiros mouros e cristãos que formam                12 pares, sendo 1 Mantenedor, 1 Embaixador e 10 soldados, que usam                como armas - na encenação da luta - lanças, espadas e pistolas. Os                mouros vestem-se de cetim encarnado e os cristãos de cetim azul,                ambos usam chapéus com plumas, capas de cetim e ricos ornamentos.                Os cavalos também recebem um tratamento especial, com fitas, cetim                e flores de papel. </span></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:Trebuchet MS,Arial,Helvetica;"> </span><span style="font-size:x-small;font-family:Trebuchet MS,Arial,Helvetica;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">Os cavaleiros,                tanto os mouros quantos os cristãos, possuem um auxiliar, são os                personagens chamados pajens, representados por crianças                uniformizadas, que se assemelham com os soldados. Outros                personagens são os cavaleiros mascarados, que ficam ao redor, e                têm por função proteger os espectadores, os pajens e os                cavaleiros,durante o intervalo eles brincam no campo, imitando a                batalha. </span></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:Trebuchet MS,Arial,Helvetica;"> </span><span style="font-size:x-small;font-family:Trebuchet MS,Arial,Helvetica;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">A exemplo do que                ocorria no passado, diversos torneios, jogos e corridas são                realizados, ao ritmo de uma marcha executada por dois antigos                participantes da competição, cada um com uma caixa de percussão                reproduzindo o som das patas dos cavalos em movimento. Cada ponto                marcado pelas equipes é comemorado ao som do rasqueado, marchinhas                de carnaval e outros ritmos que são tocados por uma banda musical,                além dos aplausos do público que se divide em torcidas pelos                mouros e pelos cristãos. </span></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:Trebuchet MS,Arial,Helvetica;"> </span><span style="font-size:x-small;font-family:Trebuchet MS,Arial,Helvetica;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;color:#000000;">Ao final os                cristãos são declarados vencedores, independentemente dos pontos                obtidos, e a bandeira de São Benedito, padroeiro da festa, é                carregada pelos mantenedores mouro e cristão, que percorrem o                local da batalha exibindo-a ao público espectador. A paz enfim é                restabelecida, então o Hino do Divino Espírito Santo é tocado,                sendo reverenciado em silêncio por todos. </span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Serafín Abeytua, el gaitero de Albelda]]></title>
<link>http://culturaderioja.wordpress.com/?p=16</link>
<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 12:00:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>culturaderioja</dc:creator>
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<description><![CDATA[Serafín Abeytua
El músico albeldeño Serafín Abeytua falleció ayer a los 88 años después de to]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="" align="alignleft" width="128" caption="Serafín Abeytua"]<a href="http://www.elcorreodigital.com/vizcaya/prensa/noticias/200807/20/fotos/525544.jpg"><img src="http://www.elcorreodigital.com/vizcaya/prensa/noticias/200807/20/fotos/525544.jpg" alt="Seraf�n Abeytua" width="128" height="134" /></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;">El músico albeldeño Serafín Abeytua falleció ayer a los 88 años después de toda una vida dedicada a rescatar y promocionar el folclore riojano.</p>
<p style="text-align:justify;">Serafín Abeytua, conocido popularmente como 'El gaitero de Albelda', falleció ayer a los 88 años tras toda una vida dedicada al folclore riojano. Junto a otros compañeros de generación, como Segundo Corral o Baldomero Tobía, Abeytua se convirtió en uno de los referentes de las festividades de los pueblos del Iregua y los Cameros. Más <a href="http://www.larioja.com/20080720/sociedad/adios-gaitero-albelda-20080720.html" target="_blank">larioja.com</a> - <a href="http://www.elcorreodigital.com/alava/20080720/rioja/fallece-anos-conocido-dulzainero-20080720.html" target="_blank">elcorreo</a></p>
<p style="text-align:justify;">Artículos relacionados: "Organología para la danza en La Rioja", <a href="http://www.funjdiaz.net/folklore/07ficha.cfm?id=802" target="_blank">Revista Folklore</a>; "A danzar, a Albelda por San Prudencio" <a href="http://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=2323237" target="_blank">Revista Belezos</a>.</p>
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