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	<title>regine-pernoud &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/regine-pernoud/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "regine-pernoud"</description>
	<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 04:22:35 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Arte e Sagrado]]></title>
<link>http://leitorcritico.wordpress.com/?p=99</link>
<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 14:08:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Lemes</dc:creator>
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<description><![CDATA[Meus caros leitores,

Chegou em meu e-mail um fragmento do livro “Idade Média – O que não nos ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Meus caros leitores,</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Chegou em meu e-mail um fragmento do livro “Idade Média – O que não nos ensinaram” de Régine Pernoud, e acredito ser de grande avalia e vem a complementar o <a href="http://leitorcritico.wordpress.com/tag/umberto-eco/">trabalho aqui já exposto sobre a obra de Umberto Eco</a>, no qual trata exatamente da concepção de estética e beleza nesta época.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Lembrando que tudo o que existe tem uma finalidade, definida pelo seu próprio criador, finalidade essa que consistem em também servir ao criador, ora quando fazemos qualquer instrumento ele tem por finalidade primeira realizar o objetivo para o qual foi criado e também objeta a servidão do criador. Quando tratamos de pessoas animadas, quando criamos alguém a pessoa criada além de nos servir, procura nos conhecer e amar. Isso ocorre de um filho para o Pai, o filho Server, procura conhecer e amar seus pais.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><!--more--></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><a href="http://gloriadaidademedia.blogspot.com/2007/09/idade-mdia-floresta-repleta-de-smbolos.html"><img class="aligncenter" src="http://bp1.blogger.com/_L-aIG-7AW7I/RvrZAo4H9mI/AAAAAAAAAas/9vzzrJs4pGw/s320/Macrocosmos,+Idade+M%C3%A9dia.jpg" alt="" width="316" height="320" /></a></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal">Falando de maneira mais elevada, tudo o que existe, existe para uma finalidade sobrenatural que consiste em Servir, Amar e Conhecer a Deus o Criador por Excelência, de forma que a arte, ou <em>Ars</em> assim também deve ser tratada. Assim ela deve representar em seus trabalhos a servidão, o amor e o conhecimento de Deus. Desde do Romantismo tais aspectos foram retirados, e concentrados no homem, por isso embora materialmente belas as obras românticas já não eram completamente boas, pois o sagrado havia sido retirado delas, com o pensamento antropocêntrico uma das principais características da arte havia no mínimo sido alterada, para corresponder ao misticismo gnóstico, tratado por Umberto Eco.<span> </span>Essa falta irá fazer com o que do romantismo derive diretamente o modernismo, e vemos hoje o absurdo, onde borrões de tinta em pedaço de papel são ovacionados com aplausos de pseudo intelectuais.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Segue abaixo o trecho do livro de Pernoud, boa Leitura.</p>
<p class="MsoNormal">Carlos Lemes</p>
<p class="MsoNormal">
<blockquote>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>(...) Durante todo o <strong>período medieval</strong>, com efeito, a arte não se separou de suas origens. Queremos dizer que ela exprime o Sagrado. E esta ligação entre arte e sagrado provém das próprias fibras do Homem em todas as civilizações; os especialistas da pré-história nos confirmam o fato, desde o aparecimento da arte nas cavernas. Todas as raças, sob todos os climas, atestam sucessivamente esta íntima comunhão, esta tendência inerente ao Homem que <strong>o leva a exprimir o Sagrado</strong>, o Transcendente, nesta linguagem que é a arte sob todas as suas formas. Assim, cada geração teve, através do tempo e espaço, sua visão própria, e as facilidades atuais de deslocamento e de reprodução nos permitem reencontrar essa visão. Ora, é muito significativo constatar que a falha, a queda de atividade artística corresponde ao momento em que aparece, <strong><span style="font-family:&#34;">no século XIX</span></strong>, uma concepção mercantilista do “objeto da arte”. Não é menos revelador que tenha nascido ao mesmo tempo o “<em><strong><span style="font-family:&#34;">objeto piedoso</span></strong></em>”, <strong><span style="font-family:&#34;">lamentável decalque do Sagrado</span></strong> a serviço do dono da loja. <strong>Hoje ainda é surpreendente ver a que ponto a impotência artística liga-se à ausência do Sagrado</strong>. Certos países, certas seitas, certas igrejas também, certos edifícios religiosos exibem seu afastamento de todas as formas do Sagrado, <strong>por sua cruel indigência artística</strong>. Esta não tem nenhuma ligação, como se poderia pensar, ainda no fim do século passado, com a riqueza ou pobreza. Porque há uma <strong>pobreza verdadeira</strong>, muitas vezes magnífica: a das pinturas das catacumbas, a de tantas de nossas igrejas do interior. Ao contrário, a <strong>beleza original</strong> de muitos edifícios teria sido aniquilada, atualmente, por padres zeloso, animados de um louvável desejo de pobreza, <strong>mas que confundiam o que é pobre com o que é</strong>, apenas, <strong>sórdido</strong>. (...)</span></p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Je suis un gueux du Moyen-Age qui mange des racines !]]></title>
<link>http://switchie2.wordpress.com/?p=1630</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 17:30:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>switchie</dc:creator>
<guid>http://switchie2.fr.wordpress.com/2008/05/15/je-suis-un-gueux-du-moyen-age-qui-mange-des-racines/</guid>
<description><![CDATA[
Je me suis rappelé, au déjeuner, les premiers livres que la grande historienne Régine Pernoud é]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://switchie2.wordpress.com/files/2008/05/radis.jpg" alt="" width="475" height="201" class="alignnone size-full wp-image-1631" /></p>
<p>Je me suis rappelé, au déjeuner, les premiers livres que la grande historienne Régine Pernoud écrivait <em>pour en finir avec le Moyen-Age</em>. Elle y rappelait l'indigence des connaissances générales sur ces immenses siècles qu'on qualifiait alors de "sombres", "obscurs", "noirs" et "ténébreux". La bétise de l'enseignement général sur cette période était tellement crasse à l'époque que l'opinion était persuadée que les gens du Moyen-Age n'étaient qu'un ramassis de gueux obscurs (alors qu'ils construisaient des cathédrales) et tellement indigents et miséreux qu'ils en étaient réduit à "gratter la terre" et à ..."manger des racines"...<br />
A midi, j'ai également mangé des racines et elles étaient fort bonnes. Je suis donc un gueux du Moyen-Age. Et ce soir je me ferai sans doute des poireaux ou des carottes. Que voulez-vous, je suis un serf stupide : je mange des racines !</p>
<p><a href="http://switchie2.wordpress.com/2008/04/16/la-bonne-odeur-de-la-pierre-taillee-et-de-lavenir-qui-renait/" target="_blank"> La bonne odeur de la pierre taillée</a></p>
<p><a href="http://switchie2.wordpress.com/2008/03/02/mesurer-sa-vie-en-matins/" target="_blank"> Mesurer sa vie en matins</a></p>
]]></content:encoded>
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