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	<title>textos &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/textos/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "textos"</description>
	<pubDate>Sun, 18 May 2008 14:35:30 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Biblioteca: inclusão de conteúdo]]></title>
<link>http://estereotipos.wordpress.com/?p=856</link>
<pubDate>Sun, 18 May 2008 12:28:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
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<description><![CDATA[Acrescentado à biblioteca o artigo Crenças de senso comum sobre medicamentos genéricos vs.medicam]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Acrescentado à biblioteca o artigo <a href="http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/aps/v25n3/v25n3a09.pdf">Crenças de senso comum sobre medicamentos genéricos vs.medicamentos de marca: Um estudo piloto sobre diferenças de género</a>, de Maria João Figueiras,  Dália Marcelino, Dália, Maria Armanda Cortes, Rob Horne e John Weinman</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Para Refletir]]></title>
<link>http://viveremacao.wordpress.com/?p=43</link>
<pubDate>Sun, 18 May 2008 05:15:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>viveremacao</dc:creator>
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<description><![CDATA[“ Pessoas sonham por liberdade, mas aprisionam pássaros. Pessoas sonham por igualdade, mas alimen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="color:windowtext;text-align:justify;margin:0;"><span><span style="color:#000000;"><strong>“ Pessoas sonham por liberdade, mas aprisionam pássaros. Pessoas sonham por igualdade, mas alimentam diferenças. Pessoas sonham por pacificidade, mas criam guerras. Só sonhar não adianta nada se não temos ação. Entramos em contradição. Deus nos deu o dom do pensamento. Pratique o bem para evitar o sofrimento. Faça a mudança do nosso mundo, começando a mudar seu interior. Encontre seus defeitos para corrigi-los. Seja maduro corrigindo seus erros; a maturidade se alcança com humildade. Você precisa domar seu egoísmo. No jardim da mente plante a bondade; deseje o bem para ser abençoado, e do céu cairão frutos da felicidade. A luz que cura está na consciência. Se você pode refletir será capaz de mudar; pensar em mudar é o primeiro passo. A mudança não acontecerá em um só dia, a mudança não dependerá de uma só pessoa; precisamos de todos os dias e todas as pessoas. Se imortalizar é ter filhos, faça um mundo melhor para eles. Com amor ensine as crianças que somos todos iguais e com fins diferentes. Todos os seres têm sua finalidade; sempre respeite a todos para todos vivermos em harmonia. Em algum lugar não distante alguém precisa da sua mão. Você pode salvar vidas. O milagre está no seu coração; mantenha acesa a vela da esperança. Com fé faça essa mudança. Nosso mundo está chorando para enxugar suas lágrimas. Precisamos do dedo da mudança. ” </strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="color:windowtext;text-align:justify;margin:0;"><span><span style="color:#000000;"><strong></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="color:windowtext;text-align:justify;margin:0;"><span><span style="color:#000000;"><strong><span>(Autor desconhecido)</span></strong></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A LINGUAGEM ESQUECIDA DOS SINTOMAS  por flávia albuquerque]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=1656</link>
<pubDate>Sun, 18 May 2008 03:54:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
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<description><![CDATA[A quantidade de diagnósticos e remédios nunca foi tão numerosa quanto na atualidade. Desde transt]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoBodyText" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;">A quantidade de diagnósticos e remédios nunca foi tão numerosa quanto na atualidade. Desde transtornos, que encerram o sujeito numa verdade que se estabelece como indiscutível entre médico e paciente, até medicamentos que bloqueiam uma possibilidade de manter sintomas necessários para o questionamento fundamental: ‘a que servem na vida do sujeito queixoso?’. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;"><span>            </span>Sintomas comuns como apresentar atitudes que se repetem, rituais que se tornam sagrados a ponto do sujeito não conseguir deles se libertar, o uso de substâncias químicas que funcionam como um apoio indispensável, ou mesmo cuidados com o corpo que beiram o excesso são vistos como uma emergência de cura sem antes serem questionados.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;"><span>            </span>A psicanálise vem recolocar em cena a condição humana: estar submetido à linguagem. Esta linguagem na qual o sujeito se insere é transmitida por aqueles que o antecedem. O bebê é falado pela mãe e pelo pai ainda no momento anterior à sua concepção e permanece ‘sendo falado’ ao longo da gestação, nascimento e vida. Esta fala é impregnada de desejos e possibilita inaugurar no infans um sujeito de desejo. Certas falas terão peso de verdade para o sujeito em constituição com a ressalva de que não virão atreladas apenas a sentidos dados pelos locutores em questão, mas serão adicionadas de sentidos que o próprio sujeito poderá construir. Com isso, é preciso lembrar do que Freud insistia em dizer a seus leitores: é preciso tomar cada caso como único.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;">Não há exame clínico que possa dar conta do diagnóstico dos males da alma ou da dor de existir, como preferirem. O psicanalista lança mão da fala por saber que o diagnóstico é, sobretudo, um efeito da linguagem. Até os nomes dados aos medicamentos podem somar a uma afirmação como esta. Estão a venda remédios para controlar a hiperatividade ou o aumento de peso com nomes bastante sugestivos. O paciente consome além da substância uma mesma ou maior dosagem do significante que a pílula carrega. Fato este confirmado com a eficiência dos placebos que atingem o efeito esperado a partir de sugestão através... da linguagem.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;">Para as ‘mazelas’ modernas que se apresentam cada vez mais numerosas, demandam-se soluções rápidas. Afinal, daqui a alguns dias haverá outras e as anteriores precisam ser curadas. Na carona desta urgência, revistas e jornais – dos mais lidos – convocam profissionais com a tarefa de informar com a máxima clareza a respeito das patologias atuais. Tudo o que se consegue com matérias de títulos bombásticos, tabelas que listam fenômenos muitas vezes corriqueiros na vida da maioria das pessoas, é encerrar o sujeito na constatação de que ele É uma doença – na melhor das hipóteses, apenas 1.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;">Lidar com o sujeito de uma forma padronizada e fenomenológica é ficar engessado em um saber que não se constrói além do constatado. É acreditar que o humano possui <em>instinto</em> como algo padronizado e comum aos semelhantes exatamente como ocorre com os animais, sem considerar que toda necessidade humana, seja ela qual for, vem carregada de desejo. Afinal, temos fome, mas como bem questionaram os Titãs: ‘você tem fome de quê?’ Há uma escuta que precisa ser privilegiada para dar lugar à importância das leis da linguagem as quais o humano está submetido. Os sintomas podem ser <em>semelhantes</em> assim como os significantes ofertados, mas o uso que se faz deles são como os significados: incontáveis.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;">Buscar um saber para além do corpo é se reconhecer único. É trazer à tona a diferença fundamental normalmente escamoteada pela cobrança de uma igualdade burra dentro de uma sociedade que privilegia a imagem em diversos sentidos. É preciso lembrar que a imagem é enganosa. O que parece ser uma solução rápida pode estar, muitas vezes, servindo de alimento a um mal maior.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;"><em>Flávia Albuquerque é psicanalista.</em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;"><em>Pós-graduada em Clínica Psicanalítica</em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;"><em>fmaa@uol.com.br (21) 9792-8326</em></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://soutodaoquesepodesonhar.wordpress.com/?p=7</link>
<pubDate>Sun, 18 May 2008 03:28:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>andreia</dc:creator>
<guid>http://soutodaoquesepodesonhar.wordpress.com/?p=7</guid>
<description><![CDATA[
 
é em silêncio
que te aguardo em segredo
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://tuemmim.com.sapo.pt/Cernat_Catalin-melancholy.jpg" alt="foto de Cernat Catalin" width="450" /></p>
<p> </p>
<p align="center">é em silêncio</p>
<p style="text-align:center;">que te aguardo em segredo</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[FLIP 2008 - Entrevista com o Diretor de Programa&ccedil;&atilde;o [Festa Liter&aacute;ria Internacional de Paraty]]]></title>
<link>http://recantodaspalavras.wordpress.com/2008/05/17/flip-2008-entrevista-com-o-diretor-de-programao-festa-literria-internacional-de-paraty/</link>
<pubDate>Sun, 18 May 2008 02:07:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jorge Alberto</dc:creator>
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<description><![CDATA[O Estadão de hoje, 17/05/2008, traz uma entrevista com Flavio Moura, que é o Diretor de Programaç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O Estadão de hoje, 17/05/2008, traz uma entrevista com Flavio Moura, que é o Diretor de Programação da FLIP 2008.</p>
<p align="justify">Na entrevista, ele explica qual o perfil desta edição que, segundo suas palavras, é mais voltada para a interdisciplinaridade, visto contar com a presença da cineasta argentina Lucrecia Martel e o quadrinista Neil Gaiman. </p>
<p align="justify">Leia a <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080517/not_imp174015,0.php"><font color="#0080c0">íntegra da entrevista</font></a> e saiba por qual motivo se aposta num maior espaço para a literatura italiana no mercado editorial brasileiro.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Athos Damasceno fala sobre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição]]></title>
<link>http://velhacapital.wordpress.com/?p=11</link>
<pubDate>Sun, 18 May 2008 00:44:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Velha Capital</dc:creator>
<guid>http://velhacapital.wordpress.com/?p=11</guid>
<description><![CDATA[Do livro Artes plásticas no Rio Grande do Sul de Athos Damasceno (1902-1975) transcrevemos o trecho]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Do livro <strong>Artes plásticas no Rio Grande do Sul</strong> de Athos Damasceno (1902-1975) transcrevemos o trecho que se refere à Igreja de Nossa Senhora da Conceição:</p>
<blockquote><p>Por sua sobriedade, solidez e porte, a igreja de Nossa Senhora da Conceição, de Viamão, é das mais referidas e gabadas do Rio Grande do Sul colonial.</p>
<p>Projetou-a o Brig.ro José Custódio de Sá e Faria, à época no governo do Continente de São Pedro, a que prestaria serviços relevantes no campo da engenharia civil, militar e religiosa. Ao então coronel de engenheiros, cujas atividades entre nós emparelham com as de Alpoim, Róscio e outros e que em 1870 [sic – leia-se 1770] viria a projetar e administrar, no Rio de Janeiro, as obras do templo da Santa Cruz dos Militares, deve o Rio Grande, com efeito, vários trabalhos importantes, destacando-se, a par de levantamentos topográficos, memórias, fortificações, etc., ainda o traçado das igrejas de Triunfo e Taquari.</p>
<p>Da execução do risco da Matriz de Viamão encarregou-se o construtor e mestre de carpintaria Francisco da Costa Senne que, após contrato feito com o Vig. Baltazar dos Reis, o governador da Capitania e o provedor Bento Manuel da Rocha, segundo consta da fl. 5 do Livro I, da Irmandade do Santíssimo Sacramento, existente nos arquivos da paróquia, deu início às obras em 1766, concluindo-as em 1769.</p>
<p>Tratando dessa igreja em seu livro <em>Vida de Rafael Pinto Bandeira</em> e carregando um tanto nas cores, assim a descreve Alcides Cruz: "O grandioso templo, de duas torres, tem a frente voltada para o noroeste. O interior ricamente artesoado de obras de talha, ricos lavores e viçosos dourados guarda eloqüente expressão de seu antigo esplendor e da grandeza do povo metropolitano que até no deserto hemisférico austral veio plantar esse derradeiro padrão de sua fé. Ao fundo, em majestoso entrelaçamento de entalhaduras, ergue-se o suntuoso altar-mor, onde N. Sra. da Conceição ocupa o centro, ladeando-a pela esquerda N. Sra. do Parto e pela direita Santa Rosa. Seis altares suntuosos, dispostos a três por lado, decoram com imponência as paredes internas desse templo planejado por mão de militar, o que o frontispício e todo o conjunto exterior vagamente confirmam. O interior da igreja revela o gosto fantasioso do artista de talento que o decorou — o exterior atesta a severidade e o espírito prático do soldado adestrado em mais de uma edificação de obras militares e sacras". Continuando em sua descrição, acrescenta: "Os altares alojam as seguintes imagens: N. Sra. das Dores, ladeada de São João Batista e São João Evangelista. Aos pés da Senhora, dentro do altar, fica São Caetano, que é obra de arte sem par em toda a estatuária hagiológica do Rio Grande; ele traz sobre os ombros uma estola primorosamente colorida e empunha um crucifixo de prata de requintadíssimo lavor. No segundo altar está N. Sra. do Rosário, ao centro, e, como guardando-a, São Francisco de Paula e São Benedito. O terceiro altar é de São Miguel e nele se anicham São Francisco das Chagas e Santo António. Segue-se, ao lado oposto, o altar do Espírito Santo, no qual se admiram São José e São Manoel, este mui deturpado pelo tempo: — tem o escudo no chão, à direita a armadura e, à esquerda, também no chão, o capacete. O outro altar é de Santa Ana, que tem de um lado Santo Izidro e do outro São Joaquim. Finalmente o último é o de Santa Luzia, ocupado também por Santa Bárbara e Santa Quitéria. Na sacristia pode venerar-se uma Senhora da Soledade, pintura a óleo, sobre uma delgada elipse de cobre em velha moldura dourada. Gasta dos anos, abandonada a um canto, incompreendida no seu imenso valor artístico, atrai a curiosidade do visitante, fazendo-o conjeturar sobre qual a idade dessa misteriosa obra-prima do pincel dos séculos passados". Concluindo, diz: "Todo esse templo encerra valioso tesouro de prataria, pedrarias e demais produtos da ourivesaria antiga, consoante o costume colonial de século e meio atrás, quando havia mais gosto e a crença reconfortava as gerações varonis de antanho. Até os sinos têm, no bronze sonoro dos bordos, delicadíssimas silvas e desenhos litúrgicos traçados por mão artística de fundidor inteligente. Um, o que fica mais ao poente, mostra as seguintes inscrições: <em>Ecce Crucem Domini — Fugite Partes Adversae</em>. Em baixo: <em>JHS. Maria José</em>, e num canto: <em>Joannes Ferreyra Lima. Me Fecit Brachare 1789</em>".</p>
<p>Dizem que, por ocasião da Revolução Farroupilha, em 1835, a igreja foi ocupada, depredada e saqueada pelos rebeldes que, ao se retirarem dela, deixaram afixado em sua porta principal um bilhete com estas palavras: <em>Os pobres não têm, os ricos não dão, os santos pagarão</em>.</p>
<p>Não há e parece que jamais houve qualquer prova histórica desse saque bem como das depredações praticadas ali pelos revolucionários, admitindo-se, ao contrário, que o recado herético tenha sido forjado posteriormente para encobrir o desvio e desaparecimento de valiosas peças pertencentes à igreja... O que se sabe com certeza é que, àquela época, já o templo se achava bastante danificado e necessitado de reparos imediatos — reparos que só viriam a ser efetuados em 1854, quando na Presidência da Província se encontrava João Luiz Vieira Cansansão de Sinimbu, de cujo relatório, então apresentado à Assembléia Provincial, consta este tópico: "A Matriz de Viamão, uma das melhores da Província, e que foi construída à custa do povo, e principalmente de seu Pároco, o benemérito sacerdote João Diniz Álvares de Lima, ficaria brevemente arruinada, se não fosse socorrida a tempo. Depois de examinada e orçado o reparo de que carecia, confiou a Presidência esse trabalho ao cidadão Francisco José Pacheco Filho, de acordo com o respectivo pároco, o qual com o zelo que lhe é próprio deu todas as providências para isso, e mediante a despesa de 2:198$518 réis, ficou o telhado da igreja completo e rebocado, bem como foram rebocados o fundo do frontal, e do fundo externo do corpo da mesma igreja até os telhados da Capela-mor, e sacristia. Tendo eu, porém, tido ocasião de visitar a obra e vendo ser urgente proceder também a algum reparo nas torres e escadas, assim o ordenei mandando proceder orçamento das despesas as quais são calculadas em 1:520$000 réis. Existindo parte do material empregado no primeiro conserto, e em depósito, provenientes de esmolas particulares, 390$000 réis, e resto da consignação votada por essa Assembléia 301$482 réis, autorizei ao mesmo honrado Cidadão que aplicasse essas quantias a essa nova obra, ficando a meu cargo solicitar de vós a competente autorização, e meios de pagar o pouco que faltará para sua conclusão".</p>
<p>Dissemos no início desta notícia que a Igreja de Viamão é uma das mais referidas e gabadas do Rio Grande do Sul colonial. Sempre foi. Dos muitos viajantes, que no século passado nos visitaram, nenhum deixou de aludir a ela com palavras de entusiasmo. Nicolau Dreys por exemplo, em 1849, consigna em seu livro — <em>Notícia Descritiva da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul</em> — <em>que seu frontispício em razão do tempo e do local, é um notável esforço da arquitetura religiosa e que pode desafiar, em comparação, as outras igrejas da vizinhança, sem se excetuarem mesmo as da Capital</em>. E antes dele, ou seja, em 1820, já Saint-Hilaire registrará em seu famoso <em>Diário</em>: "O arraial compõe-se principalmente de duas praças contíguas e de formato irregular, em uma das quais se ergue a Igreja. Depois de São Paulo ainda não tinha visto nenhuma igreja comparável a essa, possuindo duas torres, bem conservada, extremamente asseada, clara e ornamentada com gosto. Pelas igrejas do Brasil pode-se aferir do quanto seria o brasileiro capaz, se sua instrução fosse mais cuidada e se tivesse alguns bons modelos para orientar-se. Quem conhecer apenas as igrejas das aldeias da França, achará que as artes em nosso País estão ainda em sua infância, dado o mau gosto das obras, o estilo bárbaro dos ornatos, a violação das regras da arte e tantos outros defeitos. Entretanto, elas não são trabalhadas por artífices que desconheçam obras-primas da arquitetura e da escultura... Mas eles não procuram imitá-las, porque as olham sem vê-las, sem poder compreender suas belezas. Não se pode concluir daí que os brasileiros possuem um maior e mais natural sentimento das artes, e que, se conquistarem cultura, ela lhes custará menor trabalho e menos esforço?".</p></blockquote>
<p>Referência bibliográfica:</p>
<p>DAMASCENO, Athos. <strong>Artes plásticas no Rio Grande do Sul</strong>. Porto Alegre: Globo, 1971. (Província, 23). p.26-29.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma anarquista nos braços de Deus]]></title>
<link>http://liriourbano.wordpress.com/?p=42</link>
<pubDate>Sat, 17 May 2008 23:17:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Suzana Nogueira</dc:creator>
<guid>http://liriourbano.wordpress.com/?p=42</guid>
<description><![CDATA[

Após 31 dias de internação no Hospital da Bahia, a escritora Zélia Gattai morre, aos 91 anos, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;font-family:Arial;">Após 31 dias de internação no Hospital da Bahia, a escritora <a href="http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL472883-7084,00-MORRE+AOS+ANOS+A+ESCRITORA+ZELIA+GATTAI.html" target="_blank"><span style="color:#800080;">Zélia Gattai</span></a> morre, aos 91 anos, de insuficiência renal. Agora a literatura e a humanidade perdem um de seus mais representativos sorrisos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 8pt;"><span style="color:#000000;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em><span style="color:#000000;font-family:Arial;">"Eu sempre fui <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u16351.shtml" target="_blank"><span style="color:#800080;">contadora de histórias</span></a>. Sou de uma época em que não havia televisão, rádio ou cinema mudo. Não havia nada de divertimento para crianças. Bom mesmo era ouvir histórias e eu me habituei a isso”.</span></em></p>
<p style="text-align:justify;">
<div></div>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 8pt;"><em></em></p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><a href="http://liriourbano.files.wordpress.com/2008/05/zelia-gattai2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-45" src="http://liriourbano.wordpress.com/files/2008/05/zelia-gattai2.jpg" alt="" width="375" height="495" /></a></span></p>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 8pt;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-family:Arial;"><em>Zélia Gattai (Foto: Epitácio Pessoa/Agência Estado)</em></span></p>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 8pt;"><span style="font-size:small;"></span></div>
<p></span></span></div>
<p><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 24pt 30pt 0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 24pt 30pt 0;"><span style="font-family:Arial;"><span>Trecho do <a href="http://www.fundacaojorgeamado.com.br/zelia_cronologia.htm" target="_blank">livro</a> "Anarquistas,graças a Deus":</span></span></p>
<p class="textolivro" style="text-align:justify;"><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"><em>“Pelo nosso enorme portão, aberto de par em par, entravam, procurando guarida, cães abandonados ou escorraçados por moleques da rua. Penalizada, mamãe recolhia e tratava quantos aparecessem por lá.</em></span></p>
<p class="textolivro" style="text-align:justify;"><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"><em>O mais antigo de nossos cães, entre tantos que tivemos, chegado nessa circunstância, escorraçado, era enorme. Mamãe o batizou com o nome de Flox, certamente por ser felpudo e branco como um floco de algodão. O mau português de dona Angelina foi responsável pela transformação de floco em flox; ao ver o cachorro banhado e penteado exclamou: "Ai que lindo flox de algodão!" Ficou sendo Flox.</em></span></p>
<p><font size="3"><font face="Times New Roman"><font size="3"><font face="Times New Roman"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span class="textolivro1"><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"><em>Flox apareceu um dia, fugindo das pedradas de um bando de meninos. Machucado, atingido numa das patas traseiras, sangrando, corria com dificuldade, sustentado por três pernas apenas. Encontrou o providencial portão aberto, entrou, escondeu-se debaixo de um automóvel estacionado na garagem. Morta de pena, como sempre, mamãe o acolheu”.</em></span></span></p>
<p></font></font></font></font></span><font size="3"><font face="Times New Roman"><font size="3"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"> </p>
<p></font></font></font></span><font size="3"><font face="Times New Roman"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"> </p>
<p></font></font></span><font size="3"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"> </p>
<p></font></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Trem Pára.]]></title>
<link>http://kakuta.wordpress.com/?p=5</link>
<pubDate>Sat, 17 May 2008 22:44:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>kakuta</dc:creator>
<guid>http://kakuta.wordpress.com/?p=5</guid>
<description><![CDATA[Desde que nascemos temos uma tal forma de pensar e nossos pais nos dizem para crer em tal Deus, e ni]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que nascemos temos uma tal forma de pensar e nossos pais nos dizem para crer em tal Deus, e nisso vamos crendo neles cada vez mais e mais, e vamos ouvindo fatos e muitas coisas que dizem sobre e eles, e parando para pensar eles sao pessoas grandiosas, eles sabem manipular nossas mentes sem nem mesmo estando aqui, da mesma forma que um Budista acredita em Buda e que um Católico acredita em Nossa Senhora de sei la das quantas, todas religiões nos ensinam uma coisa, a fé, que com a fé nós podemos chegar aonde quisermos, tendo fé nada é impossivel, e pensando nisso esta semana analisei, o Deuses no qual nós dizemos crer, não seria uma forma de exemplo no qual nunca existiu, deixe explicar melhor o pensamento, se o que todas as religiões dizem ser essencia é a fé, crendo em qualque um deles, porem tendo fé se voce quer fazer algo, ou conquistar algo basta a fé, sera que os Deuses no qual nós cremos são figuras imaginarias na qual usamos como manual de ações, pois nao sabemos nada, por mais que se tenha a fé voce tem que saber fazer o que voce quer entao o Deuses seriam manuais de ações, a essencia desse pensamento veio quando nessa semana estava pensando nas tribulações da minha vida e pensando, que nao é justo eu crer em um Deus no qual na palavra dele diz tal coisa se eu fizer tal eu ganho isso e nada estava vindo a minha mao, pois eu pensei, nós somos nossos proprios Deuses, filósofos já disseram, quem faz nossa vida somo nós mesmo, entao, nós somos nossos Deuses pois com a mente fraca e tribulação do dia dia procuramos Deus, Buda etc, para auxilio.<br />
Estou dizendo isso para que, voce viva independente, até de seu Deus, viva a sua vida de uma forma linda e aproveite cada momento, voce nao sabe se amanha voce acordara e vivera outro dia, nao culpe Deus por causa dos seus fracassos, por causa das suas derrotas, se voce perde é porque voce esta fraco e se voce esta mal sucedido é porque nao esta com conhecimento suficiente ou seja, essas coisas e muitas outras em sua vida a culpa nao é de Deus é simplesmente sua, quem ministra sua vida é voce mesma e mais ninguem, e saiba, nao é preciso de muito para ser feliz, agradeça todo dia por estar vivo e pode respirar, o maior bem de sua vida é viver, nao pense como sera seu velório, e muito menos pense em sua morte, e se pensar, pense o final de sua vida como algo grandioso, por mais que em sua visão voce esteja em uma cama de hospital, voce vai poder olhar para tras e ver que voce foi feliz, que voce fez coisas erradas mas que essas coisas erradas te ensinaram e crescer como pessoa e melhorar diante muita coisa, o amanha nao existe, o trem vai parar a qualquer momento lembre-se disso.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como Trabaja en Realidad la Computadora]]></title>
<link>http://mclovinweb.wordpress.com/?p=435</link>
<pubDate>Sat, 17 May 2008 21:17:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>asaelx</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Todos sabemos que las computadoras trabajan con distintos componentes, como ser el monitor, el tecl]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-436 aligncenter" src="http://mclovinweb.wordpress.com/files/2008/05/homer_computer.gif?w=300" alt="" width="300" height="190" /></p>
<p>Todos sabemos que las computadoras trabajan con distintos componentes, c<strong>omo ser el monitor, el teclado, el mouse.</strong>.. y claro. El general de todo esto, la <strong>CPU</strong>. Comandante de todo y de todos. Pero como verán…<strong> siempre hay una oveja negra.</strong></p>
<p><strong>CPU</strong>: Monitor, pon el documento en pantallas, ¿quieres?<br />
<strong>Monitor</strong>: No hay problema, señor.<br />
<strong>CPU</strong>: Ok… parece que Mouse se esta moviendo, así que, Monitor, ¿podrías mover el puntero de acurdo a su movimiento?<br />
<strong>Monitor:</strong> Lo que usted pida, señor.<br />
<strong>CPU: </strong>Genial, Genial. OK. Mouse, ¿adonde estas yendo ahora?<br />
<strong>Mouse</strong>: Al icono del panel, jefe. .<br />
<strong>CPU:</strong> Hmm… haganme saber si hace click en algo. ¿OK?<br />
<strong>Mouse:</strong> Por supuesto.<br />
<strong>Teclado</strong>: Señor, presiono Ctrl+P simultáneamente<br />
<strong>Monitor:</strong> Oh Dios, aquí vamos de nuevo.<br />
<strong>CPU:</strong> (Suspiros) Impresora, ¿estas ahí?<br />
<strong>Impresora: </strong>No.<br />
<strong>CPU: </strong>Por favor, Impresora. Se que estas ahi.<br />
<strong>Impresora:</strong> NO! No estoy aqui. ¡Dejenme en paz!<br />
<strong>CPU:</strong> Jesús… OK, mira, realmente ne…<br />
<strong>Mouse:</strong> Señor, clickeo en el icono de la impresora.<br />
<strong>CPU:</strong> Impresora, ahora deberás imprimirlo dos veces.<br />
<strong>Impresora:</strong>¡NO! ¡NO! ¡NO! ¡No quiero hacerlo! ¡Los odio! ¡Odio imprimir! ¡Me estoy apagando!<br />
<strong>CPU:</strong> Impresora, sabes que no puedes apagarte a ti misma. Solo imprime el documento dos veces y te dejaremos en paz.<br />
<strong>Impresora:</strong> ¡No! ¡Eso es lo que dices siempre! ¡Te odio! ¡No tengo mas tinta!<br />
<strong>CPU: </strong>Si que tienes tin…<br />
<strong>Impresora: </strong>¡NO TENGO MAS TINTA!<br />
<strong>CPU:</strong> (Suspiros) Monitor, por favor muestra la alerta “Poca tinta restante”<br />
<strong>Monitor</strong>: Pero señor, tiene much…<br />
<strong>CPU: </strong>¡Solo hazlo, mierda!<br />
<strong>Monitor</strong>: Si señor.<br />
<strong>Teclado:</strong> AHHH! ¡Me esta golpeando!<br />
<strong>CPU:</strong> Manten la calma, parara pronto. Manten la calma, amigo.<br />
<strong>Teclado:</strong> Esta presionando todo. ¡No se que hacer, solo esta presionando todo!<br />
<strong>Computadora:</strong> ¡IMPRESORA! ¿Esta feliz ahora? ¿Has visto lo que has hecho?¡Imprsora!<br />
<strong>Impresora: </strong>¡HA! Eso es lo que obtienen cuando tratan de que trabaje. La próxima vez… ¡He! ¡Hey! ¡HEY! ¡Esta tratando de abrirme! ¡Ayuda! ¡Ayuda! ¡Dios mio! ¡Esta sacando mi cartucho! ¡Ayuda! ¡Por favor, ayudenme!<br />
<strong>Monitor:</strong> Señor, tal vez deberíamos ayudarlo.<br />
<strong>CPU: </strong>No. El se busco esto.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[III Momento da Evangelização]]></title>
<link>http://gfiwernner.wordpress.com/?p=474</link>
<pubDate>Sat, 17 May 2008 20:40:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>gfiwernner</dc:creator>
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<description><![CDATA[        Amigos, as inscrições para o III Momento da Evangelização estão encerradas devid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">        Amigos, as inscrições para o III Momento da Evangelização estão encerradas devido ao número estipulado para o Encontro. Solicitamos àqueles que já se inscreveram, que cheguem com 15' de antecedência, para que possamos nos organizar melhor e começarmos pontualmente.<br />
        As inscrições foram feitas com muita antecedência. Se, por ventura, alguém que se inscreveu no Encontro e estiver com dificuldades para comparecer no dia, favor entrar com contato conosco para que possamos encaixar outras pessoas.</p>
<p style="text-align:justify;">        Aguardamos, anciosamente, por todos.<br />
        Até lá! Com Carinho, Equipe DEC/Noroeste.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Texto Destino e Livre Arbítrio]]></title>
<link>http://tematico.wordpress.com/?p=15</link>
<pubDate>Sat, 17 May 2008 20:26:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>zemiglio</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ae, galera!!!
Estou postando os textos desta noite com o Tema: Reencarnação e Planejamento Reencar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ae, galera!!!</p>
<p>Estou postando os textos desta noite com o Tema: Reencarnação e Planejamento Reencarnatório - Destino e Livre Arbítrio....</p>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/47969944/a9806371/Reencarnao_e_Planejamento_Reencarnatrio_-_DESTINO_E_LIVRE_ARBTRIO.html">DESTINO E LIVRE ARBÍTRIO</a></p>
<p>Mui grande abraço a todos!!!</p>
<p>Argentino.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Los autores no escriben libros...]]></title>
<link>http://itacate.wordpress.com/?p=52</link>
<pubDate>Sat, 17 May 2008 18:20:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jonathan</dc:creator>
<guid>http://itacate.wordpress.com/?p=52</guid>
<description><![CDATA[
En sus palabras exactas &#8220;editar es convertir textos en libros&#8230;&#8221; En Jordi Nadal y ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://itacate.files.wordpress.com/2008/05/frases-edicion1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-53" src="http://itacate.wordpress.com/files/2008/05/frases-edicion1.jpg" alt="" width="500" height="327" /></a></p>
<p>En sus palabras exactas "editar es convertir textos en libros..." En Jordi Nadal y Francisco García,<em> Libros o velocidad reflexiones sobre el oficio editorial</em>, Fondo de Cultura Económica, México, 2005. </p>
<p>Colección <a href="http://www.librossobrelibros.com">Libros sobre libros</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Biblioteca: inclusão de conteúdo]]></title>
<link>http://estereotipos.wordpress.com/?p=857</link>
<pubDate>Sat, 17 May 2008 14:06:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.wordpress.com/?p=857</guid>
<description><![CDATA[Acrescentado à biblioteca o artigo Género e saúde mental: Uma abordagem epidemiológica, de Cidá]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Acrescentado à biblioteca o artigo <a href="http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/aps/v25n3/v25n3a10.pdf">Género e saúde mental: Uma abordagem epidemiológica</a>, de Cidália Rabasquinho e Henrique Pereira</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Máximas do Groucho: televisão]]></title>
<link>http://estereotipos.wordpress.com/?p=822</link>
<pubDate>Sat, 17 May 2008 12:45:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.wordpress.com/?p=822</guid>
<description><![CDATA[Para mim, a televisão é muito instrutiva. Quando alguém a liga, corro à estante e pego um bom li]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Para mim, a televisão é muito instrutiva. Quando alguém a liga, corro à estante e pego um bom livro</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cosas que perdimos en el fuego]]></title>
<link>http://imaginesheandshe.wordpress.com/?p=493</link>
<pubDate>Sat, 17 May 2008 12:37:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>sheandshe</dc:creator>
<guid>http://imaginesheandshe.wordpress.com/?p=493</guid>
<description><![CDATA[
Ayer vi una película. &#8220;Cosas que perdimos en el fuego&#8221; (no es de temática lésbica). ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://imaginesheandshe.files.wordpress.com/2008/05/640307-330x1000.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-492" src="http://imaginesheandshe.wordpress.com/files/2008/05/640307-330x1000.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Ayer vi una película. "Cosas que perdimos en el fuego" (no es de temática lésbica). La historia me pareció linda aunque envuelta en un halo decadente y doloroso. Una mujer que vive felizmente con su marido y sus dos hijos tiene que afrontar la muerte repentina de él. Cómo se enfrentan a la pérdida, cómo se consuelan, se quieren...Pero comento esta película por una escena en particular.</p>
<p>La niña, una chica encantadora, sensible e inteligente de diez añitos, dice mientras preparan una barbacoa que NO quiere volver a comer animales. ¿Por qué, desde cuándo? le preguntan, y ella muy segura de sí misma responde: desde que comer animales es asesinato.</p>
<p>Lo dice en varias partes de la película. Que es feliz siendo vegetariana.</p>
<p>Hay otra escena donde aparecen madre e hija llorando en la cama, en silencio. Todo apunta a que lloran por el padre que ha muerto, pero como la película da saltos en el tiempo, no lloran por eso porque el padre entra en la habitación y les pregunta el motivo de la llantina, ellas contestan que acaban de ver por la tele la matanza de bebés foca en Canadá y que están horrorizadas.</p>
<p>Así que me emocionaron varias escenas, especialmente el personaje de la niña, que no es en absoluto esterotipado (niña americana, ñoña), sino que es muy lista!.</p>
<p>Y es que los niños/as (la mayoría, no todos/as) son más coherentes que los adultos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[[Vocês]]]></title>
<link>http://nuvensfalsas.wordpress.com/?p=25</link>
<pubDate>Sat, 17 May 2008 04:48:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>tayla359</dc:creator>
<guid>http://nuvensfalsas.wordpress.com/?p=25</guid>
<description><![CDATA[Vocês

Foi você quem disse aquilo, não?
Como sei? Não deve importar. Afinal, até parece que voc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><span style="color:#008000;">Vocês<br />
</span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#008000;"><em>Foi você quem disse aquilo, não?<br />
Como sei? Não deve importar. Afinal, até parece que você acredita em mim.</em></span></p>
<p><span style="color:#008000;"><em>E você? Quer meu sangue? Eu quero o seu. Já estou quase exangüe; o plasma destas veias está virando ácido, pouco a pouco. Sua falta de docilidade, temperada com mel, deve ser nauseante o bastante por ora.</em></span></p>
<p><span style="color:#008000;"><em>Quer minha música? Dance antes. Por que não seria divertido? Você já aprendeu a andar há muito tempo. Meus músculos definharam, mas acompanho seu ritmo e crio o meu próprio quando for assunto de interesse.</em></span></p>
<p><span style="color:#008000;"><em>Quem sabe não é só a história? Você se lembra dela, sem dúvidas. Até quando ela vai perseguir seus pesadelos é um dos mistérios que você vai continuar insistindo em evitar. Afinal, você nunca vai acreditar em mim.</em></span></p>
<p><span style="color:#008000;"><em>O que se passa com você já foi por muita gente. Doer por doer não é o tipo de coisa que eu esperaria de você. Só assumir uma falta dessas já permitiria que você olhasse por cima, de novo. Era um sorriso, e o que é agora?<br />
Seria agora o medo? O cansaço? Ou só aquele tempo que você achou que iria ignorar por muito? Claro que é a mudança, e a renovação de algumas ilusões.</em></span></p>
<p><span style="color:#008000;"><em>Foram palavras suas. Não para mim, obviamente.</em></span></p>
<p><span style="color:#008000;"><em>Eram passagens pela casa que fizeram sua presença por aqui. Agora, são novas vontades e algums cestas de frutas em situação estranha.</em></span></p>
<p><span style="color:#008000;"><em>Com gratidão e grandes criatividades nos ócios pessoais. Foi assim que estruturei esses sonhos, na lucidez do que não existe e pode nunca existir. Ainda mais se depender de você.</em></span></p>
<p><span style="color:#008000;"><em>E você? Seus passos só se despertaram quando chamei? Acredito que você pode mais do que isso, não é tão difícil.<br />
Ampare suas costas e pise firme. Viu? Não é tão difícil. Da manutenção, aceito dividir o peso. Remorsos? Ah, deixe isso para quem come os restos.<br />
Não escute quem falar demais. Tranque seus olhos e emudeça-os, como faz quando quer. Insistência? Fraqueza deles, você pode superar.</em></span></p>
<p><span style="color:#008000;"><em>Você sabia que isso pode ser só um jogo. Sim, apenas pode; ainda não é.<br />
Você pode agir bem, mas ainda não aprendeu a jogar. Quer que eu comece? Faz tempo, embora eu ainda lembre bem das regras, e consiga pô-las em prática sem problemas.<br />
Minhas mãos podem arrancar seus cabelos com a mais pura das carícias, se assim for necessário.</em></span></p>
<p><span style="color:#008000;"><em>É só um vírus, querido.<br />
É só uma flor, querida.</em></span></p>
<p style="text-align:right;"><em><span style="color:#008000;">Ana Carolina Buratto</span></em></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#999999;">--------------------------------</span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#999999;">[escrito originalmente em 26/09/07, direto no msn spaces. Não é um dos meus "textinhos" dos quais mais me orgulho, numa análise sincera, mas é bastante representativo (se bem q ninguém deve ter entendido muito bem, pra variar). Escrevi pensando em mais de uma pessoa, realmente, mas acabei "mantendo certos aspectos no plano de fundo", e taaalvez se relacionem mais com essa ou aquela pessoa do que eu havia imaginado quando da concepção. Mas, é isso.]</span></p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;"><span style="color:#000080;">-&#62; ok, demorei para atualizar....</span></p>
<p style="text-align:left;">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MANOEL DE ANDRADE, PALAVREIRO nato, é SUCESSO na AMÉRICA LATINA]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=1653</link>
<pubDate>Sat, 17 May 2008 03:38:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=1653</guid>
<description><![CDATA[MATÉRIA DO &#8220;JORNAL OPINIÓN&#8221; de BOLIVIA DO DIA 12/05/08:
MANOEL DE ANDRADE ES UN POETA ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>MATÉRIA DO "JORNAL OPINIÓN" de BOLIVIA DO DIA 12/05/08:</strong></p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">MANOEL DE ANDRADE ES UN POETA DE VERDAD.</span></strong></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><em>por Martha Urquidi Anaya.<br />
</em></span></p>
<p><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="titulo041"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="color:#000088;"><strong>La indeleble imagen de la vida y el territorio mágico del alma</strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="titulo041"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><strong><span style="color:#000088;"> </span></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<div class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><br />
Hacia 1969 llegó a Bolivia, huyendo de la dictadura que imperaba en su<br />
país, un joven poeta y trovador brasileño llamado Manoel de Andrade, quien se dio a conocer con sus versos en foros universitarios, culturales y sindicales bolivianos, mediante recitales y conferencias. Participando, asimismo, en el Festival de Poesía Internacional que se realizaba en Cochabamba. Llamo la atención por la fuerza de su poesía luchadora y apasionada; eran sus "Cantos para la Libertad", el primer testimonio de su creación literaria, como reacción al abuso de los poderosos contra los oprimidos. Moderno juglar, sólo tenía como instrumento de lucha revolucionaria, sus palabras ardientes, su voz contestataria.<br />
Aquí fue muy bien acogido entre la juventud estudiosa y las clases trabajadoras, las que habrían alcanzado un nivel de conciencia política y social.<br />
El poeta nacional Jorge Suárez reconocido ya como un alto exponente de la literatura del país, tuvo oportunidad de conocer su principal obra poética y consideró valiosa su publicación en un libro, al que enriqueció con un elogioso prólogo en el dice textualmente de manera profética: "Andrade será un puente espiritual de esta América de las nieves y de las rocas y el inmenso Brasil que percibimos a través de las neblinas de los Andes, para un tiempo nuevo en que la revolución latinoamericana borre sus fronteras", anunciando la futura importancia de su poesía. La obra de Manoel de Andrade fue editada en 1970, por la Universidad Mayor de San Andrés de La Paz. Hoy, soplan nuevos tiempos de libertad y democracia por toda América.<br />
Algo semejante hizo Suárez con la obra de Edmundo Camargo, poeta fallecido prematuramente a los 27 años, cuya obra salvó del olvido contribuyendo a la publicación póstuma de ella y un significativo prólogo en el que anuncia a Edmundo Camargo como a un gran poeta surrealista, dentro de la literatura latinoamericana. Su exitosa reedición, luego de treinta años así lo confirma.<br />
Tanto el poeta boliviano Camargo como Manoel de Andrade el brasileño, se muestran hoy como dos grandes poetas de nuestro continente. No estaba equivocado Jorge Suárez al anunciarlos así.<br />
La obra de Manoel de Andrade "Cantos para la Libertad", escrita en español y publicada inicialmente en Bolivia en 1970, tuvo tres ediciones más en Perú, Colombia y Ecuador; pero curiosamente ninguna en el idioma natal del autor. En la actualidad Manoel de Andrade tiene el propósito de hacerlo, ahora, que reaparece después de varias décadas de silencio literario haciendo la presentación de su nueva obra "Cantares" recientemente dada a conocer en el Brasil, con gran resonancia en los medios y la crítica especializada.<br />
Queremos recordar la singular aventura literaria que realizó Manoel de Andrade hace treinta años cuando el continente estaba plagado de regímenes dictatoriales, munido solamente de sus versos revolucionarios y su pasión literaria, recorriendo quince países de Latinoamericanos en medio de las mayores amenazas y peligros, (con una inteligencia política que actuaba a nivel internacional a favor de las dictaduras) promoviendo debates, clamando por la justicia social, llamando a la resistencia y a la lucha, siempre perseguido y hasta encarcelado, arribó finalmente, exiliado a México donde tuve nuevamente oportunidad de encontrarlo. En 1972, volvió al Brasil acogiéndose a una amnistía política que le obligó a retirarse a la vida privada y familiar, y al desempeño de su profesión de abogado. Hoy, después de una "Abstinencia poética y literaria", como él la llama, vuelve a la palestra con "Cantares", su última producción la cual llegó a nuestras manos y nos permitimos comentar brevemente. Pudimos comprobar que hoy en Manoel de Andrade permanece intacto el genio poético.<br />
Sólo la temática es distinta; además de las bellas reminiscencias de su infancia; "indeleble imagen de la vida, el territorio mágico del alma" como afirma, de su sueño eterno de marinero frustrado, pues nunca lo fue, pues sólo viajó por mar en la "nave de la imaginación" de la que hablaba el poeta cubano Lezama Lima, nos presenta nuevas visiones del presente y del futuro del hombre y del mundo, con banderas de lucha para este tiempo, como las de la defensa de la vida y del Planeta, seriamente amenazados hoy. Le preocupan los cambios climáticos, los daños ecológicos irreversibles". ¿"Qué sabor tendrán los frutos la próxima estación"?, se pregunta. Se pregunta también hacia donde nos lleva esta cultura globalizada y cibernética que nos obliga a vivir cada vez más en un mundo virtual y deshumanizado, sin substancia, en el que predominan la falta de valores morales y el hedonismo y nos obliga a presenciar" el escándalo nuestro de cada día".<br />
Sus poemas dedicados al mar y su descripción, como testigo y síntesis de la actividad humana a través de la historia, son de gran hallazgo emulando al célebre BARCO EBRIO del francés Rimbeau. El mar resumen del planeta Tierra, que más que tierra es agua y al que pinta como una pequeña lágrima flotando en el universo:<span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">"apenas un húmedo punto en el infinito"</span></span></div>
<div><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></span></div>
<div><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></span></div>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </p>
<p></span></span>
</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<div class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">un acuoso respiro<br />
un minúsculo acuario<br />
un minuto ondulante en la eternidad<br />
hace billones de años<br />
una gota salada suspendida en el universo<span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Su poesía oscila entre lo clásico y lo vanguardista, pero es una voz singular, única, que se ha hecho más universal y definitiva con el tiempo. Hay en ella un contenido filosófico e ideológico profundo, pero siempre en el ámbito mágico de una poesía de alta calidad estética y humana. Manoel de Andrade sigue siendo ayer y hoy un poeta de verdad.</span></span></div>
<div><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></span></div>
<div><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></span></div>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </p>
<p></span></span> </p>
<p> </p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><em></em></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[UNetbootin, un caso práctico]]></title>
<link>http://infoaleph.wordpress.com/?p=35</link>
<pubDate>Sat, 17 May 2008 00:43:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>proteo2000</dc:creator>
<guid>http://infoaleph.wordpress.com/?p=35</guid>
<description><![CDATA[UNetbootin (Universal Netboot Installer) es un software libre que nos permite instalar varias distri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://infoaleph.wordpress.com/files/2008/05/unetbootin_screenshot.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-30" src="http://infoaleph.wordpress.com/files/2008/05/unetbootin_screenshot.jpg?w=300" alt="Pantallazo de UNetbootin para Windows" width="300" height="219" /></a>UNetbootin (Universal Netboot Installer) es un software libre que nos permite instalar varias distribuciones de GNU/Linux a una partición de disco duro o a una unidad USB. De hecho puede hacer una instalación dual en disco para arrancar ya sea desde Linux o desde Windows, pero también -si se desea- puede reemplazar totalmente al sistema operativo.</p>
<p>Esta aplicación resulta muy útil para instalar Linux en equipos que (ya sea por obsoletos o por minimalistas) carecen de una unidad de CD y que tienen acceso a internet por medio de una LAN (Red de Area Local).</p>
<p>No es una aplicación que deba usarse a la ligera. Tiene un gran potencial pero siento que está pobremente documentada: toda la información que nos dan los autores cabe en <a href="http://unetbootin.sourceforge.net/" target="_blank">una página</a> y, por ende, no explica qué hacer en caso de que -por ejemplo- al reiniciar el sistema el instalador marque un error de "kernel panic". Y es que la aplicación no es mágica. Lo que hace es facilitarnos arrancar con el instalador de una distribución GNU/Linux, pero hay que estar conscientes de que una vez que reiniciemos el equipo para comenzar la instalación hay que saber instalar GNU/Linux. Por eso, mi recomendación es que al utilizar esta herramienta, hay que haberse documentado previamente sobre cómo usar el instalador de la distribución a instalar.</p>
<p>Esta semana he estado usando este programa para actualizar a GNU/Linux Debian una vieja PC IBM con Win98. Y, después de varios intentos -por ensayo y error- logré arrancar el instalador de GNU/Linux con los siguientes parámetros:</p>
<ul>
<li>Distribution: <strong>Debian Stable</strong></li>
<li>Custom: Options: <strong>noapic</strong></li>
</ul>
<p>En el cuadro Options lo que se piden son los parámetros para arrancar el kernel. Puse <strong>noapic</strong> para evitar el error de "kernel panic" ya que -como dije- se trata de un equipo obsoleto.</p>
<p>Después de arrancar el instalador tuve un problema adicional. En la oficina donde me encuentro la red, obsoleta también, trabaja a una velocidad lenta, a 1492 MTUs en vez de los 1500 propios del Ethernet. Esto implica bajarle la velocidad a las tarjetas de red de los equipos. En Windows es un proceso engorroso, para ello utilizo un programa llamado <a href="http://www.speedguide.net/downloads.php" target="_blank">TCP Optimizer</a>, de <a href="http://www.speedguide.net/index.php" target="_blank">SpeedGuide.net</a>, luego tengo que reiniciar para aplicar los cambios. En GNU/Linux es más fácil, abro mi consola como usuario root y escribo:</p>
<pre>ifconfig eth0 mtu 1492</pre>
<p>Y listo. Pero, ¿cómo bajar la velocidad durante el proceso de instalación de GNU/Linux? Y es que al arrancar el instalador, por la configuración de red por default es de 1500 MTU. Lo bueno es que Linux está lleno de trucos: durante la instalación, después de que el equipo configure la red por DHCP, hay que presionar las teclas Alt+F2 para abrir una consola y ahí dar la mágica instrucción:</p>
<pre>ifconfig eth0 mtu 1492</pre>
<p>o bien</p>
<pre>exec ifconfig eth0 mtu 1492</pre>
<p>Después con Alt-F1 regresamos a la consola de instalación. Y funcionó bien, los paquetes comenzaron a descargarse del servidor Debian que elegí y todo iba de maravilla. Lo malo fue que a media descarga de paquetes se fue la luz y al reiniciar el equipo ya no me reconocía nada, ni Linux ni Windows, así que tuve que proseguir la instalación con diskettes (proceso que no explicaré aquí porque está <a href="http://www.us.debian.org/releases/stable/i386/ch04s03.html.es" target="_blank">aquí</a>). Y hasta el momento no he conseguido terminar la instalación porque mi viejo servidor de internet (con Win98) estuvo fallando y no funcionaban bien ni el servicio de DHCP ni el de internet. Otro día será. Y sí, en un futuro cercano tendré un servidor de internet con GNU/Linux.</p>
<p>Mayor información en:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.us.debian.org/releases/stable/i386/ch04s02.html.es" target="_blank">Descarga de ficheros desde las réplicas de Debian</a></li>
<li><a href="http://www.us.debian.org/releases/stable/i386/index.html.es" target="_blank">Guía de instalación de Debian GNU/Linux</a></li>
<li><a href="http://www.kernel.org/pub/linux/kernel/people/gregkh/lkn/lkn_pdf/ch09.pdf" target="_blank">Linux Kernel Parameters</a></li>
<li><a href="http://unetbootin.sourceforge.net/" target="_blank">Página oficial de UNetbootin</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
