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	<title>religieuse &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/religieuse/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "religieuse"</description>
	<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 20:13:58 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[O segundo dia em Paris]]></title>
<link>http://ocachambinaoeaqui.wordpress.com/?p=375</link>
<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 04:21:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leandro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Como segunda-feira era o primeiro dia de uso do carte-orange hebdomadaire, minha primeira providênc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Como segunda-feira era o primeiro dia de uso do <em>carte-orange hebdomadaire</em>, minha primeira providência do dia foi comprar um.  Entrei na estação de metrô mais perto do hotel e pedi o meu para a atendente da estação.  Ela perguntou se eu morava em Paris.  Respondi que não.  Aí ela disse que eu era obrigado a comprar o <em>Paris-Visit</em>, cartão muito mais caro e francamente desvantajoso para as minhas pretensões de conhecer a cidade (já falei sobre isso antes).  Como assim?  Eu não era obrigado a comprar o cartão que ela queria me vender, até onde eu sabia.</p>
<p style="text-align:justify;">Não me conformei e tentei comprá-lo na máquina de auto-atendimento.  Ela também não quis me vender o bilhete, até hoje não sei a razão.  Continuei inconformado, e pau da vida, vendo o meu precioso tempo passar sem resolver um problema tão simples.  Resolvi andar até a <em>Gare de L'Est</em> e lá tentar a sorte.  Uma caminhada de dez ou quinze minutos.  A raiva me impediu de contar exatamente o tempo e admirar a paisagem.  Na <em>Gare</em>, longas filas se formavam em frente aos guichês de atendimento, mas andavam rápido.  Pedi o bilhete e a atendente prontamente mos vendeu.  Simples assim, sem complicação, sem perguntas nem delongas.</p>
[caption id="" align="alignright" width="240" caption="A Torre vista de Trocadéro"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2701600305/in/set-72157606343276378/"><img title="A Torre vista de Trocadéro" src="http://farm4.static.flickr.com/3010/2701600305_9bb7636154_m.jpg" alt="A Torre vista de Trocadéro" width="240" height="180" /></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;">Embarquei no metrô e fui direto ao <em>Trocadéro</em>, o lugar de onde se tem a vista mais bonita da Torre.  Trocadéro não é a estação mais próxima da Torre.  Birk-Hakeim é mais próxima, mas a caminhada dali até a Torre é terrível.  Beirando o Sena, você caminha sem ver a Torre, escondida atrás dos prédios e das árvores.  Em <em>Trocadéro</em>, a caminhada é feita em descida, sempre com vista para a Torre.</p>
<p style="text-align:justify;">A Torre Eiffel é o monumento turístico mais visitado do mundo.  Não por acaso, o tempo perdido na compra dos bilhetes foi fatal para as minhas pretensões e acabei pegando uma fila grande para subi-la.  Lembro que, antigamente, era possível subir pelos elevadores de seus quatro pés.  Agora, os visitantes só têm acesso aos elevadores de dois de seus pés, o terceiro é reservado a visitantes que desejam subir pelas escadas (ali não havia filas, por motivos óbvios) e o quarto está fechado.</p>
[caption id="" align="alignright" width="180" caption="Torre Eiffel"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2702384560/in/set-72157606343276378/"><img title="Torre Eiffel" src="http://farm4.static.flickr.com/3195/2702384560_5f94cf86f9_m.jpg" alt="Torre Eiffel" width="180" height="240" /></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;">Antes de entrar, como todo lugar de grande concentração pública do primeiro mundo, todos são revistados.  Na Torre, há detectores de metais para as pessoas.  Para as mochilas e afins, os seguranças apenas procedem a uma revista manual, pedindo para o visitante abri-la e colocando a mão dentro.  Achei aquilo um pouco invasivo demais, mas não podia fazer nada contra.</p>
<p style="text-align:justify;">Dentro da Torre, assim como ali fora, as filas são intermináveis.  Vi o dia em que a quantidade de visitante será limitada e os turistas terão que fazer reserva com muita antecedência para conhecer o maior monumento de Paris - quiçá do mundo.  É fila para subir e para descer do terceiro estágio (o ponto mais alto da Torre), para pegar o elevador para descer tanto no primeiro quanto no segundo estágio, para usar o telefone, para comprar alguma coisa nas lojinhas, para tirar foto...  Chega a desanimar.  Mas a empolgação (e a realização de estar ali) é tanta que o turista minimiza esses desconfortos, principalmente os de primeira viagem, como a <em>Fiona</em>.</p>
[caption id="" align="alignright" width="180" caption="Desci de escada"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2702572326/in/set-72157606343276378/"><img title="Desci de escada" src="http://farm4.static.flickr.com/3170/2702572326_1af465bfc7_m.jpg" alt="Desci de escada" width="180" height="240" /></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;">Por causa das filas, desci a Torre a pé, pelas escadas - para baixo todo santo ajuda.  Uma experiência muito legal, que aconselho a todos fazer, nem tanto para evitar filas, mas para ter um contato mais próximo com a Torre mesmo.  Desci o Champ du Mars até a École Militaire, sempre tirando várias fotos e já de olho em algum lugar para almoçar (a visita à Torre demorou, ao todo, três horas).</p>
<p style="text-align:justify;">Parei para comer em uma lanchonete mequetrefe (quase uma birosca) de um indiano bastante atencioso, no caminho entre a <em>École Militaire</em> e o <em>Hôtel des Invalides</em>.  Dois sanduíches fantásticos (personalizados), a preços mais que honestos.  Recomendo a todo mundo, mas não lembro o nome do lugar...</p>
<p style="text-align:justify;">Depois, segui para o Hôtel des Invalides para visitar o <em>Musée de l'Armée</em> e o <em>Dôme</em>.  Após descobrir que o banheiro da lanchonete do museu é pago, comecei a visita.  O museu é um desbunde, tanto pela qualidade quanto pela fartura do seu acervo.  É pena - e eu só descobri isso lá - que boa parte dele está fechada para reforma até 2009.  A boa notícia é que há uma nova (pelo menos para mim) exposição sobre a II Guerra Mundial - fantástica!</p>
[caption id="" align="alignright" width="240" caption="Nuvem amiga"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2703177399/in/set-72157606343276378/"><img title="Nuvem amiga" src="http://farm4.static.flickr.com/3046/2703177399_960da66fb7_m.jpg" alt="Nuvem amiga" width="240" height="180" /></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;">De metrô, fui até a praça da Bastilha.  Dali andei até a <em>Place des Vosgues</em>, com direito a uma parada numa confeitaria para comprar e comer um <em>Religieuse</em> - o melhor doce de Paris.  Há quem diga que ela é a praça mais bonita do mundo.  Eu discordo.  Ela é linda, tudo bem, tem um clima fantástico, mas é fácil achar praças mais bonitas que ela.</p>
<p style="text-align:justify;">Aproveitei para descansar e sentar na grama, à sombra de uma nuvem que abençoava o pessoal que curtia a tarde por ali - aliás, muita gente...</p>
<p style="text-align:justify;">A próxima parada foi a <em>Île de San Louis</em>, o lugar onde Paris começou.  Depois de um rápido passeio pelas ruas da ilha, desci as escadas para andar na beirinha do Sena.  Quanta surpresa: descobri que ali é o maconhódromo da cidade, algo como o Parque Güell de Barcelona ou o Posto 6 em Copacabana.  Um francês, cheio de erva nas idéias, chegou a tentar uma cantada na Fiona, mas ficou por isso mesmo.  A sua companheira, sentada no banco de saia, sem calcinha e pernas abertas, cruzadas sobre o banco, apensa riu do fato.</p>
[caption id="" align="alignright" width="240" caption="Altar da Notre-Damme"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2702313413/in/set-72157606343276378/"><img title="Altar da Notre-Damme" src="http://farm4.static.flickr.com/3061/2702313413_e3634c53c2_m.jpg" alt="Altar da Notre-Damme" width="240" height="180" /></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;">Andei na direção da <em>Notre-Damme</em> de Paris, outro símbolo da cidade.  Fiquei surpreso ao não ver fila na porta da igreja.  Meus pais haviam visitado a igreja um mês antes e enfrentaram filas enormes para entrar.  As portas estavam abertas, escancaradas.  Eu entrei para ver o que estava acontecendo: era uma missa em português.  Por isso não havia filas nem cobrança pela entrada.  Pensei: "<em>me dei bem!</em>" e comecei a andar pela igreja, visitando-a, durante a missa mesmo.  Lá pelas tantas, na homilia, o padre português disse que a missa era celebrada em honra ao aniversário do estado português, a pedido do embaixador português em Paris.</p>
<p style="text-align:justify;">A igreja é linda, mas simples.  Vale mais a pena vê-la por fora do que por dentro, embora entrar nela e subir sua torre sejam passeios imperdíveis, principalmente por ser a igreja que é, um símbolo de Paris.</p>
[caption id="" align="alignright" width="240" caption="Fórum Les Halles"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2703543726/in/set-72157606343276378/"><img title="Fórum Les Halles" src="http://farm4.static.flickr.com/3219/2703543726_a575bc63a0_m.jpg" alt="Fórum Les Halles" width="240" height="180" /></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;">A caminhada continuou pela margem direita do Sena: <em>Hôtel de Ville</em>, o <em>George Pompi</em>deau, <em>Les Halles</em> e a igreja de Santo Eustáquio (que estava fechada).  De metrô, novamente, cruzei o Sena para a margem esquerda, para tentar pegar ainda abertas a igreja de <em>San Sevérin</em>, no <em>Quartier Latin</em>.  Mais uma vez, dei de cara com a porta, mas dessa vez a igreja estava fechada antes da hora anunciada na sua porta.  Ficou apenas o agradabilíssimo passeio pelas ruas agitadas do <em>Quartier Latin</em>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Une religieuse de 86 ans agressée en Haute-Saône]]></title>
<link>http://intransigeants.wordpress.com/?p=1188</link>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 08:57:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>intransigeants</dc:creator>
<guid>http://intransigeants.fr.wordpress.com/2008/09/04/une-religieuse-de-86-ans-agressee-en-haute-saone/</guid>
<description><![CDATA[Une religieuse des soeurs de la Compassion de Villersexelle (Haute-Saône), âgée de 86 ans, a ét]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://img185.imageshack.us/img185/6326/paulhoeckernonneimlaubgkw6.jpg" alt="" width="272" height="320" />Une religieuse des soeurs de la Compassion de Villersexelle (Haute-Saône), âgée de 86 ans, a été violemment frappée et aurait été agressée sexuellement mercredi matin (...) La victime a été retrouvée vers 9H00 par ses amies religieuses, gisant dans un fossé (...) Consciente, mais souffrant de plusieurs fractures d'après les premières constatations, la victime a affirmé avoir été violée, selon les gendarmes.</p>
<p>L'agresseur serait un homme de type européen, de taille moyenne et âgée de 35 à 45 ans.</p>
<p>LIRE TOUT L'ARTICLE : http://www.la-croix.com/afp.static/pages/080903172446.drlhcg0a.htm</p>
<p>Cela ne va pas sans rappeler certaines heures très sombres de notre Histoire; la guerre civile espagnole par exemple, où les <strong>brigades internationales (composées d'une partie écrasante de vous-savez-quoi) violaient et tuaient les religieuses dans leurs couvents</strong>. Pour être malade au point de violer une soeur de 86 ans, en tous les cas, l'agresseur doit avoir un très sérieux problème avec la religion Catholique ...</p>
<p>Évidemment, étant donné qu'elle n'est pas vous-savez-quoi, les médias n'en parlent pas. Aucun représentant politique ne viendra la soutenir.</p>
<p>Prions pour elle ...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amoureux d'une bonne soeur]]></title>
<link>http://elvire.wordpress.com/?p=34</link>
<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 13:24:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>elvire</dc:creator>
<guid>http://elvire.fr.wordpress.com/2008/09/01/amoureux-dune-bonne-soeur/</guid>
<description><![CDATA[
Benoît est un jeune fonctionnaire international. Il est arrivé de la France son pays d’origine ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Benoît est un jeune fonctionnaire international. Il est arrivé de la France son pays d’origine pour un mandat de trois ans au sein d’un organisme international basé à Pala dans le Mayo-Kebbi ouest du Tchad. Tout comme lui, des jeunes hommes et femmes laïcs ou religieux de diverses nationalités, travaillent pour le développement de ce pays au sein de cette ONG.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Situé en Afrique centrale, le Tchad est un pays intertropical de l’hémisphère nord. Trait d’union entre le Maghreb et l’Afrique Noire, carrefour des caravanes transsahariennes et berceau des civilisations nomades, ce pays cristallise en lui les contrastes :désert du Nord et savane du Sud, ascétiques traditions musulmanes et rites animistes ou chrétiens, nomades vivant au rythme de leurs chameaux et au gré des pâturages et agriculteurs sédentaires s’employant à domestiquer la terre et à lui imposer un visage humain. L’ONG « <em>Développement</em> », œuvre de l’Eglise catholique accueillent des jeunes gens de divers horizons qui viennent offrir leurs talents en vue d’actions caritatives et de développement social dans divers domaines : la santé, la télécommunication, le bâtiment…</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>En ce jour, les anciens volontaires accueillent les nouveaux au nombre de dix. Tandis que certains anciens dont le contrat a expiré retournent dans leurs pays respectifs.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Benoît fait partie de ces nouveaux arrivés à qui le directeur général, Monseigneur l’évêque Adam fait visiter les locaux. Benoît sera le nouveau secrétaire général de l’organisme et le directeur du service informatique. Une tâche qui s’annonce assez délicate pour le jeune homme âgé de seulement vingt-cinq ans.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>L’ONG international « <em>Développement</em> » a une particularité. Ces volontaires doivent accepter de ne pas se marier durant leur mandat qui n’excède jamais les dix ans. Aussi, il est formellement interdit aux membres de s’accoupler pendant la durée de la mission. Si cela n’est pas respecté d’un volontaire, celui-ci est obligé d’interrompre son contrat et de rentrer chez lui.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Pour l’arrivée des nouveaux, un dîner est organisé dans la grande salle des fêtes du village « Développement ». En effet, l’ONG « <em>Développement</em> » détient une grande surface au centre de la ville où elle a fait construire des maisons pour ses volontaires, une grande salle de fête, des salles de réunion et des bureaux pour le travail, une bibliothèque et un centre culturel ouverts au public et un établissement de santé publique.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>À sept heures du soir, tous les membres se retrouvèrent dans la salle des fêtes où fut servi le dîner. Ce fut une occasion pour tous de faire plus ample connaissance et partager des moments agréables.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>À «<em> Développement </em>», la culture de la fraternité et de la solidarité entre les membres est de rigueur. On y rencontre des personnes venues de la France, de la Suisse, de l’Italie, de la Belgique, du Canada, du Sénégal, de la Côte d’ivoire et du Tchad même et il règne toujours une ambiance de famille et d’amitié sincère.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Benoît Dupret s’est vite fait plusieurs amis dont Yaël Cassard avec qui il partage le même appartement. Il est très épanoui et donne le meilleur de lui-même dans ses différentes tâches. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Pala est la septième ville du Tchad par le nombre d’habitants. Elle est le chef-lieu de la région du Mayo-Kebbi Ouest et du département du Mayo-Dallah. Les volontaires de « <em>Développement</em> » s’intègrent bien à la population et mènent de nombreuses actions sociales; ils viennent en aide aux victimes du SIDA, contribuent à l’éducation des jeunes et des enfants dans les écoles, interviennent dans la construction de nouvelles infrastructures socio-économiques, favorisent l’harmonie entre les différentes ethnies de la région. Autant d’activités caritatives et de développements comme le veulent les principes de cet organisme.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Aujourd’hui c’est l’anniversaire de Benoît. Tous ses collègues lui ont préparé une belle fête surprise. À l’heure du dîner tous s’étaient rassemblés à la salle des fêtes. Le groupe chargea Yaël d’aller le chercher sans lui en souffler un mot. Lorsque Benoît et son ami arrivèrent dans la salle toutes les lumières étaient éteintes. Soudain, une voix entonna le traditionnel « joyeux anniversaire » et les lumières revinrent sous les battements des mains de tous les volontaires. Le jeune homme était ému jusqu’aux larmes car il ne savait pas que son jour d’anniversaire était connu des autres. Ce soir-là un événement va changer le cours de son existence au sein de l’ONG. C’était la fin du repas et chaque volontaire qui le désirait pouvait lui souhaiter ses vœux de fête à sa façon; certains lui offrirent des présents et d’autres de simples baisers accompagnés de gentils mots. Sœur Marie-Christine une jeune religieuse Africaine de la Côte d’Ivoire décida d’exécuter une chanson dans sa langue en l’honneur de son collègue. Elle commença d’abord par donner la traduction de la chanson en français puis se saisit d’un tam-tam. De ses longs doigts fins, elle se mit à le taper. Sous un air de percussion à la fois langoureux et rythmé, elle entonna son chant. Sa douce voix s’harmonisait au son de l’instrument qu’elle jouait avec passion et professionnalisme. Tous restèrent sous le charme de cette agréable mélodie africaine. Benoît regardait la jeune femme, il en était séduit. Il la fixait comme tous les autres mais son cœur battait au rythme de l’amour. Le jeune homme était tombé sous le charme de la bonne sœur. Elle avait un regard si pur, ses beaux yeux noisette brillaient au son de son tam-tam comme s’ils essayaient de transmettre du bonheur.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em><span>« Benoît, mon ami</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em><span>Benoît, douce créature de Dieu</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em><span>Quand j’ai trouvé Jésus dans ma vie, il te m’a offert</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em><span>Pour que nous travaillions ensemble à son œuvre d’amour, de paix et de justice pour tous nos frères et sœurs les humains</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em><span>Tu es précieux pour moi, tu es le préféré de Dieu</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em><span>Benoît, nous venons des quatre horizons pour que l’amour du Christ se répande dans tout l’univers</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em><span>Benoît, j’ai besoin de ton amour, Yaël a besoin de ton amour, Sophie a besoin de ton amour, Laurent a besoin de ton amour…</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em><span>Sois une petite lampe d’amour qui ne s’éteindra jamais</span></em><span>. »</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Face à ses belles paroles du chant exécuté par Soeur Marie-Christine, Benoît était ému aux larmes. La jeune femme chantait de tout son être avec un beau sourire aux lèvres et des yeux pleins de joie. Dès qu’elle eut fini, un tonnerre d’applaudissements inonda la pièce. La trentaine de volontaires se leva comme un seul homme pour l’ovationner. D’un bond, Benoît quitta sa place, s’approcha de la bonne sœur et la prit dans ses bras.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span><span>-<span>       </span></span></span><span>Merci ma sœur disait-il, jamais on a autant honoré ma fête. Tu chantes tellement bien et tu joues parfaitement le tam-tam que j’en suis séduit. J’étais sur un nuage tout le long de ta prestation. Merci encore.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span><span>-<span>       </span></span></span><span>De rien Benoît répliqua la bonne sœur. Si cela t’a fait plaisir, remercions le bon Dieu car c’est lui qui m’a donné ce talent.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>La fête se termina sur cette belle note.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Les jours qui suivirent, le jeune homme n’arrivait plus à oublier le visage de la bonne sœur, il en tomba ainsi amoureux. Il voulait toujours la rencontrer, travailler avec elle, discuter avec elle, question de passer du temps avec elle.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Ni Sœur Marie-Christine ni quiconque ne se doutait des sentiments qu’éprouvait le jeune homme. Il n’osait pas les lui avouer à cause de son statut et surtout à cause des principes de l’organisme sur le sujet. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Plusieurs mois passaient. Benoît ne manquait jamais d’aller au centre culturel des jeunes assister aux causeries suivies de débat qu’organisait la religieuse pour les jeunes de la ville. Aussi, les samedis après-midi, elle entraînait l’équipe féminine de volley-ball du centre culturel des jeunes. C’était une autre occasion pour l’homme d’aller admirer sa bien-aimée.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Un jour, alors qu’elle revenait du travail, Benoît décida enfin de lui avouer son secret. La jeune femme l’accueillit avec un grand étonnement, mais n’en fut pas choquée. Elle expliqua à son admirateur l’impossibilité d’une telle relation entre un laïc et une religieuse. Aussi, qu’elle ne quitterait pas sa vie de consacrée pour un homme. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Malgré cela, Benoît ne lâcha pas prise. Il continuait à dire ses sentiments à la none. Elle restait sur sa position sans le dénoncer au responsable de l’ONG. Le jeune homme confia son secret à son ami Yaël. Celui-ci lui déconseilla formellement de poursuivre une telle ambition, mais rien y fait.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Chaque jour, sœur Marie-Christine recevait dans sa boîte aux lettres un écrit de Benoît lui disant son amour. La jeune religieuse décida d’en parler à la responsable de la communauté<span>  </span>des sœurs chez qui elle résidait et lui fit part de tout le courrier adressé par le jeune homme. La sœur responsable à son tour rencontra Benoît pour lui expliquer l’impossibilité d’une telle relation amoureuse. Encore cette fois le jeune homme ne voulu rien comprendre. Il se situait comme une personne victime de son amour. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Dans une de ses lettres à la bonne sœur, il la suppliait de quitter son état de vie et tous les deux s’en iraient en France vivre librement cet amour. Dans une autre encore, il lui racontait sa souffrance de se sentir ainsi refusé à un amour si fort. Mais la jeune sœur demeurait sur sa position, répondant à chaque fois qu’elle avait choisi de servir Dieu et que si elle devait quitter cet état ce ne serait pas à cause d’un homme.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Lassée de savoir que le jeune homme ne lâchait toujours pas prise, Sœur Cécile la responsable de Sœur Marie-Christine décida d’en parler à Monseigneur et directeur général de « <em>Développement</em> » l’évêque Adam.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Celui-ci convoqua à son bureau les deux volontaires concernés. Même devant lui, Benoît ne nia pas ses sentiments pour la jeune sœur. Il osa même demander à l’évêque de convaincre la religieuse d’une éventuelle possibilité de vie amoureuse heureuse entre les deux, si elle acceptait de le suivre. L’homme de Dieu en fut indigné car c’était la première fois, en vingt ans de mission qu’un volontaire osait lui faire un tel affront. Il ne renvoya pas pour autant Benoît, mais il lui demanda de choisir entre l’abandon de son ambition et la démission de ses fonctions. Le jeune homme accepta de se résigner, mais trois mois plus tard, l’évêque fut contraint de se séparer de lui car il n’arrivait pas à tenir sa promesse au point que tous les autres savaient son amour pour la bonne sœur.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Voilà la copie d’une de ses lettres :</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em><span>« Ma bien chère Marie-Christine,</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em><span>J’ai l’air peut être fou de te crier autant mon amour, cet amour impossible comme tu le dis. Mais je suis sûr d’une chose, je suis vraiment et sincèrement amoureux de toi. J’ai fait milles et un effort pour l’oublier, mais chaque jour il est plus fort et mon être tout entier souffre de ne pas être compris par toi. J’ai toujours été un homme poli alors jamais je ne te manquerai de respect ou de considération. Je ne crois pas te harceler car je ne fais que te dire ce que crie mon cœur : Je t’aime Marie-Christine. Viens avec moi et je te promets que je serai un époux pieux. Nous serons un couple épris de foi en Dieu et d’amour pour les autres. Si tu préfères, nous irons nous installer dans ton pays ou dans le mien ou encore dans un pays neutre pour éviter les calomnies. Je suis prêt à tout ma bien aimée. Dis seulement oui et nous serons les plus heureux de la terre.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em><span>Je t’embrasse tendrement ma très chère Marie-Christine. À bientôt.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em><span>Benoît qui t’aime</span></em><span>.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>C’est le cœur en plein de chagrin que Benoît Dupret quitta plus tôt que prévue la ville de Pala. La bonne sœur remit au chauffeur qui le conduisait à l’aéroport une lettre, réponse à toutes les siennes, que celui-ci devait lui remettre seulement arrivés à destination. Elle disait :</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em><span>«  Mon cher frère et ami Benoît,</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em><span>J’ai reçu de toi en six mois plus d’une centaine de lettres. J’ai décidé de répondre à tous ces écrits par cette missive que tu liras sûrement dans l’avion. Je te remercie de m’avoir témoigné autant d’amour, c’est la preuve que tu as un cœur aimant et non une pierre à la place. C’est pour cela que je me tourne de nouveau vers ce cœur pour te dire que l’amour, tu le trouveras, j’en suis convaincue. Tu rencontreras la femme de ton choix, libre et faite pour toi et avec elle tu pourras exprimer tout cet amour qui déborde de ton cœur. Moi, j’ai fait le choix de servir Dieu dans la chasteté, le don total de ma vie.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em><span><span> </span>Tu es le préféré de Dieu, comme dit la chanson, alors il te comblera au-delà de tes attentes.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em><span><span> </span>Tu es précieux pour moi, comme dit la chanson, raison pour laquelle, j’ai refusé fermement tes avances car tu ne mérites pas de tomber ainsi dans un affront à Dieu. </span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em><span>Enfin, comme dit la chanson, sois une petite lampe d’amour qui ne s’éteindra jamais.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em><span>Sr. Marie-Christine</span></em></p>
<p class="MsoNormal"><em><span> </span></em></p>
<p><!--EndFragment--></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Miss Soeur Italie.]]></title>
<link>http://rannemarie.wordpress.com/?p=775</link>
<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 08:29:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>raannemari</dc:creator>
<guid>http://rannemarie.fr.wordpress.com/2008/08/25/miss-soeur-italie/</guid>
<description><![CDATA[Un prêtre italien va organiser en septembre &#8220;Miss Soeur Italie&#8221;, le premier concours de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Un prêtre italien va organiser en septembre "Miss Soeur Italie", le premier concours de beauté pour religieuses.</p>
<p>Les soeurs souhaitant participer devront envoyer leur photo au père Antonio Rungi, du diocèse de Mondragone, près de Caserte, qui les publiera sur son blog.</p>
<p>Tous les internautes pourront ensuite les admirer et voter en ligne pour leur religieuse préférée.</p>
<p>"Vous pensez vraiment que les soeurs sont toutes vieilles, rabougries et tristes ? Aujourd'huiu, ce n'est plus le cas, grâce à l'arrivée dans notre pays de soeurs jeunes et pleines de vitalité, notamment de l'étranger", explique l'inventeur du concours.</p>
<p>Pour la gagnante, une balade en papamobile, un rosaire tout neuf, un séjour "all inclusive" à Lourdes et une photo dédicacée du Saint-Père.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amen sur l'apostate !]]></title>
<link>http://infundibuliforme.wordpress.com/?p=71</link>
<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 22:43:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>infundibuliforme</dc:creator>
<guid>http://infundibuliforme.fr.wordpress.com/2008/08/20/amen-sur-lapostate/</guid>
<description><![CDATA[Notre père qui êtes aux cieux Restez-y. Jacques Prévert in Paroles
XI°. 20h11. Aktéon Théâtre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>Notre père qui êtes aux cieux Restez-y. </em>Jacques Prévert in <em>Paroles</em></p>
<p>XI°. 20h11. Aktéon Théâtre. Avec Je. et E. <a href="http://www.akteon.fr/spectacle.php?ids=52"><em>La Religieuse</em></a>. Monument. Diderot. Spectacle de fin de 3° cycle monté par des élèves du Cours Florent. Presque plus de personnes sur scènes que dans la salle. Prix prohibitif ? Ne sais. Mais la qualité a heureusement d'autres critères. Stop.</p>
<p>Impressions dérobées. Fixité. Quatre jeunes femmes (dont l'une connaît E.) : toutes en noir - deux avec des chaînes autour du cou. Toutes portant bougie. Que devient la cire ? Musique liminaire : harpe électrique. Blond. Nu torse. Ephèbe. Bougie. Doit être l'ange gardien, la muse, la madone. Ventre rétractile. "Promettez-vous à Dieu chasteté, pauvreté, obéissance ? Non !" Chemin des dames se devine sur le glabre du ventre. Sueur. Musique : batterie des années 1980. Deux lumières. nues. Visage hideusement beau. Pas assez de fluidité virtuose dans la méchanceté. Relapse. "De quoi suis-je coupable ? De tout." "Je ne jurerai point." Trop peu de rides ornent le front de la mère supérieure. Aucun tigre entre ses sourcils. Trop peu de postillons. Les femmes vont nu pied. Mère supérieure : bottée. Soeurs : talons hauts, chaînes. Parlent à l'unisson. Font chorus. Messe satanique de bazar. Rouge, la scène. Les femmes l'enchaînent, un homme la macule de sang. Ils seront huit en tout sur scène. L'ange la délie. Se fait père et entend une confession publique. De noir vêtu. "Marchez sur elle, ce n'est qu'un cadavre." Encensoir.</p>
<p>Seule, une voix, méchante, mauvaise, dotée d'un fouet, se dégage. Visage galfaté. "Renoncez-vous à Satan et à ses oeuvres ?" Ange noir. "Faites un acte de foi. Et je le fis. Faites un acte d'amour. Et je le fis. Faites un acte d'espérance. Et je le fis." "Je ne suis pas venue pour accuser mais pour me défendre;" Saint-suaire hypostasié. Musique : la voix d'une chanteuse oscillant entre Macy Gray et Johanna Newsom. Stupre et tremblements. Corps tendu de l'ange-marquis. Torse tout en contraction. Épistoliens en vis-à-vis. Saillance du sternum. Sappho. "D'où vient votre répugnance pour la vie religieuse ? De la vie même." Mère en blanc. "Connais-tu le langage des sens ? Non. Si tu le voulais, enfant, je te deviendrai plus claire." Nuisette noire. Texte ligaturé. "Le puits profond. Combien je l'ai visité de fois." "Faire vœu d'obéissance, c'est renoncer à la prérogative inaliénable de l'homme : la liberté." <em>Pater Noster</em> enchaîné moult. Le dérangeant reste voulu, supposé. Mais n'agit pas. Tour de magie : un mouchoir en tissu brûle et disparaît d'un coup après sa combustion. Il a, cela dit, atterri sur la veste de Je. Fin : <em>Hallelujah</em> par Jeff Buckley. Un ange passe, une bougie à la main.</p>
<p>Déçu. Trop court. Quarante minutes. En avais vu une représentation superbe à la Réunion. <a href="http://www.temoignages.re/article.php3?id_article=9357">Théâtre du Grand Marché</a>. Mise en scène d'<a href="http://www.theatredelacommune.com/pdf/rp_religieuse.pdf">Anne Théron</a>. Monologue : Marie-Laure Crochant. Epure. Débit fluide et lumineux. Seul costume : un drap, accroché aux quatre coins du fond de scène, qui lui servait de robe. Puis une grille quand défilent les couvents. Le texte était craché. Les genoux en sang. "Oui, chère mère." La bâtarde court sur scène, hébétée. La scène du viol. Schizophrénie sensuelle. Intacte au dedans de moi. « Je suis glacée ; j’ai si froid que je crains de vous toucher, de peur de vous faire mal. - Chère mère, ne craignez rien. » L'imparfait du subjonctif était là, brillant. Le verbe haut. Insurpassable ?</p>
<p>Naguère, la mère supérieure, au sortir, me dit que l'actrice principale en est le metteur en scène, que c'est un premier jet - version courte d'une plus longue à venir. Je l'espère, non expurgée. Sans l'avoir lu auparavant, on ne comprend pas les raisons de son encouventement ni la déchéance qu'elle subit d'asile en asile. Une mise en jambe. Le -s se doit gagner.</p>
<p>L'amie d'E. a mis en scène <em>Les Euménides</em> sur plusieurs soirées à Avignon l'an passé. Elle récidive et c'est heureux. Mais pas avec la Vengeance. Dîner avec Je. Parlons littérature étasunienne  et expositions. Elle me dit vouloir aller en Russie dans deux ans, à Saint-Pétersbourg. Elle ne parle pas le russe mais en aime la littérature. Item, elle a vu Gael Grarcia Bernal hier dans sa <a href="http://laurent.allanic.free.fr/">librairie</a>. "Mira Gael, mira" lui disait l'enfant qui l'accompagnait.</p>
<p>Désagréable : ai tiré - du moins le crois-je - vingt euros mais ne m'en rappelle pas. N'ai pas retrouvé les dits billets. Je. ne sait pas non plus. Item, mon chat a mangé à vomir. Porte et fenêtre fermées, le séquestré dut attendre le salvateur retour de mes géniteurs. Inqualifiable.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Voyage en Italie]]></title>
<link>http://bdsnews.wordpress.com/?p=1056</link>
<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 02:04:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Percevoir</dc:creator>
<guid>http://bdsnews.fr.wordpress.com/2008/06/04/voyage-en-italie/</guid>
<description><![CDATA[
Encore un Cosey ! Encore un album intérieur et magique !
Continuant ses rééditions pour ses 20]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://bdsnews.files.wordpress.com/2008/06/voyage-en-italie-cv.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-1057" src="http://bdsnews.wordpress.com/files/2008/06/voyage-en-italie-cv.jpg?w=73" alt="" width="73" height="96" /></a></p>
<p>Encore un Cosey ! Encore un album intérieur et magique !</p>
<p>Continuant ses rééditions pour ses 20 ans, la collection "Aire Libre" de chez Dupuis reprend en un volume ce voyage en Italie en compagnie de deux vétérans du Vietnam, traumatisés par leur guerre. Comme dans l'album "<a href="http://bdsnews.wordpress.com/2007/12/31/saigon-%e2%80%93-hanoi/">Saïgon-Hanoï</a>", c'est le contact avec l'enfance qui va progressivement ramener ces hommes à un autre vie, leur enfance et celle d'une jeune orpheline, Keo, qui a fui les Khmers Rouges en se glissant dans un avion.</p>
<p>Le dessin réaliste de <a href="http://bdsnews.wordpress.com/2008/05/12/a-la-recherche-de-peter-pan/">Cosey </a>enchante les paysages et accompagne cette lente reprise à la vie, avec tact, émotion, en un rythme très fin de flash-backs et de scènes pleines d'une saveur palpable.</p>
<p>Encore une très belle leçon d'amitié, d'amour et d'humanité !</p>
<p><em><strong>Voyage en Italie</strong></em>, de Cosey, Dupuis, Collection "Aire Libre", réédition en mai 2008, 120 pages</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://bdsnews.files.wordpress.com/2008/06/voyage-en-italie-p6.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-1058" src="http://bdsnews.wordpress.com/files/2008/06/voyage-en-italie-p6.jpg?w=69" alt="" width="69" height="96" /></a>  <a href="http://bdsnews.files.wordpress.com/2008/06/voyage-en-italie-p9.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-1059" src="http://bdsnews.wordpress.com/files/2008/06/voyage-en-italie-p9.jpg?w=70" alt="" width="70" height="96" /></a>  <a href="http://bdsnews.files.wordpress.com/2008/06/voyage-en-italie-pl47.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-1060" src="http://bdsnews.wordpress.com/files/2008/06/voyage-en-italie-pl47.jpg?w=75" alt="" width="75" height="96" /></a>  <a href="http://bdsnews.files.wordpress.com/2008/06/voyage-en-italie-pl.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-1061" src="http://bdsnews.wordpress.com/files/2008/06/voyage-en-italie-pl.jpg?w=72" alt="" width="72" height="95" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Les débats ou les défis?]]></title>
<link>http://renartleveille.wordpress.com/?p=673</link>
<pubDate>Tue, 06 May 2008 18:27:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>renartleveille</dc:creator>
<guid>http://renartleveille.fr.wordpress.com/2008/05/06/les-debats-ou-les-defis/</guid>
<description><![CDATA[
La collectivité est la somme des individus et je crois qu&#8217;il faut armer ces individus pour q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://farm2.static.flickr.com/1034/1474308834_116f3978c1.jpg?v=0" alt="" width="334" height="500" /></p>
<p><strong>La collectivité est la somme des individus et je crois qu'il faut armer ces individus pour qu'ils respectent le sens de la collectivité.</strong></p>
<p>Voilà en gros ma philosophie quant au débat qui divise les étatistes et les anarchistes. Je crois que les anarchistes sont loin du compte et que les étatistes ne voient pas que la responsabilisation globale est en déficit.</p>
<p>Si je dis que les anarchistes sont loin du compte, c'est que je crois qu'ils occultent l'Histoire, autant du côté socialiste qu'éconocentriste. La civilisation, étatique et religieuse, est fortement gravée en nous. Il faut savoir composer avec cela pour espérer une évolution dans quelque sens que ce soit. Même, au-delà de l'Histoire, je trouve que les anarchistes occultent le contexte actuel : individus ou camarades, les êtres humains sont premièrement organiques.</p>
<p>Si je dis que les étatistes ne voient pas que la responsabilisation globale est en déficit, c'est que je crois que la gestion de la société encourage le laisser-aller individuel. Comment bien se prendre en main au niveau personnel, social, familial quand le travail et le repos compte pour la majorité du temps imparti au jour le jour? L'État peu bien mal s'occuper d'une bonne partie de l'éducation des enfants, de laisser tomber la santé corporelle et psychologique, en comptant la quasi-absence de plan de prévention, aux mains du Saint-Profit! Qui a du temps, de l'énergie, donc le luxe de se dresser contre ça? Moi je l'ai, et plusieurs autres, mais qui a l'intérêt et surtout le temps de nous lire? Pour l'humanoïde du commun, plus conceptuellement robotique qu'humain, toutes ces réflexions sont superflues.</p>
<p>Alors, la problématique ne change pas, il ne reste que du bla-bla, du gonflement de concept d'un côté, du statu quo de l'autre. Le concept de la violence étatique me fait penser à un bel épouvantail et l'État, de son côté, est bedonnant, a un grand besoin de l'exercice du défi.</p>
<p>Justement, le blogueur <a href="http://amonhumbleavis.blogspot.com/2008/05/appel-tous-les-politico-blogueurs.html">Alexis Saint-Gelais</a> propose un défi aux blogueurs, et j'ai bien le goût d'y participer minimalement ici, dans ce billet, et de l'élaborer un peu plus en commentaires, si bien sûr vous me suivez. Il demande de réfléchir à un projet rassembleur et le mien ira bien sûr dans le sens de se servir du pouvoir étatique, tant qu'à l'avoir sur le dos depuis si longtemps, pour légiférer au niveau du droit de vivre dans un environnement propre. Donc, pour moi cela voudrait dire que l'État deviendrait réellement le lobby, le défenseur du droit de vivre en santé. Il ne devrait plus être possible pour une entreprise de faire des profits en contaminant la faune, la flore, le sol, l'eau et les êtres vivants.</p>
<p>Devant tout doute raisonnable pour la santé à long terme, il devrait y avoir des pressions énormes pour corriger la situation. Plus de longues recherches avant de prendre une décision pour éliminer des produits potentiellement dangereux, la précaution devrait toujours primer.</p>
<p>Je crois que ce serait un beau projet de société, d'autant plus que cela permettrait logiquement à long terme de faire baisser les coûts reliés aux soins de santé. Mais est-ce qu'un gouvernement pourrait mettre ses culottes à ce point? Et, pour les allergiques à l'État, est-ce que la population pourrait mettre aujourd'hui, ou plutôt après-demain (à la suite d'une grande révolution anarchiste!), son poing sur la table au point de faire bouger les choses?</p>
<p style="text-align:right;">(Photo : <a href="http://www.flickr.com/photos/cyrilcavalie/1474308834/">Cyril Cavalié</a>)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ladurée]]></title>
<link>http://croquecamille.wordpress.com/?p=278</link>
<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 16:09:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>croquecamille</dc:creator>
<guid>http://croquecamille.fr.wordpress.com/2008/04/30/laduree/</guid>
<description><![CDATA[
Well, I finally made it to Ladurée.  Open since 1862, Ladurée was Sofia Coppola&#8217;s choice f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="None"></a><a href="None"></a><a href="None"></a><img class="aligncenter size-full wp-image-279" src="http://croquecamille.wordpress.com/files/2008/04/ladureebox-a.jpg" alt="Something about their boxes is just so appealing." width="450" height="374" /></p>
<p>Well, I <a href="http://croquecamille.wordpress.com/2008/02/27/fauchon-or-i-may-have-a-problem/">finally made it</a> to Ladurée.  Open since 1862, Ladurée was <a href="http://www.npr.org/templates/story/story.php?storyId=14196523">Sofia Coppola's choice</a> for the sweet treats served in her film, <span style="text-decoration:underline;">Marie Antoinette</span>.  The place is usually packed with tourists, but yesterday being rather gray and rainy, I thought I'd give it another shot.  There was still a line, of course, but at least it was all contained within the foyer of the small shop/tearoom on Rue Royale.  I decided to stick with the basics, and ordered a <em>St. Honoré</em>, a chocolate <em>réligieuse</em>, and a <em>millefeuille praliné</em>.</p>
<p>For photos and descriptions of how great (or not great) they were, read on...</p>
<p><!--more--></p>
<p> <img class="aligncenter size-full wp-image-280" src="http://croquecamille.wordpress.com/files/2008/04/millefeuillepraline-a.jpg" alt="Millefeuille Praliné" width="400" height="294" /></p>
<p>The <em>millefeuille</em> was pretty good.  I could tell that it had been sitting in the case for a day or so, as the puff pastry was less than crisp.  But it was cooked through, with many buttery layers.  The filling was soft and creamy, and had a pronounced caramel flavor that bordered on too sweet.  In the middle was a layer of gooey French <em>praline</em> - buttery caramel with bits of almond and hazelnut, which pushed it into the realm of decadent.  I actually ate half right when I got home, while Nick had the other half this morning with his coffee.  He really enjoyed it.  I bet the sweetness was more balanced with a strong cup of Italian-roast coffee.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-281" src="http://croquecamille.wordpress.com/files/2008/04/religieuse-a.jpg" alt="Réligieuse au Chocolat" width="375" height="407" /></p>
<p>We were disappointed with the <em>réligieuse</em>.  The top got a little smashed on the Métro ride home, but that wasn't the issue.  The <a href="http://croquecamille.wordpress.com/vocabulaire/"><em>pâte à choux</em></a> was tough,  the filling was scarce, the glaze lacked chocolate flavor, and overall it was too sweet.  Surely a pastry institution such as Ladurée can put out something better than this.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-282" src="http://croquecamille.wordpress.com/files/2008/04/st-honore-a.jpg" alt="Individual St. Honoré" width="400" height="390" /></p>
<p>And they do: the <em>St. Honoré</em>.  Good puff pastry base, copious <em>diplomat</em> cream nestled between tiny filled <em>choux</em> puffs, topped off with a generous amount of whipped cream and toasted almonds for good measure.  But wait!  The best part!  The caramel holding it all together was still crunchy!  It looks as though some of it may have succumbed to the moisture in the fridge, but by no means all of it.  We were pleasantly surprised and thoroughly pleased with this one.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Market Orgy]]></title>
<link>http://frenchletters.wordpress.com/2007/09/12/a-market-orgy/</link>
<pubDate>Wed, 12 Sep 2007 17:36:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Abra Bennett</dc:creator>
<guid>http://frenchletters.fr.wordpress.com/2007/09/12/a-market-orgy/</guid>
<description><![CDATA[
 
Ok, I know you want to see something besides jewel-like vegetables and fruits, but it&#8217;s so]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a title="dsc04483.jpg" href="http://frenchletters.wordpress.com/files/2007/09/dsc04483.jpg"></a><a title="dsc04470.jpg" href="http://frenchletters.wordpress.com/files/2007/09/dsc04470.jpg"></a></p>
<p><a title="dsc04473-1.jpg" href="http://frenchletters.wordpress.com/files/2007/09/dsc04473-1.jpg"></a> <a title="dsc04470.jpg" href="http://frenchletters.wordpress.com/files/2007/09/dsc04470.jpg"><img src="http://frenchletters.wordpress.com/files/2007/09/dsc04470.jpg" alt="dsc04470.jpg" /></a></p>
<p>Ok, I know you want to see something besides jewel-like vegetables and fruits, but it's so hard to stop.  These gorgeous little tomatoes, <em>Reine Claude </em>plums, and incredibly sweet figs just seem so much more important than anything else these days.  I know, we need to get serious, not spend all of our time shopping, cooking, and eating, but I ask you: how?</p>
<p><a title="dsc04483.jpg" href="http://frenchletters.wordpress.com/files/2007/09/dsc04483.jpg"><img src="http://frenchletters.wordpress.com/files/2007/09/dsc04483.jpg" alt="dsc04483.jpg" /></a></p>
<p>If you opened your market basket and this were just a part of what came tumbling out, what would you do?  Would you be thinking about world affairs, the cultural practices of foreigners in a strange land, the uses of the subjunctive in a dimly-heard language?  Or would you be thinking about lunch?</p>
<p>And then, if there were also this in your basket</p>
<p><a title="dsc04473-1.jpg" href="http://frenchletters.wordpress.com/files/2007/09/dsc04473-1.jpg"><img src="http://frenchletters.wordpress.com/files/2007/09/dsc04473-1.jpg" alt="dsc04473-1.jpg" /></a></p>
<p>would you be able to resist?  The soft and slightly sweet <em>pain viennois, fougasse</em> with olives and duck cracklings, and a <em>réligieuse</em> filled with chocolate pastry cream, or the latest news from the World Cup of rugby?  You choose.</p>
<p><a title="dsc04470.jpg" href="http://frenchletters.wordpress.com/files/2007/09/dsc04470.jpg"></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Revue Notre Dame (RND) présenté dans Reflet de Société]]></title>
<link>http://journaldelarue.wordpress.com/2007/05/11/revue-notre-dame-rnd-presente-dans-reflet-de-societe/</link>
<pubDate>Fri, 11 May 2007 23:59:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>journaldelarue</dc:creator>
<guid>http://journaldelarue.fr.wordpress.com/2007/05/11/revue-notre-dame-rnd-presente-dans-reflet-de-societe/</guid>
<description><![CDATA[Revue Notre Dame (RND) présenté dans Reflet de Société
Anciennement nommé Revue Notre Dame, ce ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Revue Notre Dame (RND) présenté dans Reflet de Société</strong></p>
<p>Anciennement nommé Revue Notre Dame, ce magazine centenaire sera  l'invité de la chronique "À la découverte des magazine d'ici" de Reflet de Société d'avril.</p>
<p>Affrenchi de ses origines religieuses, le magazine basé à Québec est devenu une publication à caractère social. Une chose demeure, l'endroit ou il est distribué: dans les Caisses populaires Desjardins. La rédactrice, Brigitte Trudel, en trace le portrait.</p>
<p>Chronique ”<a title="Magazines d'ici" href="http://journaldelarue.wordpress.com/category/a-la-decouverte-des-magazines-dici/" target="_blank"><span style="color:#ff3300;">À la découverte des magazine d’ici</span></a>“</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
